"...O universo viviam em alvoroço, o frio e o calor por não saber da existência um do outro. A mãe natureza fazia de tudo para pôr fim aos imprevisíveis acontecimentos advindos desse desconhecimento ambos sobre a existência um do outro. Os conflitos entre ambos era conflito entre eles era inevitável, as tentativas frustadas deixavam a mãe natureza muito triste. Um dia, já bastante cansada e triste, aquietou-se em um canto e seu sofrimento fez brotar do seu olho direito uma lágrima que rolou pelo espaço e foi ficar entre o frio e o calor. A luz do calor investiu sobre ela, mas a gotinha logo se esquivou, fazendo com que a luz se dividisse em varias cores, o calor então se aproximou e a gotinha pulverizou-se aumentando de tamanho e afastou-se em direção ao frio. Ao se aproximar do frio ela foi juntando suas partes, e novamente transformou-se em uma gotinha. O frio aproximou-se tentando envolve-la, mas a gotinha se solidificou e afastou-se em direção ao calor, e tudo se repetir, chegando perto do calor ela se vaporizou e afastou-se em direção ao frio, chegando perto do frio ela solidificou e afastou-se, e ficou assim, indo e vindo se pará. Foi ai que o calor vendo ela sempre voltava petrificada descobriu que existia o frio, o frio vendo que ela sempre voltava vaporizada descobriu que existia o calor, e a gotinha passou então a ser a mensageira entre elas, e as coisas foram se acalmando, até que finalmente o calor e o frio passaram a conviver mais pacificamente, e a mãe natureza deu o nome da gotinha de água e a chamou de planeta terra.
* Para alguns lendologos, os pensamentos, as palavras, as idéias e a música, afetam a estrutura molecular da água. É através deste mecanismo de manipulação vibrante que construímos e desenvolvemos os elementos bio-formais na nossa macro-célula planetária.
COLÔNIA CÓSMICA
Dos manuscritos de Nosli Nelc. Os textos lendários do jovem Aventureiro em sua jornada interdimensional pela Colônia Cósmica e Seringal Astral.
terça-feira, 4 de julho de 2017
domingo, 7 de maio de 2017
MAPINGAURY (O GRITO)
O
DO
GRITO
Para os personificadores (lendologo) mapinguarianos, o grito do Mapinguari na grota do espelho d'água, representa a reação do nativo que desperta para realidade meio ambiental cultural distorcida em que vive.
O local onde acontece o primeiro grito ganha diferentes contornos e detalhes ambientais conforme o momento escolhido a ser vivenciado pelo lendologo.
Um dos argumentos que expõem detalhes desse ambiente lendológico em que se dá o grito do ser Mapinguary é o seguinte:
“Na grota úmida do espelho d’água, reina o silencio natural. Os anciões se comunicam através de gestos sutis vibrantes simbólicos significativos, definidos como gestuais telepáticos, extra-sensórios etc.
Devido a hipersensibilidade do contexto cósmico espacial atemporal lendológico em que está inserida, raramente a sonoridade vocal é usada no ambiente.
É muito comum, principalmente dentro do movimento Lendacreano no inicio do “novo século”, os compostos lendários orientarem-se pelos seres lendários da era das águas, citando esse espaço lendológico.
O Espelho d'água é um instrumento lendário pesquisado com os zelos dos princípios que orientam os personificadores mapinguarianos.
Interferir na harmonia do lugar, é o mesmo que interferir na harmonia cultural dos nativos, e, conseqüentemente, na rotina da comunidade.”
Outros trechos que traduzem o ponto de vista testemunhal imemorial do significativo grito do ser mapinguari no espelho d'água, têm os seguintes conteúdos:
“...O grito do jovem líder no espelho d'água, provocou um imenso clarão, que se desfez em pontos brilhantes que seguiram em todas as direções dentro da grota. Veio a escuridão e com ela um frio congelou tudo que vibração do grito alcançou. Escaparam do grande congelamento primordial mapinguariano, os jovens anciões que estavam mergulhados nas límpidas águas mornas do espaço sagrado, exercitando as contemplativas personificações aquáticas lendárias ancestrais orientadora, herdados dos sábios tribais preservados. Alguns nativos estavam com metade do corpo fora das águas mornas, outros, ao perceberem o poder congelante que seguia o grito, mergulharam rapidamente, mas não o suficiente para evitar que as partes inferiores de seus corpos fossem atingidas pelas vibrações. Alguns conseguiram salvaram a tempo os pequenos olhos d’água cristalinos da fabulosa joia nativa do lendário reino das águas dentro de suas pequenas grotas.
...As penúltimas gotículas ficaram congeladas na parte superior da grota particulares dos nativos, a espera do grande descongelamento que poem novamente o rio de água viva em ação, o rio por onde navegam os conhecimentos e os saberes lendologicos de todas as eras...
O compositor da narrativa lendária acima faz as seguintes observações:
“ É graças as gotículas salva pelos seres lendários no estágios aquáticos, que as narrativas lendológicas podem ser retomadas a parti do instante preciso em que se deu sua manifestação atemporal sagrada eterna, sequenciadas, tornando possível a exposição do imaginantismo libertário em sua forma sempre atual dentro de sua lógica compreensível, dentro do contexto psico-racionalista em se encontra as organizações sociais.”
Os mapinguaristas mais radicais, afirmam que o grito do ser mapinguari é o que veio a ser traduzido como “verbo” iniciador primordial das bio-formalidades genéticas, minerais vibratômicas perceptíveis e imperceptíveis bio-visuais.
Já outros traduzem esse instante como sendo o instante em que o ser imaginante se egocentraliza ao perceber e ter consciência do poder de reagir as influencias do universo externo a qual vivencia e interage bio-formalmente.
“No silêncio nos igualamos de alguma forma”. A explosão de luz que fragmentou-se em pontos brilhantes dentro da grota, trazendo em seguida a escuridão, é um argumento bastante utilizado pelos mapinguaristas, para as defesas das origens ligadas ao mapinguarismo.”
O silêncio presente na narrativa, para alguns lendologos, representa simbolicamente, os seres da aldeia em estado contemplativo interno de aprendizado e comunicação; um estágio aperiódico em que utilizam-se ações gestuais e musicais como meio de comunicação interativa tribal.
Nesse ponto, a chegada da escuridão também pode ser traduzida como arrependimento, reconhecimento da ignorância, que faz parte do percurso, e da rotina da aldeia. E que está presente na entrelinhas da narrativa do fragmento lendário O SER MAPINGUARY, no intervalo em que se dá os exercícios interativo do jovem líder com os aventureiros, o que cria um novo universo de interpretação; o acordando para algo novo, dentro das possibilidades reais de forma e interpretações do que vivenciamos, algo que é característico nas variações do mapinguarismo. Que não é nem passado, e nem presente e pode ser ou não o futuro. Entrado no plano do fantástico, maravilhoso, extraordinário e etc.
“O silencio e a escuridão tem aspectos manifestativos semelhantes. Na escuridão todas as coisas são iguais. no silencio oral, olhando de um certo ponto de vista analógico, somos todos iguais num mesmo ambiente contextual. Ou seja; Somos apenas seres humano, quando silenciamos nossas psico-realidades interiores.”
Dizem eles:
- Quando reagimos ou expomos verbalmente o que pensamos, nos diferenciamos dos outros; expomos nossos contornos intelectuais individuais; nos destacamos como individualidade; nos particularizamos; tornamos visíveis os nossos contrastes sentimentais emotivadores. Assim como a luz ao invadir a escuridão, revela detalhes e formas que ainda não eram bio-visualmente perceptíveis. Temos o nosso momento de Deus.
- É na oratória, que os nossos aspectos singulares complementares de caráter e personalidade, condicionados historicamente, se destacam comunitariamente.
O som, assim como a luz que invade a escuridão da grota úmida, acentua pormenores do que existe no local; detalhamentos que só assim podem serem identificados. Que é essência do manifestante lendológico.
E isso vem arrazoar a existência de uma outra máxima mapinguarista que diz:
“A palavra (o som, o verbo) é a luz do silêncio.”
Ou
“O silêncio é o contexto cósmico passivo que dá a possibilidade da palavra existir, e vice e versa.”
Dizem os mapinguaristas:
“ao vibrar-mos, nos tornamos perceptíveis ao externo; nos fazemos luz ao exterior.”
Também existem dentro do mapinguarismo algumas decodificações significativas quanto a nomenclatura MAPINGUARI que merecem um destaque especial, normalmente essas decodificações seguem um padrão de associações de significados, aparentemente isolados que vão se complementando analogicamente, vejamos uma delas, que tem um acentuado tom Sementista :
“A letra ‘M’, que a primeira letra da nomenclatura Mapinguari, simbolizar a onda no universo esotérico; o vibracional manifesto gráfico simbolicamente representado; o vibrante que torna-se palpável; que é contactável e ao mesmo tempo imperceptível bio-visualmente. O que o assemelha em características, aos Seres Mito Lendários Nativo Florestal Acreano, que estruturam a do percepção Lendologica, tais como: Mãe das Água, Bôto, Mapinguary e etc. Sem a vibração verbal, o ser mito lendário é algo latente, vibrante; onírico, mas comprovadamente uma um ser sólido, com uma essência estrutural, culturalmente resistente.
Com a verbalização da nomenclatura Mapinguari, condensamos a principio o intuitivo ancestral formal compressivo, que é representado simbolicamente na letra “M”. É assim que o ser lendário se manifesta; que transita e sobrevive personificado nas narrativas do nosso meio nativo rural e urbano. É através da vibração do boca a boca; dos contadores de histórias de nossa região.
É através desta atividade sonora vocal cultural nativa florestal que ele ganha vida. E dentro do contexto Lendologico, “ganhar vida”, esta associada ao ser liquido, Água.
A nomeclatura Água, tem no seu inicio a letra ‘A’ que é a primeira representação geométrica simbólica do alfabeto, o alfabeto é uma associação de variados pequenos símbolos geométricos , com os quais traduzimos as sonoridades verbais graficamente. A letra ‘A’ é o que vem possibilitar a origem da primeira silaba do nome ‘MA’PINGUARI.
E como dizem os mapinguaristas; A Água, no seu aspecto visível transparente color e incolor, é considerada uma parente muito próxima da vibração etérea e onírica formal que estrutura os seres lendários; que o condensa vibrantemente; que o faz vida onírica imortalizada; sobrevivente atemporal; extra-sensorial; o que o traz a luz da consciência do ser imaginante criativo e ilimitado que todos nos somos. O ‘A’ também é tido como o primeiro degrau da torre das sustentações fonéticas lingüísticas humanas diversificadas. Como você pode constatar, no formato da primeira letra do alfabeto “A”, podemos perceber o primeiro degrau de uma escada seguindo em direção ao infinito. Bem como também, um triângulo suspenso por duas colunas.
A palavra Arte, que esta associada a nossa capacidade criativa, tem a letra “A” como a sua principiadora.
(somos imaginantes, e não racionalizantes)
A letra ‘m’ minúscula é tida pelos sábios das antigas civilizações, como símbolo das ondulações na superfície da água, e que até hoje é usada como representação simbólica oficial do signo do zodíaco AQUÁRIO. E Isso dá ao ser MAPINGUARI, status de grande ser lendário da nova era das águas da floresta; De uma das grandes vedetes da linguagem cósmica dialética lendária nativa florestal estruturada lendologicamente para está função.
O “M.A.” que compõe a primeira silaba da palavra Mapinguary, nesse contexto lendário da nova era, é traduzido como as letras iniciais de “Milênio das Águas” ; “Movimento das Águas” ; “ Milênio de Áquario” e etc.
A letra ‘M’ dentro do lendarismo, simboliza a onda; a vibração que torna possível a percepção de algo inalcançável bio-visualmente. O ser Mapinguari depende da verbalização, da sonoridade oral para se fazer perceptível. O que dá ao seu compositor narrativo lendário o aspecto de deus onipotente manifesto, o criando com a oralidade e narrativamente o acompanhado.
A letra “P” de PINGUARY, representa o “P” de PERCEPÇÃO; de consciência de algo; a ‘P’ercepção, disto na prática; o ‘p’rincipio ; o PONTO iniciador, o pingo d’gua.
“Como dizem os IARAISTAS: Um Igarapé; um rio; um dilúvio, começa com um pingo d’gua.”
E seguindo esta extensão decodificativa, temos então o PINGO seguindo da palavra ARY, que tem origem hebraica, e é o mesmo que leão, ou o rei das selvas, o que faz com que dentro desta abordagem lendologica, seja traduzido como o pingo d’gua que deu inicio a era das águas florestana, “o pingo d’gua rei das selvas.”
Um PINGO D’GUA é o símbolo oficial da LENDOLOGIA. Esse pingo é uma das muitas chaves de acesso e introdução ao pensamento nativo florestal dialético compreensivo universal lendologico. (...)
A letra “i” também esta ligada a ‘i’ara, a mãe das águas; aquela que tornou possível a vida em nosso planeta, ao gera o ser Água. Mas também pode ser escrito com “Y”, e ai serve para liga-la como um sinal de demarcação de uma grande variedade de festa dedicada as águas dentro da região amazônica. Como é o caso da LENDA POP FESTA, que será exposta no próximo ensaio de LENDOLOGIA.
O restante da nomenclatura tem uma grande diversidade de traduções simbólicas lendárias que vão sendo exposto em momentos específicos dos Mapiguarianos. Tais como os famosos acrósticos. Que num momento oportuno serão expostos. E que dão conta de uma outra realidade embutida, nas variadas forma de escrever a palavra MAPINGUARY, MAPINGOARY, MAPINGUARI E ETC. Todas elas com suas razões de ser.
“A palavra ; a vibração oral emitida, que preenche; que ilumina um vazio interior no receptor, faz-se luz.”
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Grupo Capú
DOCUMENTÁRIO DO GRUPO CAPÚ ?
Eu parei para assisti um pouco de televisão (a janela do hospício) e vi uma chamada para o Show "Los Porongas - Convida". dia 12 deste mês no teatrão. Los Porongas é uma rapaziada que respeito como artistas, O Jorge Anzol, o Diogo e o João Eduardo são pessoas com as quais já troquei algumas idéias bastante proveitosas. Admiro a disposição deles de sairem daqui para se estabelecer no sul do país vivendo da música que fazem. É isso ai meus irmãos de planeta! O lance é acreditar sempre, acredito que ainda vem muita coisa boa por ai. Quero ressaltar que na chamada para o show, entre os convidados tem o nome de uma figura que entre parenteses faz supor que pertença ao Grupo Capú. Estou escrevendo esse texto pra dá um toque que a tal figura não é mais componente do grupo, as razões para isso eu vou expor aqui para que não fique nem uma duvida.
Em 2008 o Grupo Capú chega aos seus 28 anos de existência. Mas ainda é preciso desfazer equívocos e mau entendidos no que se refere a história do grupo, que quer queiram ou não, já faz parte da história da música acreana. O grupo é um exemplo de resistência artistica em nosso estado. Mas sua história começou a ser distorcida por um suposto documentário sobre o grupo, intitulado "A HISTORIA MUSICAL DO GRUPO CAPÚ"(Está sob judice), e para que entendam melhor toda essa história, segue abaixo uma análise que fiz há alguns anos atras, sobre o tal vídeo documentário, produzido por terceiro, e que não refleti a realidade do que vem a ser o GRUPO CAPÚ na sua verdadeira essência.
TEXTO DE AUTORIA DE CLENILSON (escrito no dia seguinte ao lançamento
do suposto documentário, com alguns complementos atualizado)
A HISTÓRIA MUSICAL DO GRUPO CAPÚ ?
O projeto documentário "A história musical do grupo Capú", não recebeu a minha autorização para ser exibido, E sim "A história do grupo Capú" (Tenho o documento que comprovar isso) Um Documento que no ato da minha assinatura autorizando o referido trabalho, exigiram que assinasse como ex-membro do grupo, e foi esse o detalhe que chamou minha atenção, passei então a acompanhar de perto o tal projeto, na ocasião os autores do tal documentário me ofereceram um pequeno cachê para eu gravar um depoimento sobre a história do grupo. E é bom frisar que foi ai, nesse momento que tive o conhecimento de que referido trabalho fazia parte de um video documentário sobre o grupo Capú, e que tinha sido aprovado pela lei de incentivo a cultura do nosso estado, na ocasião era administrada pela Fundação Elias Mansuor, e que já estava em andamento. Varias vezes manifestei a disposição para acompanhar a produção dos trabalhos e participar da montagem do tal documentário, pois afinal estavam contando a minha história, uma história que eu conduzi durante anos. Começaram então as minhas dores de cabeça. Os tais idealizadores do documentário, surpreendemente fizeram de tudo para que eu não fizesse parte direta na montagem do roteiro do tal vídeo, e findaram por chegando ao cumulo de montá-lo e exibi-lo ao público, sem o devido comprimento de alguns acordos prévios que fizemos, pois buscava me precaver e ter a certeza de que tudo ia ser feito de forma correta. Mas esses acordos firmados entre mim , os autores e produtores do video e o sr. Assis Pereira da FEM, o responsável pelo setor administrativo da lei de incentivo a cultura na época.
- Ao assistir o tal documentário, comprovei o que já temia. O video tinha outros objetivos, e portanto passava uma idéia distorcida do grupo, mostrando um grupo musical, formado por jovens artistas entusiastas sonhadores, moradores do bairro da capoeira, que não tinha qualquer preocupação utilitária sócio-comunitária ou intelectual. Lutando por um lugar ao sol, e que com o passar do tempo seguiram para um final melancólico. Uma histórinha montada para servi aos interesses escusos dos seus idealizadores.
- O tal documentário não tem a preocupação de expor que por trás da idéia do grupo, existe algo mais que uma simples atividade musical, que existe um ideal, uma concepção intelectual, de análise e tradução do mundo e do meio ambiente nativo em que vivemos, um interatividade com os momentos políticos de nosso estado, de nosso país.
- O pseudo documentário não deixam claro que os principais fundadores e idealizadores do grupo, são Clenilson, Clevisson e João Veras. Fato que veio aconteceu depois de um periodo de quatro anos em que fui acompanhar a minha mãe no estado Rio de Janeiro, lá conheci alguns membro do movimento da união nacional dos estudantes, e um deles chamado Zé Ferreira me deu um violão de presente.(Com esse violão aprendi a tocar as primeiras notas musicais), O Zé ferreira sempre arrumava uns livro de filosofia para mim ler, entre essas literaturas, lembro de um livrinho de mais ou menos 10x15cm intitulado PRETO E BRANCO contendo textos de Karl Max, que ele fazia questão que eu lesse, o livrinho dava pra esconder na dobra da camisa, de tão pequeno que era. Era forma que eles (estudantes do movimento estudantil) tinham para burla a vigilância intelectual dos militares. Foi no final da década de 70 quando compus a música "Não me chamo poder" exclusivamente para participar do FAMP, e incentive o meu irmão Clevisson a participar comigo no referido Festival Acreano de Musica Popular(Famp). E ele compôs a música "Irmão", que também concorreu no festival. Convidamos o João Veras para subir no palco com a gente e ajudar nos vocais. Nasce ai o que mas tarde definimos como GRUPO CAPÚ.
- O tal vídeo documentário, passa por cima disso e inclui até um novo elemento como fundador do grupo, que na verdade é colocado ai justamente com a função de distorcer os fatos e se apropriar de forma oportunista do nome do grupo. O que fica claro quando podemos ver que os autores do tal video esquecem de acentuar características do grupo que precisam serem acentuadas, para que ele seja dimensionado e apresentado como uma obra de arte que é. Uma obra metodicamente pensada e construída POR MIM E MEU IRMÃO. E que tem vínculos bem claro com a nossa comunidade, refletindo suas esperanças, seu senso de humor, suas angustias, suas crises sociais e econômicas, coisa que é uma das características marcante do grupo.
- As composições musicais do grupo, a principio tiveram a atenção centralizada na crise social em que vivia o nosso país. (E isso não está presente no referido documentário). Nessa época eu e Clevisson tivemos boa parte de nossas composições censuradas pelo policiamento ideológico militar, que comandava o nosso país com mãos de ferro na época. Nesses primeiros instante o grupo ainda não tinha um nome artístico definido. O que só veio acontecer em 82 depois de muitas discussões e pesquisas minha, de Clevisson e João Veras.
- O grupo dentro desse contexto social, condicionado histórico e ideológico, usava formas estéticas pré-concebida para compor as suas apresentações, onde eram inseridas mensagens e criticas ao regime opressor. O que nos diferenciava dos demais grupos existente, nessa época em que quase tudo era proibido e as músicas das nossas apresentações tinham que primeiro passar pela a aprovação da censura federal, num periodo em que eram freqüentes as nossas apresentações em público (em teatro, espaço abertos, festivais e principalmente como convidados especial para showmícios dos grupos de esquerda, que assim como nós, lutavam pela redemocratização do nosso país). Essa forma de apresentação foi incorporada a personalidade do grupo, e depois de passada a crise política do país, foi redirecionada para dá forma a exposição do nosso trabalho artistico, dando as nossas apresentações um tom diferenciado; sempre buscando impactar, causar estranhamento, levar o público a reflexão. E que passou a ser traduzida, como a nossa idéia do que vinha ser o fazer "ARTE", olhando do meu ponto de vista e do ponto de vista do Clevisson, ( Que são os fundadores, continuadores e únicos compositores musicais do grupo)passando a idéia de que a arte tem sua origem no inesperado, e é essa a idéia que sempre orientou as nossas apresentações, fazendo com que elas tivesse sempre algo de diferente; surpreendente. Algo assim como a própria arte em si, em seu movimento constante, ineterrupto criante, se manifestando e ao mesmo tempo sendo traduzida dentro das nossas atuações cênicas e musicais. ( Numa época eu costumava dizer, que o Capú so ia ser compreendido dali a uns 50 anos. Já estamos chegando na casa dos 30)
- É dessa forma que o grupo manifesta sua força, sua sensibilidade diretora, suas mensagens, suas poéticas surrealistas, suas visões lendárias, de protesto, de fuga, de ilusão, de revolta, de aspirações e esperanças sócio comunitárias, o que podem ser comprovadas nas letras das composições musicais de Clenilson e Clevisson que dão vida musical ao Grupo Capú .
Portanto, o grupo Capú não é apenas um grupo de jovens aventureiros musicais, buscando um espaço no meio artístico, como mostra o tal documentário. É uma obra de arte em si. E só pode ser identificado como tal, acentuando-se os detalhes que fundamentam essa idéia na sua essência; na sua concepção estrutural artística intelectual, previamente organizada.
E sem esses detalhes, o grupo é apresentado como algo sem conteúdo intelectual significativo, o que descaracteriza e tira a importância histórica do grupo dentro movimento politico intelectual musical acreano e brasileiro. A gente morava no fim do mundo e do nosso jeito nos fizemos a nossa parte e ajudamos a por fim num período negro da história do nosso país.
O tal documentário está longe de passar o mínimo necessário dessa realidade; da concepção artística do grupo. Deixa visível a falta de cuidado e as segundas intenções dos idealizadores, roteiristas e produtores. Que na verdade se aproveitaram de um dos meus rotineiros afastamentos do grupo. (Que sempre se deram devido as minhas rotineiras divergências com o meu irmão Clevisson. Divergências que sempre aconteceram nos momentos de escolha de repertório ou devido as minhas falas durante os shows).
O meu último afastamento na época foi frisado pelo meu irmão numa entrevista dada a TV Gazeta, por acasião da promoção do show intitulado "A morte", que foi realizado no campus universitário da Ufac. Sem a minha presença no palco. Na entrevista o meu irmão Clevisson deixou claro que naquele momento eu estava afastado do grupo. No documentário essa entrevista é mostrada, mas no momento em que Clevisson menciona que estou afastado, é cortada, isso para servi os própositos mesquinho dos mentores intelectuais do referido documentário. Na entrevista a que me refiro, meu irmão cita o meu afastamento, e não a minha saída do grupo como sugere a roteirista do referido documentário, com bastante ênfase.
- Junte a isso, o documento elaborado pela suposta equipe de produção do referido vídeo, o que transparecer qual era a real intenção dos envolvidos nesse projeto, documento que eu fiz questão de assinar, pois sabia que tinha alguma coisa errada nisso tudo, e que mais tarde esse mesmo documento podia ser usado como prova dessa coisa mau cheirosa que eles estavam fazendo. O texto redigido por eles, pedindo que eu autorizasse o uso da minha imagem e áudio para viabilizar a execução de um projeto que já estava em andamento quando me contactaram , eles faziam questão que eu assinasse como sendo ex-integrante do grupo.
Um Projeto que foi elaborado sem uma consulta prévia a minha pessoa, e nem do meu irmão Clevisson, que seguia comandando os shows do grupo. Coisa de oportunista mesmo!
- Nesse documento eu fiz questão de registrar algumas exigências para autorizar o que me solicitavam. (Esse é um documento que fizeram questão de ir correndo no cartório reconhecer firma).
E a primeira pergunta aqui é a seguinte:
Quem é o sr.Anderson, o autor do tal projeto? com que autoridade ele vem me exigir assinar um documento como ex-membro do meu grupo? Eu sinceramente não tenho a menor idéia.
- A pessoa que até poderia dá tal declaração, seria o meu irmão, e assim oficializar isso de alguma forma através dos veiculo de comunicação da nossa cidade, e pelo que consta não há registro disso, em nem um lugar.
E não precisa ser um especialista para ver as intenções que estão por trás do tal documentário e do tal documento, tem uma armação oportunista que não tem o que fazer na vida, e fica usando o trabalho dos outros para tirar alguma vantagem e se promoverem de alguma forma com o que não lhes pertence.
- O João Veras também assinou um documento autorizando a utilização de sua imagem e aúdio no referido documentário, e observe que mesmo não estando mais fazendo parte ativa do grupo, o seu documento não consta o termo "ex-membro do grupo Capú" e não mereceu os mesmos cuidados judiciais que tiveram com o meu.
Obs. Por fala em João Veras, o tal documentário não cita a sua volta ao grupo, quando eu pessoalmente o convidei para participar dos trabalhos musicais do CD "flora sonora" realizada pela fundação de cultura do município, onde gravamos seis músicas, e participam outros dois artistas com seus trabalhos independentes; Pia Vila e Beto brasiliense. Convidei o João Veras por achar que era justo ele participar do nosso primeiro registro fonográfico. Fiz isso por reconhecer que a discussão que me levou a afasta-lo do grupo, foi resultado de imaturidade intelectual tanto minha quanto dele. E que girou entorno da existência ou não de Deus.
O CD " flora sonora " nem ao menos é citado no tal documentário. Muito embora usem como recurso visual, fotos recortadas que fazem parte da composição deste trabalho fonográfico.
E aqui cabe outra pergunta:
- O que é mais importante para um artista do que o registro de suas obras?
A minha resposta;
- É as pessoas entrarem em contato com essa obra; saberem que essa obra existe.
Se a intenção do tal documentário era contar "A Historia Musical do Grupo Capú", por que uma peça tão importante nessa história, nem ao menos é citada ?
Uma Peça que serviria para consulta de quem se interessasse em conhecer um pouco mais do nosso trabalho artístico. ( É bom frisar que as músicas registrada nesse CD não são as mais significativa do nosso trabalho).
E pergunta que não quer cala é a seguinte:
- Por que esse CD nem ao menos é citado no tal documentário, se a intenção do suposto projeto era divulgar o trabalho musical de Clevisson e Clenilson? (Sem o quais não existe nem a história musical e nem o grupo Capú). Com certeza por que não era essa principal preocupação dos seus idealizadores.
- E isso ficou mais que evidente quando eu exigi a minha participação na elaboração do roteiro do tal documentário, eles fizeram de tudo para que eu não participasse. E uma das minhas saidas pra isso, foi exigi que assinassem um documento se comprometendo, que antes de exibirem o tal video, eles me mostrassem uma cópia do trabalho final, para que podesse fazer uma avaliação e autorizar sua exibição ou não para público(está documentado). Mas não cumpriram com essa exigência, que na ocasião foi intermediada pelo sr. Assis da FEM.(Vê o registro do dia de lançamento do documentário no teatro de arena do Sesc, e o dia em que me entregaram a cópia do video, " depois de muita exigência da minha parte")
- No dia da apresentação do documentário para o público, alguns intelectuais foram convidados, bem como jornalistas e pessoas ligadas ao nosso meio artístico. Eu fui até a fundação cultural do estado. (Que era a responsável pela fiscalização e orientações dos projetos ligado à lei de incentivo a cultura, com qual a execução do projeto foi contemplada). E exigir a cópia do trabalho para que eu podesse avaliar antes que ela fosse exibida ao público (Como haviamos acordado). Mas chegando lá, recebi a noticia que já estava tudo pronto para o lançamento, e que eles não tinham a cópia que eu exigi. E eu, para evitar que sr. Anderson, responsável pelo projeto, a senhora Maria José sua mãe e esposa do músico Hermógenes não passassem por um vexame diante dos seus ilustres convidados, dei a permissão verbal para exibição do mesmo. E ai eu constatei o que suspeitava, era uma brincadeira de mau gosto, estava clara as intenções do sr. Anderson e sua família em criarem uma historinha cheia de informações montadas, com a clara intenção de se apossarem do nome do grupo Capú, e utilizarem isso em benéficio próprio, ou seja, usar o respeito que o grupo Capú sempre teve no nosso meio artístico e intelectual, Para por exemplo , pedirem a doação de aparelhagem de som para o grupo(eles), e para fudamentarem isso usaram o argumento de que sr. Hermógenes (baterista e padastro do senhor Anderson) era um dos fundadores do grupo ( afirmado por ele no inicios dos depoimentos apresentado no tal video). Na verdade, ele é apenas mais um dos vários baterista que passaram pelas formações do grupo, tais como João Bino, Ferret, Jorge Anzol, Fabiano entre outros que não lembro o nome no momento, e nada mais do que isso.
Exigi que refizessem o trabalho, e fui até a fundação falar para o sr. Assis (responsável pelo setor da lei de incentivo) que o tal projeto não tinha sido executado como deveria e que tudo aquilo que chamavam de documentário, não era documentário coisa nem uma. Mas fui ignorado pelo Sr. Assis, e recebi como resposta a sugestão dele, que eu deixasse isso pra lá, pois para a equipe da Lei de Incentivo o projeto tinha sido executado, e se eu achava que a história tava mal contada , que fizesse outro documentário com a minha versão. Pois do ponto de vista dele, as minhas reivindicações não tinha razão de ser; não tinha fundamento lógico; que eu estava fazendo tempestade em copo d'gua. Muito embora eu insistisse em dizer para ele que estavam contando uma parte da história da minha vida, a história da minha arte, e que portanto eu melhor do que ninguém sabia exatamente o que era essa obra artística que junto com meu irmão, dediquei boa parte dos meus dias construindo, História essa, que os idealizadores do tal documentário mostraram não ter o menor respeito; não ter o menor conhecimento. Argumentava que eu estava maluco, que tudo era paranóia da minha cabeça, entre outras sandices. E findei ficando como o vilão nessa história.
E por essa e por outras razões eu expulsei do grupo o sr. Hermógenes (baterista) e seu filho Anderson ( Que na época tentava tocar guitarra como integrante do grupo).
E depois entrei com um processo contra eles, esse processo ainda está em aberto e posso reabri-lo quando achar que for necessário.
Depois deste vendaval o Grupo Capú fez algumas apresentações, e uma que eu destaco nessa época, pois foi mais visível ao grande público, foi a nossa apresentação a convite do governador Jorge Viana para tocar na inauguração da concha acústica do parque do canal da maternidade, que fica situado dentro do territorio do bairro da capoeira, local onde nasceu o Grupo Capú. (Com registro em foto dos bastidores e apresentação).
E os acusados mesmo sabendo que não cumpriram com os acordos firmados comigo, insistiram em continuar divulgando o tal documentário, agora com um novo agravante de associar a imagem do grupo com imagens e declarações do Jornalista e Poeta Antonio Manuel que foi preso por prática de pedófilia. E que eu não aceito e nem quero que esteja associado ao meu nome, ou ao trabalho do grupo Capú.
OBS. De lá pra cá o grupo vem se dedicando apenas a apresentações muito especiais. A
ultima delas foi em novembro de 2007 no Projeto Acústico Som Maior.
Realizado as terças feiras no teatro Hélio Melo, com a produção de
Alexandre Nunes e Coordenação de Verônica Padrão. tendo como covidados especiais, Aarão Prado(camundogs)Marcio Bleiner, Saulinho(Filomedusa), Álamo Kario que fez uma apresentação mais que especial tocando bateria. Depois disso eu pessoalmente já fiz algumas apresentações, e posso destacar uma apresentação na TOCA DO LOBO, a convite do Uchôa e do vereador Márcio Batista, e outra no projeto Balanço da Catraia, a convite do Saulinho, onde interpretei musicas minhas e do repertório do Capú, acompanhado pelos LENDÁRIOS NATIVOS. formada pelos musicos, Ricardinho(Baixo), Fred Margarido (teclados), Jossam (Guitarra), Bala(Bateria) E pra esse ano 2008 já estão planejadas duas apresentações minhas, uma pra setembro a convite do João Neto da FGB e outra no projeto Acústico som maior em dezembro, mas essa última só será possivel se eu conseguir uma lista de documento que a entidade exigiu.
E como grupo Capú, estou vendo e possibidade de registro fonográfico do nosso trabalho se possivel ainda este ano.
Não esquecendo também que fiz uma apresentação como convidado especial do show do Heloy de Castro e gravei uma música junto com ele, e que vai sair no seu próximo CD. Dei uma entrevista para um progama na Radio Aldeia FM, que acontece todos os sábados As 17:00horas, e que é uma boa pedida para aqueles que tem curiosidade de saber um pouco mais sobre os que fazem música no nosso estado.
Por enquanto, é isso ai. E acho que postagem a abaixo pode dizer mais alguma coisa.
ENQUANTO CLENILSON E CLEVISSON ESTIVEREM DISPOSTO A ENTRAR NUM STÚDIO OU SUBIR NUM PALCO PARA TOCAR SUAS COMPOSIÇÕES, O LENDÁRIO GRUPO CAPÚ CONTINUAM. QUER O MUNDO QUEIRAM, OU NÃO.
JUSTIFICATIVA PARA PROJETO
O Grupo Capú surgiu no final da década 70 inicio década 80, e depois de quase 30 anos na estrada Clenilson e Clevisson membros fundadores, letristas e compositores musicais do grupo, não pararam de produzir musicas, textos e fazer apresentações especiais. Um trabalho que ainda é inédito pra grande maioria da população, são mais de 80 composições musicais. O grupo já faz parte da história da musica Acreana. Sempre esteve presente nos movimentos populares, participou de eventos como projeto Pixinguinha, projeto Brasileirinho, festivais de musicas do estado como concorrente e show especiais. Por algum tempo o grupo teve seus trabalhos vigiados pelos censores do governo militar, num momento difícil da história do nosso país, tendo muitas de suas obras foram vetadas pela censura, entre elas; “ A festa dos heróis, “ a revolta dos urubus”, “ Comendo americano” “ A Pomba “ entre outras. Apesar de estar com quase trinta anos de existência, boa parte desse trabalhos ainda não está registrado. Portanto, registrar esse trabalho é fazer justiça a irreverência criativa de um trabalho que vai além das fronteiras do nosso estado. Algo que é mais que uma simples atividade musical, é um ideal, uma análise e tradução do mundo e do meio ambiente nativo em que vivemos, e mostrar essa interatividade com os momentos políticos de nosso estado, de nosso país, é mostrar a força da sensibilidade diretora de dois artista geniais, suas mensagens poéticas surrealistas, suas visões lendárias, seus protestos, suas fugas, suas ilusão, suas revoltas, suas aspirações e esperanças sócio comunitárias que estão presente em suas letras.
O grupo dentro desse contexto social, condicionado histórico e ideológico, usava formas estéticas pré-concebida para compor as suas apresentações, onde eram inseridas mensagens e criticas ao regime opressor. Esse é um dos pontos que o diferencia dos demais grupos, feito numa época em que quase tudo era proibido e suas músicas tinham que primeiro passar pela a aprovação da censura federal para serem apresentadas ao público, num periodo em que fizeram apresentações no projeto Pixinguinha, projeto Brasileirinho em eventos em teatro, espaço abertos, festivais e principalmente como convidados especial para showmícios dos grupos de esquerda, lutavam pela redemocratização do nosso país. Depois de passada a crise política do país, a forma peculiar de se apresentar, foi redirecionada, mas sempre dando um tom diferenciado, impactante, causando estranhamento, levando o público a reflexões. Traduzindo uma idéia do que vinha ser o fazer "ARTE", olhando do ponto de vista de Clenilson e Clevisson, a idéia de que a arte tem sua origem no inesperado, fazendo com que as apresentações do grupo tivesse sempre algo de diferente; surpreendente. Algo assim como a própria arte em si, no seu movimento constante, ineterrupto criante. ( Numa época em que Clenilson costumava dizer, que o Capú só ia ser entendido dali a uns 50 anos. Já estão chegando na casa dos 30)
Eu parei para assisti um pouco de televisão (a janela do hospício) e vi uma chamada para o Show "Los Porongas - Convida". dia 12 deste mês no teatrão. Los Porongas é uma rapaziada que respeito como artistas, O Jorge Anzol, o Diogo e o João Eduardo são pessoas com as quais já troquei algumas idéias bastante proveitosas. Admiro a disposição deles de sairem daqui para se estabelecer no sul do país vivendo da música que fazem. É isso ai meus irmãos de planeta! O lance é acreditar sempre, acredito que ainda vem muita coisa boa por ai. Quero ressaltar que na chamada para o show, entre os convidados tem o nome de uma figura que entre parenteses faz supor que pertença ao Grupo Capú. Estou escrevendo esse texto pra dá um toque que a tal figura não é mais componente do grupo, as razões para isso eu vou expor aqui para que não fique nem uma duvida.
Em 2008 o Grupo Capú chega aos seus 28 anos de existência. Mas ainda é preciso desfazer equívocos e mau entendidos no que se refere a história do grupo, que quer queiram ou não, já faz parte da história da música acreana. O grupo é um exemplo de resistência artistica em nosso estado. Mas sua história começou a ser distorcida por um suposto documentário sobre o grupo, intitulado "A HISTORIA MUSICAL DO GRUPO CAPÚ"(Está sob judice), e para que entendam melhor toda essa história, segue abaixo uma análise que fiz há alguns anos atras, sobre o tal vídeo documentário, produzido por terceiro, e que não refleti a realidade do que vem a ser o GRUPO CAPÚ na sua verdadeira essência.
TEXTO DE AUTORIA DE CLENILSON (escrito no dia seguinte ao lançamento
do suposto documentário, com alguns complementos atualizado)
A HISTÓRIA MUSICAL DO GRUPO CAPÚ ?
O projeto documentário "A história musical do grupo Capú", não recebeu a minha autorização para ser exibido, E sim "A história do grupo Capú" (Tenho o documento que comprovar isso) Um Documento que no ato da minha assinatura autorizando o referido trabalho, exigiram que assinasse como ex-membro do grupo, e foi esse o detalhe que chamou minha atenção, passei então a acompanhar de perto o tal projeto, na ocasião os autores do tal documentário me ofereceram um pequeno cachê para eu gravar um depoimento sobre a história do grupo. E é bom frisar que foi ai, nesse momento que tive o conhecimento de que referido trabalho fazia parte de um video documentário sobre o grupo Capú, e que tinha sido aprovado pela lei de incentivo a cultura do nosso estado, na ocasião era administrada pela Fundação Elias Mansuor, e que já estava em andamento. Varias vezes manifestei a disposição para acompanhar a produção dos trabalhos e participar da montagem do tal documentário, pois afinal estavam contando a minha história, uma história que eu conduzi durante anos. Começaram então as minhas dores de cabeça. Os tais idealizadores do documentário, surpreendemente fizeram de tudo para que eu não fizesse parte direta na montagem do roteiro do tal vídeo, e findaram por chegando ao cumulo de montá-lo e exibi-lo ao público, sem o devido comprimento de alguns acordos prévios que fizemos, pois buscava me precaver e ter a certeza de que tudo ia ser feito de forma correta. Mas esses acordos firmados entre mim , os autores e produtores do video e o sr. Assis Pereira da FEM, o responsável pelo setor administrativo da lei de incentivo a cultura na época.
- Ao assistir o tal documentário, comprovei o que já temia. O video tinha outros objetivos, e portanto passava uma idéia distorcida do grupo, mostrando um grupo musical, formado por jovens artistas entusiastas sonhadores, moradores do bairro da capoeira, que não tinha qualquer preocupação utilitária sócio-comunitária ou intelectual. Lutando por um lugar ao sol, e que com o passar do tempo seguiram para um final melancólico. Uma histórinha montada para servi aos interesses escusos dos seus idealizadores.
- O tal documentário não tem a preocupação de expor que por trás da idéia do grupo, existe algo mais que uma simples atividade musical, que existe um ideal, uma concepção intelectual, de análise e tradução do mundo e do meio ambiente nativo em que vivemos, um interatividade com os momentos políticos de nosso estado, de nosso país.
- O pseudo documentário não deixam claro que os principais fundadores e idealizadores do grupo, são Clenilson, Clevisson e João Veras. Fato que veio aconteceu depois de um periodo de quatro anos em que fui acompanhar a minha mãe no estado Rio de Janeiro, lá conheci alguns membro do movimento da união nacional dos estudantes, e um deles chamado Zé Ferreira me deu um violão de presente.(Com esse violão aprendi a tocar as primeiras notas musicais), O Zé ferreira sempre arrumava uns livro de filosofia para mim ler, entre essas literaturas, lembro de um livrinho de mais ou menos 10x15cm intitulado PRETO E BRANCO contendo textos de Karl Max, que ele fazia questão que eu lesse, o livrinho dava pra esconder na dobra da camisa, de tão pequeno que era. Era forma que eles (estudantes do movimento estudantil) tinham para burla a vigilância intelectual dos militares. Foi no final da década de 70 quando compus a música "Não me chamo poder" exclusivamente para participar do FAMP, e incentive o meu irmão Clevisson a participar comigo no referido Festival Acreano de Musica Popular(Famp). E ele compôs a música "Irmão", que também concorreu no festival. Convidamos o João Veras para subir no palco com a gente e ajudar nos vocais. Nasce ai o que mas tarde definimos como GRUPO CAPÚ.
- O tal vídeo documentário, passa por cima disso e inclui até um novo elemento como fundador do grupo, que na verdade é colocado ai justamente com a função de distorcer os fatos e se apropriar de forma oportunista do nome do grupo. O que fica claro quando podemos ver que os autores do tal video esquecem de acentuar características do grupo que precisam serem acentuadas, para que ele seja dimensionado e apresentado como uma obra de arte que é. Uma obra metodicamente pensada e construída POR MIM E MEU IRMÃO. E que tem vínculos bem claro com a nossa comunidade, refletindo suas esperanças, seu senso de humor, suas angustias, suas crises sociais e econômicas, coisa que é uma das características marcante do grupo.
- As composições musicais do grupo, a principio tiveram a atenção centralizada na crise social em que vivia o nosso país. (E isso não está presente no referido documentário). Nessa época eu e Clevisson tivemos boa parte de nossas composições censuradas pelo policiamento ideológico militar, que comandava o nosso país com mãos de ferro na época. Nesses primeiros instante o grupo ainda não tinha um nome artístico definido. O que só veio acontecer em 82 depois de muitas discussões e pesquisas minha, de Clevisson e João Veras.
- O grupo dentro desse contexto social, condicionado histórico e ideológico, usava formas estéticas pré-concebida para compor as suas apresentações, onde eram inseridas mensagens e criticas ao regime opressor. O que nos diferenciava dos demais grupos existente, nessa época em que quase tudo era proibido e as músicas das nossas apresentações tinham que primeiro passar pela a aprovação da censura federal, num periodo em que eram freqüentes as nossas apresentações em público (em teatro, espaço abertos, festivais e principalmente como convidados especial para showmícios dos grupos de esquerda, que assim como nós, lutavam pela redemocratização do nosso país). Essa forma de apresentação foi incorporada a personalidade do grupo, e depois de passada a crise política do país, foi redirecionada para dá forma a exposição do nosso trabalho artistico, dando as nossas apresentações um tom diferenciado; sempre buscando impactar, causar estranhamento, levar o público a reflexão. E que passou a ser traduzida, como a nossa idéia do que vinha ser o fazer "ARTE", olhando do meu ponto de vista e do ponto de vista do Clevisson, ( Que são os fundadores, continuadores e únicos compositores musicais do grupo)passando a idéia de que a arte tem sua origem no inesperado, e é essa a idéia que sempre orientou as nossas apresentações, fazendo com que elas tivesse sempre algo de diferente; surpreendente. Algo assim como a própria arte em si, em seu movimento constante, ineterrupto criante, se manifestando e ao mesmo tempo sendo traduzida dentro das nossas atuações cênicas e musicais. ( Numa época eu costumava dizer, que o Capú so ia ser compreendido dali a uns 50 anos. Já estamos chegando na casa dos 30)
- É dessa forma que o grupo manifesta sua força, sua sensibilidade diretora, suas mensagens, suas poéticas surrealistas, suas visões lendárias, de protesto, de fuga, de ilusão, de revolta, de aspirações e esperanças sócio comunitárias, o que podem ser comprovadas nas letras das composições musicais de Clenilson e Clevisson que dão vida musical ao Grupo Capú .
Portanto, o grupo Capú não é apenas um grupo de jovens aventureiros musicais, buscando um espaço no meio artístico, como mostra o tal documentário. É uma obra de arte em si. E só pode ser identificado como tal, acentuando-se os detalhes que fundamentam essa idéia na sua essência; na sua concepção estrutural artística intelectual, previamente organizada.
E sem esses detalhes, o grupo é apresentado como algo sem conteúdo intelectual significativo, o que descaracteriza e tira a importância histórica do grupo dentro movimento politico intelectual musical acreano e brasileiro. A gente morava no fim do mundo e do nosso jeito nos fizemos a nossa parte e ajudamos a por fim num período negro da história do nosso país.
O tal documentário está longe de passar o mínimo necessário dessa realidade; da concepção artística do grupo. Deixa visível a falta de cuidado e as segundas intenções dos idealizadores, roteiristas e produtores. Que na verdade se aproveitaram de um dos meus rotineiros afastamentos do grupo. (Que sempre se deram devido as minhas rotineiras divergências com o meu irmão Clevisson. Divergências que sempre aconteceram nos momentos de escolha de repertório ou devido as minhas falas durante os shows).
O meu último afastamento na época foi frisado pelo meu irmão numa entrevista dada a TV Gazeta, por acasião da promoção do show intitulado "A morte", que foi realizado no campus universitário da Ufac. Sem a minha presença no palco. Na entrevista o meu irmão Clevisson deixou claro que naquele momento eu estava afastado do grupo. No documentário essa entrevista é mostrada, mas no momento em que Clevisson menciona que estou afastado, é cortada, isso para servi os própositos mesquinho dos mentores intelectuais do referido documentário. Na entrevista a que me refiro, meu irmão cita o meu afastamento, e não a minha saída do grupo como sugere a roteirista do referido documentário, com bastante ênfase.
- Junte a isso, o documento elaborado pela suposta equipe de produção do referido vídeo, o que transparecer qual era a real intenção dos envolvidos nesse projeto, documento que eu fiz questão de assinar, pois sabia que tinha alguma coisa errada nisso tudo, e que mais tarde esse mesmo documento podia ser usado como prova dessa coisa mau cheirosa que eles estavam fazendo. O texto redigido por eles, pedindo que eu autorizasse o uso da minha imagem e áudio para viabilizar a execução de um projeto que já estava em andamento quando me contactaram , eles faziam questão que eu assinasse como sendo ex-integrante do grupo.
Um Projeto que foi elaborado sem uma consulta prévia a minha pessoa, e nem do meu irmão Clevisson, que seguia comandando os shows do grupo. Coisa de oportunista mesmo!
- Nesse documento eu fiz questão de registrar algumas exigências para autorizar o que me solicitavam. (Esse é um documento que fizeram questão de ir correndo no cartório reconhecer firma).
E a primeira pergunta aqui é a seguinte:
Quem é o sr.Anderson, o autor do tal projeto? com que autoridade ele vem me exigir assinar um documento como ex-membro do meu grupo? Eu sinceramente não tenho a menor idéia.
- A pessoa que até poderia dá tal declaração, seria o meu irmão, e assim oficializar isso de alguma forma através dos veiculo de comunicação da nossa cidade, e pelo que consta não há registro disso, em nem um lugar.
E não precisa ser um especialista para ver as intenções que estão por trás do tal documentário e do tal documento, tem uma armação oportunista que não tem o que fazer na vida, e fica usando o trabalho dos outros para tirar alguma vantagem e se promoverem de alguma forma com o que não lhes pertence.
- O João Veras também assinou um documento autorizando a utilização de sua imagem e aúdio no referido documentário, e observe que mesmo não estando mais fazendo parte ativa do grupo, o seu documento não consta o termo "ex-membro do grupo Capú" e não mereceu os mesmos cuidados judiciais que tiveram com o meu.
Obs. Por fala em João Veras, o tal documentário não cita a sua volta ao grupo, quando eu pessoalmente o convidei para participar dos trabalhos musicais do CD "flora sonora" realizada pela fundação de cultura do município, onde gravamos seis músicas, e participam outros dois artistas com seus trabalhos independentes; Pia Vila e Beto brasiliense. Convidei o João Veras por achar que era justo ele participar do nosso primeiro registro fonográfico. Fiz isso por reconhecer que a discussão que me levou a afasta-lo do grupo, foi resultado de imaturidade intelectual tanto minha quanto dele. E que girou entorno da existência ou não de Deus.
O CD " flora sonora " nem ao menos é citado no tal documentário. Muito embora usem como recurso visual, fotos recortadas que fazem parte da composição deste trabalho fonográfico.
E aqui cabe outra pergunta:
- O que é mais importante para um artista do que o registro de suas obras?
A minha resposta;
- É as pessoas entrarem em contato com essa obra; saberem que essa obra existe.
Se a intenção do tal documentário era contar "A Historia Musical do Grupo Capú", por que uma peça tão importante nessa história, nem ao menos é citada ?
Uma Peça que serviria para consulta de quem se interessasse em conhecer um pouco mais do nosso trabalho artístico. ( É bom frisar que as músicas registrada nesse CD não são as mais significativa do nosso trabalho).
E pergunta que não quer cala é a seguinte:
- Por que esse CD nem ao menos é citado no tal documentário, se a intenção do suposto projeto era divulgar o trabalho musical de Clevisson e Clenilson? (Sem o quais não existe nem a história musical e nem o grupo Capú). Com certeza por que não era essa principal preocupação dos seus idealizadores.
- E isso ficou mais que evidente quando eu exigi a minha participação na elaboração do roteiro do tal documentário, eles fizeram de tudo para que eu não participasse. E uma das minhas saidas pra isso, foi exigi que assinassem um documento se comprometendo, que antes de exibirem o tal video, eles me mostrassem uma cópia do trabalho final, para que podesse fazer uma avaliação e autorizar sua exibição ou não para público(está documentado). Mas não cumpriram com essa exigência, que na ocasião foi intermediada pelo sr. Assis da FEM.(Vê o registro do dia de lançamento do documentário no teatro de arena do Sesc, e o dia em que me entregaram a cópia do video, " depois de muita exigência da minha parte")
- No dia da apresentação do documentário para o público, alguns intelectuais foram convidados, bem como jornalistas e pessoas ligadas ao nosso meio artístico. Eu fui até a fundação cultural do estado. (Que era a responsável pela fiscalização e orientações dos projetos ligado à lei de incentivo a cultura, com qual a execução do projeto foi contemplada). E exigir a cópia do trabalho para que eu podesse avaliar antes que ela fosse exibida ao público (Como haviamos acordado). Mas chegando lá, recebi a noticia que já estava tudo pronto para o lançamento, e que eles não tinham a cópia que eu exigi. E eu, para evitar que sr. Anderson, responsável pelo projeto, a senhora Maria José sua mãe e esposa do músico Hermógenes não passassem por um vexame diante dos seus ilustres convidados, dei a permissão verbal para exibição do mesmo. E ai eu constatei o que suspeitava, era uma brincadeira de mau gosto, estava clara as intenções do sr. Anderson e sua família em criarem uma historinha cheia de informações montadas, com a clara intenção de se apossarem do nome do grupo Capú, e utilizarem isso em benéficio próprio, ou seja, usar o respeito que o grupo Capú sempre teve no nosso meio artístico e intelectual, Para por exemplo , pedirem a doação de aparelhagem de som para o grupo(eles), e para fudamentarem isso usaram o argumento de que sr. Hermógenes (baterista e padastro do senhor Anderson) era um dos fundadores do grupo ( afirmado por ele no inicios dos depoimentos apresentado no tal video). Na verdade, ele é apenas mais um dos vários baterista que passaram pelas formações do grupo, tais como João Bino, Ferret, Jorge Anzol, Fabiano entre outros que não lembro o nome no momento, e nada mais do que isso.
Exigi que refizessem o trabalho, e fui até a fundação falar para o sr. Assis (responsável pelo setor da lei de incentivo) que o tal projeto não tinha sido executado como deveria e que tudo aquilo que chamavam de documentário, não era documentário coisa nem uma. Mas fui ignorado pelo Sr. Assis, e recebi como resposta a sugestão dele, que eu deixasse isso pra lá, pois para a equipe da Lei de Incentivo o projeto tinha sido executado, e se eu achava que a história tava mal contada , que fizesse outro documentário com a minha versão. Pois do ponto de vista dele, as minhas reivindicações não tinha razão de ser; não tinha fundamento lógico; que eu estava fazendo tempestade em copo d'gua. Muito embora eu insistisse em dizer para ele que estavam contando uma parte da história da minha vida, a história da minha arte, e que portanto eu melhor do que ninguém sabia exatamente o que era essa obra artística que junto com meu irmão, dediquei boa parte dos meus dias construindo, História essa, que os idealizadores do tal documentário mostraram não ter o menor respeito; não ter o menor conhecimento. Argumentava que eu estava maluco, que tudo era paranóia da minha cabeça, entre outras sandices. E findei ficando como o vilão nessa história.
E por essa e por outras razões eu expulsei do grupo o sr. Hermógenes (baterista) e seu filho Anderson ( Que na época tentava tocar guitarra como integrante do grupo).
E depois entrei com um processo contra eles, esse processo ainda está em aberto e posso reabri-lo quando achar que for necessário.
Depois deste vendaval o Grupo Capú fez algumas apresentações, e uma que eu destaco nessa época, pois foi mais visível ao grande público, foi a nossa apresentação a convite do governador Jorge Viana para tocar na inauguração da concha acústica do parque do canal da maternidade, que fica situado dentro do territorio do bairro da capoeira, local onde nasceu o Grupo Capú. (Com registro em foto dos bastidores e apresentação).
E os acusados mesmo sabendo que não cumpriram com os acordos firmados comigo, insistiram em continuar divulgando o tal documentário, agora com um novo agravante de associar a imagem do grupo com imagens e declarações do Jornalista e Poeta Antonio Manuel que foi preso por prática de pedófilia. E que eu não aceito e nem quero que esteja associado ao meu nome, ou ao trabalho do grupo Capú.
OBS. De lá pra cá o grupo vem se dedicando apenas a apresentações muito especiais. A
ultima delas foi em novembro de 2007 no Projeto Acústico Som Maior.
Realizado as terças feiras no teatro Hélio Melo, com a produção de
Alexandre Nunes e Coordenação de Verônica Padrão. tendo como covidados especiais, Aarão Prado(camundogs)Marcio Bleiner, Saulinho(Filomedusa), Álamo Kario que fez uma apresentação mais que especial tocando bateria. Depois disso eu pessoalmente já fiz algumas apresentações, e posso destacar uma apresentação na TOCA DO LOBO, a convite do Uchôa e do vereador Márcio Batista, e outra no projeto Balanço da Catraia, a convite do Saulinho, onde interpretei musicas minhas e do repertório do Capú, acompanhado pelos LENDÁRIOS NATIVOS. formada pelos musicos, Ricardinho(Baixo), Fred Margarido (teclados), Jossam (Guitarra), Bala(Bateria) E pra esse ano 2008 já estão planejadas duas apresentações minhas, uma pra setembro a convite do João Neto da FGB e outra no projeto Acústico som maior em dezembro, mas essa última só será possivel se eu conseguir uma lista de documento que a entidade exigiu.
E como grupo Capú, estou vendo e possibidade de registro fonográfico do nosso trabalho se possivel ainda este ano.
Não esquecendo também que fiz uma apresentação como convidado especial do show do Heloy de Castro e gravei uma música junto com ele, e que vai sair no seu próximo CD. Dei uma entrevista para um progama na Radio Aldeia FM, que acontece todos os sábados As 17:00horas, e que é uma boa pedida para aqueles que tem curiosidade de saber um pouco mais sobre os que fazem música no nosso estado.
Por enquanto, é isso ai. E acho que postagem a abaixo pode dizer mais alguma coisa.
ENQUANTO CLENILSON E CLEVISSON ESTIVEREM DISPOSTO A ENTRAR NUM STÚDIO OU SUBIR NUM PALCO PARA TOCAR SUAS COMPOSIÇÕES, O LENDÁRIO GRUPO CAPÚ CONTINUAM. QUER O MUNDO QUEIRAM, OU NÃO.
JUSTIFICATIVA PARA PROJETO
O Grupo Capú surgiu no final da década 70 inicio década 80, e depois de quase 30 anos na estrada Clenilson e Clevisson membros fundadores, letristas e compositores musicais do grupo, não pararam de produzir musicas, textos e fazer apresentações especiais. Um trabalho que ainda é inédito pra grande maioria da população, são mais de 80 composições musicais. O grupo já faz parte da história da musica Acreana. Sempre esteve presente nos movimentos populares, participou de eventos como projeto Pixinguinha, projeto Brasileirinho, festivais de musicas do estado como concorrente e show especiais. Por algum tempo o grupo teve seus trabalhos vigiados pelos censores do governo militar, num momento difícil da história do nosso país, tendo muitas de suas obras foram vetadas pela censura, entre elas; “ A festa dos heróis, “ a revolta dos urubus”, “ Comendo americano” “ A Pomba “ entre outras. Apesar de estar com quase trinta anos de existência, boa parte desse trabalhos ainda não está registrado. Portanto, registrar esse trabalho é fazer justiça a irreverência criativa de um trabalho que vai além das fronteiras do nosso estado. Algo que é mais que uma simples atividade musical, é um ideal, uma análise e tradução do mundo e do meio ambiente nativo em que vivemos, e mostrar essa interatividade com os momentos políticos de nosso estado, de nosso país, é mostrar a força da sensibilidade diretora de dois artista geniais, suas mensagens poéticas surrealistas, suas visões lendárias, seus protestos, suas fugas, suas ilusão, suas revoltas, suas aspirações e esperanças sócio comunitárias que estão presente em suas letras.
O grupo dentro desse contexto social, condicionado histórico e ideológico, usava formas estéticas pré-concebida para compor as suas apresentações, onde eram inseridas mensagens e criticas ao regime opressor. Esse é um dos pontos que o diferencia dos demais grupos, feito numa época em que quase tudo era proibido e suas músicas tinham que primeiro passar pela a aprovação da censura federal para serem apresentadas ao público, num periodo em que fizeram apresentações no projeto Pixinguinha, projeto Brasileirinho em eventos em teatro, espaço abertos, festivais e principalmente como convidados especial para showmícios dos grupos de esquerda, lutavam pela redemocratização do nosso país. Depois de passada a crise política do país, a forma peculiar de se apresentar, foi redirecionada, mas sempre dando um tom diferenciado, impactante, causando estranhamento, levando o público a reflexões. Traduzindo uma idéia do que vinha ser o fazer "ARTE", olhando do ponto de vista de Clenilson e Clevisson, a idéia de que a arte tem sua origem no inesperado, fazendo com que as apresentações do grupo tivesse sempre algo de diferente; surpreendente. Algo assim como a própria arte em si, no seu movimento constante, ineterrupto criante. ( Numa época em que Clenilson costumava dizer, que o Capú só ia ser entendido dali a uns 50 anos. Já estão chegando na casa dos 30)
terça-feira, 14 de outubro de 2008
O Universo Holográfico
Texto extraido do blog www.reorientando.blogspot.com de Silvio Margarido
Reality - the Holographic Universe - 03/16/97 REALITY.ASC na lista KeelyNet BBS em 24 de fevereiro de 1991
Em 1982 ocorreu um fato muito importante. Na Universidade de Paris uma equipe de pesquisa liderada pelo físico Alain Aspect, realizou o que pode tornar-se a mais importante experiência do século XX. Você não ouviu falar sobre isto nas notícias da noite. De fato, a menos que você tenha o hábito de ler jornais e revistas científicas, você provavelmente nunca ouviu falar no nome de Aspect. E há muitos que pensam que o que ele descobriu pode mudar a face da ciência.
Aspect e a sua equipa descobriram que sob certas circunstâncias, partículas sub-atómicas como os elétrons são capazes de, instantaneamente, comunicarem umas com as outras a despeito da distância que as separe. Não importa se esta distância é de 10 pés ou de 10 bilhões de milhas. De alguma forma uma partícula sabe sempre o que a outra está a fazer. O problema com esta descoberta é que isto viola a por muito tempo sustentada afirmação de Einstein que nenhuma comunicação pode viajar mais rápido que a velocidade da luz. E como viajar mais rápido que a velocidade da luz é o objetivo máximo para quebrar a barreira do tempo, este fato estonteante tem feito com que muitos físicos tentem descartar, com maneiras elaboradas, as conclusões de Aspect. Mas também têm proporcionado que outros busquem explicações mais radicais.
O físico da Universidade de Londres, David Bohm, por exemplo, acredita que as descobertas de Aspect implicam que a realidade objetiva não existe, que, a despeito da aparente solidez, o Universo está no coração de um holograma fantástico, gigantesco e extremamente detalhado.
Para entender porque Bohm faz esta afirmação surpreendente, temos primeiro que saber um pouco sobre hologramas. Um holograma é uma fotografia tridimensional feita com a ajuda de um laser. Para fazer um holograma, o objeto a ser fotografado é primeiro banhado com a luz de um raio laser. Então um segundo raio laser é colocado fora da luz refletida do primeiro e o padrão resultante da interferência (a área aonde se combinam estes dois raios laser) é capturada no filme. Quando o filme é revelado, parece um redemoinho de luzes e linhas escuras. Mas logo que este filme é iluminado por um terceiro raio laser, aparece a imagem tridimensional do objeto original.
A tridimensionalidade destas imagens não é a única característica importante dos hologramas. Se o holograma de uma rosa é cortado a metade e então iluminado por um laser, em cada metade ainda será encontrada uma imagem da rosa inteira. E mesmo que seja novamente dividida cada parte do filme sempre apresentará uma menor, mas ainda intacta versão da imagem original. Diferente das fotografias normais, cada parte de um holograma contém toda a informação possuída pelo todo.
A natureza de "todo em cada parte" de um holograma proporciona- nos uma maneira inteiramente nova de entender organização e ordem. Durante a maior parte da sua história, a ciência ocidental tem trabalhado dentro de um conceito que a melhor maneira para entender um fenômeno físico, seja ele um sapo ou um átomo, é dissecá-lo e estudar as suas partes respectivas. Um holograma ensina-nos que muitas coisas no Universo não podem ser conduzidas por esta abordagem. Se tentamos tomar alguma coisa à parte, alguma coisa construída holograficamente, não obteremos as peças da qual esta coisa é feita, obteremos apenas inteiros menores.
Este "insight" é o sugerido por Bohm como outra forma de compreender os aspectos da descoberta de Aspect. Bohm acredita que a razão que habilita as subpartículas a permanecerem em contacto umas com as outras a despeito da distância que as separa não é porque elas estejam a enviar algum tipo de sinal misterioso, mas porque esta separação é uma ilusão. Ele argumenta que num nível mais profundo da realidade estas partículas não são entidades individuais, mas são extensões da mesma coisa fundamental.
Para capacitar as pessoas a melhor visualizarem o que ele quer dizer, Bohm oferece a seguinte ilustração: imagine um aquário que contém um peixe. Imagine também que você não é capaz de ver este aquário diretamente e o seu conhecimento deste aquário dá-se por meio de duas câmaras de televisão, uma dirigida ao lado da frente e outra à parte lateral.
Quando você fica a observar atentamente os dois monitores, você acaba por presumir que o peixe de cada uma das telas é uma entidade individual. Isto porque, como as câmaras foram colocadas em ângulos diferentes, cada uma das imagens será também ligeiramente diferente. Mas se você continua a olhar para os dois peixes, você acaba por adquirir a consciência de que há uma relação entre eles. Quando um se vira, o outro faz uma volta correspondente apenas ligeiramente diferente; quando um se coloca de frente para a frente, o outro se coloca de frente para o lado. Se você não sabe das angulações das câmaras você pode ser levado a concluir que os peixes estão a intercomunicar- se, apesar de claramente este não ser o caso.
Isto, diz Bohm, é precisamente o que acontece com as partículas sub-atômicas na experiência de Aspect. Segundo Bohm, a aparente ligação «mais-rápido-do- que-a-luz» entre as partículas sub-atômicas está a dizer-nos que realmente existe um nível de realidade mais profundo da qual não estamos privados, uma dimensão mais complexa além da nossa própria que é análoga ao aquário. E ele acrescenta, vemos objetos como estas partículas sub-atômicas como se estivessem separadas umas das outras porque estamos a ver apenas uma porção da realidade delas. Estas partículas não são partes separadas mas sim facetas de uma unidade mais profunda e mais subliminar que é holográfica e indivisível como a rosa previamente mencionada. E como tudo na realidade física está compreendido dentro destes "eidolons", o próprio universo é uma projeção, um holograma.
Em adição a esta natureza fantástica, este universo possuiria outras características surpreendentes. Se a aparente separação das partículas subatômicas é uma ilusão, isto significa que em nível mais profundo de realidade todas as coisas do universo estão infinitamente interconectadas. Os elétrons num átomo de carbono no cérebro humano estão interconectados com as partículas subatômicas que compreendem cada salmão que nada, cada coração que bate, e cada estrela que brilha no céu.
Tudo interpenetra tudo e embora a natureza humana possa buscar categorizar como um pombal e subdividir os vários fenômenos do universo, todos os aportes toda esta necessidade é de fato artificial e todas de natureza que é finalmente uma rede sem sentido.
Em um universo holográfico, mesmo o tempo e o espaço não podem mais serem vistos como fundamentais. Porque conceitos como localização se quebram diante de um universo em que nada está verdadeiramente separado de nada, tempo e espaço tridimensional, como as imagens dos peixes nos monitores, também podem ser vistos como projeções de ordem mais profunda.
Este tipo de realidade a nível mais profundo é um tipo de super holograma no qual o passado, o presente, o futuro existem simultaneamente. Sugere que tendo as ferramentas apropriadas pode ser algum dia possível entrar dentro deste nível de realidade super-holográ fica e trazer cenas do passado há muito esquecido. Seja o que for que o super holograma contenha, é ainda uma questão em aberto. Pode-se até admitir, por amor a argumentação, que o super-holograma é a matriz que deu nascimento a tudo em nosso universo e, no mínimo, contém cada partícula sub-atômica que existe ou existirá - cada configuração da matéria e energia que é possível, de flocos de neve a quasars, de baleias azuis aos raios gama. Deve ser visto como um tipo de "depósito" de "Tudo que é".
Embora Bohm admita que não há maneira de saber o que mais pode estar oculto no super-holograma, ele se arrisca em dizer que não temos qualquer razão para admitir que ele não contenha mais. Ou, como ele coloca, talvez o nível super-holográ fico da realidade é um simples estágio além do que repousa "uma infinidade de desenvolvimento posterior".
Bohm não é o único pesquisador que encontrou evidências de que o universo é um holograma. Trabalhando independentemente no campo da pesquisa cerebral, o neurofisiologista Karl Pribram, de Standford também se persuadiu da natureza holográfica da realidade. Pribram desenhou o modelo holográfico para o quebra-cabeças de como e onde as memórias são guardadas no cérebro.
Por décadas, inúmeros estudos tem mostrado que muito mais que confinadas a uma localização específica, as memórias estão dispersas pelo cérebro. Em uma série de experiências com marcadores na década de 20, o cientista cerebral Karl Lashley concluiu que não importava que porção do cérebro do rato era removida; ele era incapaz de erradicar a memória de como eram realizadas as atividades complexas que tinham sido aprendidas antes da cirurgia. O único problema foi que ninguém foi capaz de poder explicar a natureza de "inteiro em cada parte" da estocagem da memória.
Então, na década de 60, Pribram encontrou o conceito de holografia e entendeu que ele tinha achado a explicação que os cientistas cerebrais estavam buscando. Pribram acredita que as memórias são codificadas não nos neurônios, ou pequenos grupos de neurônios, mas em padrões de impulsos nervosos de tipo cruzado em todo o cérebro da mesma forma que a interferência da luz laser atravessa toda a área de um pedaço de filme contendo uma imagem holográfica. Em outras palavras, Pribram acredita que o próprio cérebro é um holograma.
A teoria de Pribram também explica como o cérebro humano pode guardar tantas memórias em um espaço tão pequeno. Tem sido calculado que o cérebro humano tem a capacidade de memorizar algo na ordem de 10 bilhões de bits de informação durante a média da vida humana (ou rudemente comparando, a mesma quantidade de informação contida em cinco volumes da Enciclopédia Britânica).
Similarmente, foi descoberto que em adição a suas outras capacidades, o holograma possui uma capacidade de estocagem de informação simplesmente mudando o ângulo no qual os dois lasers atingem um pedaço de filme fotográfico, e é possível gravar muitos registros diferentes na mesma superfície. Tem sido demonstrado que um centímetro cúbico pode estocar mais que 10 bilhões de bits de informação.
Nossa habilidade de rapidamente recuperar qualquer informação que precisamos do enorme estoque de nossas memórias se torna mais compreensível se o cérebro funciona segundo princípios holográficos. Se um amigo pede a você que diga o que lhe vem a mente quando ele diz a palavra "zebra", você não tem que percorrer uma gigantesca lista alfabética para encontrar a resposta. Ao contrário, associações como "listrada", parecida com um cavalo e "animal nativo da África" logo lhe vem à mente.
Uma das coisas mais surpreendentes sobre o processo de pensamento humano é que cada peça de informação parece imediatamente correlacionada com muitas outras - uma outra característica intrínseca do holograma. Por que cada porção de um holograma é infinitamente interligada com todas as outras porções, talvez seja a natureza o supremo exemplo de um sistema interligado.
A estocagem da memória não é o único quebra-cabeças neurofisiológico que se torna abordável à luz do modelo holográfico de cérebro de Pribram. Um outro é como o cérebro é capaz de traduzir a avalanche de freqüências que recebe via sentidos (freqüências de sons, freqüências de luz e assim por diante ) dentro do mundo concreto de nossas percepções. Codificar e decodificar freqüências é precisamente o que o holograma faz melhor.
Exatamente como um holograma funciona como um tipo de lente, um aparelho tradutor capaz de converter um borrão de freqüências aparentemente sem sentido em uma imagem coerente, Pribram acredita que o cérebro também parece uma lente e usa os princípios holográficos para converter matematicamente as freqüências que recebe através dos sentidos dentro do mundo interior de nossas percepções. Um impressionante corpo de evidência sugere que o cérebro usa os princípios holográficos para realizar as suas operações. A teoria de Pribram de fato tem ganho suporte crescente entre os neurofisiologistas.
O pesquisador ítalo-argentino Hugo Zucarelli recentemente estendeu o modelo holográfico ao mundo dos fenômenos acústicos. Confuso pelo fato de que os humanos podem localizar a fonte dos sons sem moverem as cabeças, mesmo se eles só possuem audição em um ouvido, Zucarelli descobriu que os princípios holográficos podem explicar estas habilidades. Zucarelli também desenvolveu uma técnica de som holográfico, uma técnica de gravação capaz de reproduzir sons acústicos com um realismo quase inconcebível.
A crença de Pribram de que nossos cérebros constroem matematicamente a "dura" realidade pela liberação de um input de uma freqüência dominante também tem recebido grande quantidade de suporte experimental. Foi descoberto que cada um de nossos sentidos é sensível a uma extensão muito mais ampla de freqüências do que se suspeitava anteriormente.
Os pesquisadores têm descoberto, por exemplo, que nosso sistema visual é sensível às freqüências de som, nosso sentido de olfato é em parte dependente do que agora chamamos de freqüências cósmicas e que mesmo cada célula de nosso corpo é sensível a uma ampla extensão de freqüências. Estas descobertas sugerem que está apenas sob o domínio holográfico da consciência e que estas freqüências são selecionadas e divididas dentro das percepções convencionais.
Mas o mais envolvente aspecto do modelo holográfico cerebral de Pribram é o que acontece quando ele é conjugado à teoria de Bohm. Se a "concretividade" do mundo nada mais é do que uma realidade secundária e o que está "lá" é um borrão de freqüências holográfico, e se o cérebro é também um holograma e apenas seleciona algumas das freqüências deste borrão e matematicamente transforma-as em percepções sensoriais, o que vem a ser a realidade objetiva? Colocando de forma simples, ela deixa de existir.
Como as religiões orientais há muito tem afirmado, o mundo material é Maya, uma ilusão, e embora pensemos que somos seres físicos que se movem em um mundo físico, isto também é uma ilusão. Somos realmente "receptores" boiando num mar caleidoscópico de freqüências, e o que extraímos deste mar e transformamos em realidade física não é mais que um canal entre muitos do super holograma.
Esta intrigante figura da realidade, a síntese das abordagens de Bohm e Pribram tem sido chamada de "paradigma holográfico", e embora muitos cientistas tenham recebido isto com ceticismo, este paradigma tem galvanizado outros. Um pequeno mas crescente grupo de pesquisadores acredita que este pode ser o modelo mais acurado da realidade científica que foi mais longe. Mais do que isto, muitos acreditam que ele pode solucionar muitos mistérios que nunca foram antes explicados pela ciência e mesmo estabelecer o paranormal como parte da natureza. Numerosos pesquisadores, como Bohm e Pribram, têm notado que muitos fenômenos parapsicológicos se tornam muito mais compreensíveis em termos do paradigma holográfico.
Em um universo em que cérebros individuais são atualmente porções indivisíveis de um holograma muito maior e tudo está infinitamente interligado, a telepatia pode ser simplesmente o acessar do nível holográfico. E é obviamente muito mais fácil entender como a informação pode viajar da mente do indivíduo A para a do indivíduo B ao ponto mais distante e auxilia a entender um grande número de quebra-cabeças em psicologia.
Em particular, Grof sente que o paradigma holográfico oferece um modelo de compreensão para muitos estonteantes fenômenos vivenciados por indivíduos durante estados alterados de consciência. Nos anos 50, conduzindo uma pesquisa em que se acreditava que o LSD seria um instrumento psicoterapêutico, Grof teve uma paciente que de repente ficou convencida que tinha assumido a identidade de uma fêmea de uma espécie pré-histórica de répteis.
Durante o curso da alucinação dela, ela não somente deu riquíssimos detalhes do que ela sentia ao ser encapsulada naquela forma, mas notou que uma porção do macho daquela espécie tinha anatomia que era um caminho para as escamas coloridas ao lado de sua cabeça. O que foi surpreendente para Grof é que a mulher não tinha conhecimento prévio sobre estas coisas, e uma conversa posterior com um zoólogo confirmou que em certas espécies de répteis as áreas coloridas na cabeça tem um importante papel como estimulantes do desenvolvimento sexual.
A experiência desta mulher não foi única. Durante o curso da pesquisa, Grof encontrou exemplos de pacientes regredindo e se identificando com virtualmente todas as espécies na árvore evolucionária (descobertas da pesquisa ajudaram a influenciar a cena do homem-vindo- do-macaco no filme Altered States). E mais ainda, ele descobriu que estas experiências freqüentemente continham detalhes obscuros que mais tarde vieram a ser confirmados como acurados.
Regressões dentro do reino animal não são os únicos quebra cabeças entre os fenômenos psicológicos que Grof encontrou. Ele também teve pacientes que pareciam entrar em algum tipo de consciência racial ou coletiva. Indivíduos com pouca ou nenhuma educação, repentinamente, davam detalhadas descrições das práticas funerárias do Zoroastrismo e cenas da mitologia hindu. Em outro tipo de experiências os indivíduos forneciam relatos persuasivos de jornadas fora do corpo, relâmpagos pré-cognitivos do futuro, de regressões dentro de aparentemente encarnações de vidas passadas.
Em pesquisa posterior, Grof encontrou a mesma extensão de fenômenos manifestados em seções de terapia que não envolviam o uso de drogas. Em virtude dos elementos em comum nestas experiências parecerem transcender a consciência individual, além dos usuais limites do ego e/ou as limitações de tempo ou espaço, Grof chamou estas manifestações de experiências transpessoais e no fim dos anos 60 ele auxiliou na fundação de um ramo de psicologia chamada "psicologia transpessoal" e se devotou inteiramente ao seu estudo.
Embora a recém-fundada Association of Transpersonal Psychology conquistasse um rápido crescimento entre o grupo de profissionais de mente similar, e se tornasse um ramo respeitado da psicologia, durante anos nem Grof nem seus colegas foram capazes de fornecer um mecanismo para explicar os bizarros fenômenos psicológicos que eles estavam testemunhando. Mas isto mudou com o advento do paradigma holográfico. Como Grof recentemente notou, se a mente é parte de um continuum, um labirinto que é conectado não somente as outras mentes que existem ou existiram, mas a cada átomo, cada organismo e região na vastidão do espaço e tempo, o fato de que seja capaz de ocasionalmente fazer entradas no labirinto e ter experiências transpessoais não pode mais parecer estranho.
O paradigma holográfico tem também implicações nas chamadas ciências "concretas" como a biologia. Keith Floyd, um psicólogo do Virginia Intermont College, tem pontificado que a concretividade da realidade é apenas uma ilusão holográfica, e não está muito longe da verdade dizer que o cérebro produz a consciência. Mais ainda, é a consciência que cria a aparência do cérebro - bem como do corpo e de tudo mais que nós interpretamos como físico.
Esta virada na maneira de se ver as estruturas biológicas fez com que pesquisadores apontassem que a medicina e o nosso entendimento do processo de cura poderia também ser transformado em um paradigma holográfico. Se a aparente estrutura física do corpo nada mais é do que a projeção holográfica da consciência, torna-se claro que cada um de nós é mais responsável por sua saúde do que admite a atual sabedoria médica. Que nós agora vejamos as remissões miraculosas de doenças podem ser próprias de mudanças na consciência que por sua vez efetua alterações no holograma do corpo.
Similarmente, novas técnicas controversas de cura como a visualização podem funcionar muito bem porque no domínio holográfico de imagens pensadas que são muito "reais" se tornam "realidade". Mesmo visões e experiências que envolvem realidades "não ordinárias" se tornam explicáveis sob o paradigma holográfico. Em seu livro, "Gifts of Unknown Things," o biologista Lyall Watson descreve seu encontro com uma mulher xamã indonésia que, realizando uma dança ritual , foi capaz de fazer um ramo inteiro de uma árvore desaparecer no ar. Watson relata que ele e outro atônito expectador continuaram a olhar para a mulher, e ela fez o ramo reaparecer, desaparecer novamente e assim por várias vezes.
Embora o atual entendimento científico seja incapaz de explicar estes eventos, experiências como esta vem a ser mais plausíveis se a "dura" realidade é apenas uma projeção holográfica. Talvez concordemos sobre o que está "lá" ou "não está lá " porque o que chamamos consenso realidade é formulada e ratificada a nível de inconsciência humana a qual todas as mentes estão interligadas.
Se isto é verdade, a mais profunda implicação do paradigma holográfico é que as experiências do tipo da de Watson não são lugares comum somente porque nós não temos programado nossas mentes com as crenças que fazem com que sejam. Num universo holográfico não há limites para a extensão do quanto podemos alterar o tecido da realidade. O que percebemos como realidade é apenas uma forma esperando que desenhemos sobre ela qualquer imagem que queiramos.
Tudo é possível, de colheres entortadas com o poder da mente aos eventos fantasmagóricos vivenciados por Castañeda durante seus encontros com o bruxo Yaqui Don Juan, mágico de nascença, não mais nem menos miraculoso que a nossa habilidade para computar a realidade que nós queremos quando sonhamos.
E assim, mesmo as nossas noções fundamentais sobre a realidade se tornam suspeitas, dentro de um universo holográfico, como Pribram postulou, e mesmo eventos ao acaso podem ser vistos dentro dos princípios básicos holográficos e portanto determinados.
Sincronicidades ou coincidências significativas de repente fazem sentido, e tudo na realidade terá que ser visto como uma metáfora, e mesmo eventos ao acaso expressariam alguma simetria subjacente.
Seja o paradigma holográfico de Bohm e Pribram aceito na ciência ou morra de morte ignóbil, é seguro dizer que ele já tem influenciado a mente de muitos cientistas. E mesmo se descoberto que o modelo holográfico não oferece a melhor explicação para as comunicações instantâneas que vimos ocorrer entre as partículas subatômicas, no mínimo, como observou notou Basil Hiley, um físico do Birbeck College de Londres, os achados de Aspect " indicam que devemos estar preparados para considerar radicalmente novos pontos de vista da realidade".
Reality - the Holographic Universe - 03/16/97 REALITY.ASC na lista KeelyNet BBS em 24 de fevereiro de 1991
Em 1982 ocorreu um fato muito importante. Na Universidade de Paris uma equipe de pesquisa liderada pelo físico Alain Aspect, realizou o que pode tornar-se a mais importante experiência do século XX. Você não ouviu falar sobre isto nas notícias da noite. De fato, a menos que você tenha o hábito de ler jornais e revistas científicas, você provavelmente nunca ouviu falar no nome de Aspect. E há muitos que pensam que o que ele descobriu pode mudar a face da ciência.
Aspect e a sua equipa descobriram que sob certas circunstâncias, partículas sub-atómicas como os elétrons são capazes de, instantaneamente, comunicarem umas com as outras a despeito da distância que as separe. Não importa se esta distância é de 10 pés ou de 10 bilhões de milhas. De alguma forma uma partícula sabe sempre o que a outra está a fazer. O problema com esta descoberta é que isto viola a por muito tempo sustentada afirmação de Einstein que nenhuma comunicação pode viajar mais rápido que a velocidade da luz. E como viajar mais rápido que a velocidade da luz é o objetivo máximo para quebrar a barreira do tempo, este fato estonteante tem feito com que muitos físicos tentem descartar, com maneiras elaboradas, as conclusões de Aspect. Mas também têm proporcionado que outros busquem explicações mais radicais.
O físico da Universidade de Londres, David Bohm, por exemplo, acredita que as descobertas de Aspect implicam que a realidade objetiva não existe, que, a despeito da aparente solidez, o Universo está no coração de um holograma fantástico, gigantesco e extremamente detalhado.
Para entender porque Bohm faz esta afirmação surpreendente, temos primeiro que saber um pouco sobre hologramas. Um holograma é uma fotografia tridimensional feita com a ajuda de um laser. Para fazer um holograma, o objeto a ser fotografado é primeiro banhado com a luz de um raio laser. Então um segundo raio laser é colocado fora da luz refletida do primeiro e o padrão resultante da interferência (a área aonde se combinam estes dois raios laser) é capturada no filme. Quando o filme é revelado, parece um redemoinho de luzes e linhas escuras. Mas logo que este filme é iluminado por um terceiro raio laser, aparece a imagem tridimensional do objeto original.
A tridimensionalidade destas imagens não é a única característica importante dos hologramas. Se o holograma de uma rosa é cortado a metade e então iluminado por um laser, em cada metade ainda será encontrada uma imagem da rosa inteira. E mesmo que seja novamente dividida cada parte do filme sempre apresentará uma menor, mas ainda intacta versão da imagem original. Diferente das fotografias normais, cada parte de um holograma contém toda a informação possuída pelo todo.
A natureza de "todo em cada parte" de um holograma proporciona- nos uma maneira inteiramente nova de entender organização e ordem. Durante a maior parte da sua história, a ciência ocidental tem trabalhado dentro de um conceito que a melhor maneira para entender um fenômeno físico, seja ele um sapo ou um átomo, é dissecá-lo e estudar as suas partes respectivas. Um holograma ensina-nos que muitas coisas no Universo não podem ser conduzidas por esta abordagem. Se tentamos tomar alguma coisa à parte, alguma coisa construída holograficamente, não obteremos as peças da qual esta coisa é feita, obteremos apenas inteiros menores.
Este "insight" é o sugerido por Bohm como outra forma de compreender os aspectos da descoberta de Aspect. Bohm acredita que a razão que habilita as subpartículas a permanecerem em contacto umas com as outras a despeito da distância que as separa não é porque elas estejam a enviar algum tipo de sinal misterioso, mas porque esta separação é uma ilusão. Ele argumenta que num nível mais profundo da realidade estas partículas não são entidades individuais, mas são extensões da mesma coisa fundamental.
Para capacitar as pessoas a melhor visualizarem o que ele quer dizer, Bohm oferece a seguinte ilustração: imagine um aquário que contém um peixe. Imagine também que você não é capaz de ver este aquário diretamente e o seu conhecimento deste aquário dá-se por meio de duas câmaras de televisão, uma dirigida ao lado da frente e outra à parte lateral.
Quando você fica a observar atentamente os dois monitores, você acaba por presumir que o peixe de cada uma das telas é uma entidade individual. Isto porque, como as câmaras foram colocadas em ângulos diferentes, cada uma das imagens será também ligeiramente diferente. Mas se você continua a olhar para os dois peixes, você acaba por adquirir a consciência de que há uma relação entre eles. Quando um se vira, o outro faz uma volta correspondente apenas ligeiramente diferente; quando um se coloca de frente para a frente, o outro se coloca de frente para o lado. Se você não sabe das angulações das câmaras você pode ser levado a concluir que os peixes estão a intercomunicar- se, apesar de claramente este não ser o caso.
Isto, diz Bohm, é precisamente o que acontece com as partículas sub-atômicas na experiência de Aspect. Segundo Bohm, a aparente ligação «mais-rápido-do- que-a-luz» entre as partículas sub-atômicas está a dizer-nos que realmente existe um nível de realidade mais profundo da qual não estamos privados, uma dimensão mais complexa além da nossa própria que é análoga ao aquário. E ele acrescenta, vemos objetos como estas partículas sub-atômicas como se estivessem separadas umas das outras porque estamos a ver apenas uma porção da realidade delas. Estas partículas não são partes separadas mas sim facetas de uma unidade mais profunda e mais subliminar que é holográfica e indivisível como a rosa previamente mencionada. E como tudo na realidade física está compreendido dentro destes "eidolons", o próprio universo é uma projeção, um holograma.
Em adição a esta natureza fantástica, este universo possuiria outras características surpreendentes. Se a aparente separação das partículas subatômicas é uma ilusão, isto significa que em nível mais profundo de realidade todas as coisas do universo estão infinitamente interconectadas. Os elétrons num átomo de carbono no cérebro humano estão interconectados com as partículas subatômicas que compreendem cada salmão que nada, cada coração que bate, e cada estrela que brilha no céu.
Tudo interpenetra tudo e embora a natureza humana possa buscar categorizar como um pombal e subdividir os vários fenômenos do universo, todos os aportes toda esta necessidade é de fato artificial e todas de natureza que é finalmente uma rede sem sentido.
Em um universo holográfico, mesmo o tempo e o espaço não podem mais serem vistos como fundamentais. Porque conceitos como localização se quebram diante de um universo em que nada está verdadeiramente separado de nada, tempo e espaço tridimensional, como as imagens dos peixes nos monitores, também podem ser vistos como projeções de ordem mais profunda.
Este tipo de realidade a nível mais profundo é um tipo de super holograma no qual o passado, o presente, o futuro existem simultaneamente. Sugere que tendo as ferramentas apropriadas pode ser algum dia possível entrar dentro deste nível de realidade super-holográ fica e trazer cenas do passado há muito esquecido. Seja o que for que o super holograma contenha, é ainda uma questão em aberto. Pode-se até admitir, por amor a argumentação, que o super-holograma é a matriz que deu nascimento a tudo em nosso universo e, no mínimo, contém cada partícula sub-atômica que existe ou existirá - cada configuração da matéria e energia que é possível, de flocos de neve a quasars, de baleias azuis aos raios gama. Deve ser visto como um tipo de "depósito" de "Tudo que é".
Embora Bohm admita que não há maneira de saber o que mais pode estar oculto no super-holograma, ele se arrisca em dizer que não temos qualquer razão para admitir que ele não contenha mais. Ou, como ele coloca, talvez o nível super-holográ fico da realidade é um simples estágio além do que repousa "uma infinidade de desenvolvimento posterior".
Bohm não é o único pesquisador que encontrou evidências de que o universo é um holograma. Trabalhando independentemente no campo da pesquisa cerebral, o neurofisiologista Karl Pribram, de Standford também se persuadiu da natureza holográfica da realidade. Pribram desenhou o modelo holográfico para o quebra-cabeças de como e onde as memórias são guardadas no cérebro.
Por décadas, inúmeros estudos tem mostrado que muito mais que confinadas a uma localização específica, as memórias estão dispersas pelo cérebro. Em uma série de experiências com marcadores na década de 20, o cientista cerebral Karl Lashley concluiu que não importava que porção do cérebro do rato era removida; ele era incapaz de erradicar a memória de como eram realizadas as atividades complexas que tinham sido aprendidas antes da cirurgia. O único problema foi que ninguém foi capaz de poder explicar a natureza de "inteiro em cada parte" da estocagem da memória.
Então, na década de 60, Pribram encontrou o conceito de holografia e entendeu que ele tinha achado a explicação que os cientistas cerebrais estavam buscando. Pribram acredita que as memórias são codificadas não nos neurônios, ou pequenos grupos de neurônios, mas em padrões de impulsos nervosos de tipo cruzado em todo o cérebro da mesma forma que a interferência da luz laser atravessa toda a área de um pedaço de filme contendo uma imagem holográfica. Em outras palavras, Pribram acredita que o próprio cérebro é um holograma.
A teoria de Pribram também explica como o cérebro humano pode guardar tantas memórias em um espaço tão pequeno. Tem sido calculado que o cérebro humano tem a capacidade de memorizar algo na ordem de 10 bilhões de bits de informação durante a média da vida humana (ou rudemente comparando, a mesma quantidade de informação contida em cinco volumes da Enciclopédia Britânica).
Similarmente, foi descoberto que em adição a suas outras capacidades, o holograma possui uma capacidade de estocagem de informação simplesmente mudando o ângulo no qual os dois lasers atingem um pedaço de filme fotográfico, e é possível gravar muitos registros diferentes na mesma superfície. Tem sido demonstrado que um centímetro cúbico pode estocar mais que 10 bilhões de bits de informação.
Nossa habilidade de rapidamente recuperar qualquer informação que precisamos do enorme estoque de nossas memórias se torna mais compreensível se o cérebro funciona segundo princípios holográficos. Se um amigo pede a você que diga o que lhe vem a mente quando ele diz a palavra "zebra", você não tem que percorrer uma gigantesca lista alfabética para encontrar a resposta. Ao contrário, associações como "listrada", parecida com um cavalo e "animal nativo da África" logo lhe vem à mente.
Uma das coisas mais surpreendentes sobre o processo de pensamento humano é que cada peça de informação parece imediatamente correlacionada com muitas outras - uma outra característica intrínseca do holograma. Por que cada porção de um holograma é infinitamente interligada com todas as outras porções, talvez seja a natureza o supremo exemplo de um sistema interligado.
A estocagem da memória não é o único quebra-cabeças neurofisiológico que se torna abordável à luz do modelo holográfico de cérebro de Pribram. Um outro é como o cérebro é capaz de traduzir a avalanche de freqüências que recebe via sentidos (freqüências de sons, freqüências de luz e assim por diante ) dentro do mundo concreto de nossas percepções. Codificar e decodificar freqüências é precisamente o que o holograma faz melhor.
Exatamente como um holograma funciona como um tipo de lente, um aparelho tradutor capaz de converter um borrão de freqüências aparentemente sem sentido em uma imagem coerente, Pribram acredita que o cérebro também parece uma lente e usa os princípios holográficos para converter matematicamente as freqüências que recebe através dos sentidos dentro do mundo interior de nossas percepções. Um impressionante corpo de evidência sugere que o cérebro usa os princípios holográficos para realizar as suas operações. A teoria de Pribram de fato tem ganho suporte crescente entre os neurofisiologistas.
O pesquisador ítalo-argentino Hugo Zucarelli recentemente estendeu o modelo holográfico ao mundo dos fenômenos acústicos. Confuso pelo fato de que os humanos podem localizar a fonte dos sons sem moverem as cabeças, mesmo se eles só possuem audição em um ouvido, Zucarelli descobriu que os princípios holográficos podem explicar estas habilidades. Zucarelli também desenvolveu uma técnica de som holográfico, uma técnica de gravação capaz de reproduzir sons acústicos com um realismo quase inconcebível.
A crença de Pribram de que nossos cérebros constroem matematicamente a "dura" realidade pela liberação de um input de uma freqüência dominante também tem recebido grande quantidade de suporte experimental. Foi descoberto que cada um de nossos sentidos é sensível a uma extensão muito mais ampla de freqüências do que se suspeitava anteriormente.
Os pesquisadores têm descoberto, por exemplo, que nosso sistema visual é sensível às freqüências de som, nosso sentido de olfato é em parte dependente do que agora chamamos de freqüências cósmicas e que mesmo cada célula de nosso corpo é sensível a uma ampla extensão de freqüências. Estas descobertas sugerem que está apenas sob o domínio holográfico da consciência e que estas freqüências são selecionadas e divididas dentro das percepções convencionais.
Mas o mais envolvente aspecto do modelo holográfico cerebral de Pribram é o que acontece quando ele é conjugado à teoria de Bohm. Se a "concretividade" do mundo nada mais é do que uma realidade secundária e o que está "lá" é um borrão de freqüências holográfico, e se o cérebro é também um holograma e apenas seleciona algumas das freqüências deste borrão e matematicamente transforma-as em percepções sensoriais, o que vem a ser a realidade objetiva? Colocando de forma simples, ela deixa de existir.
Como as religiões orientais há muito tem afirmado, o mundo material é Maya, uma ilusão, e embora pensemos que somos seres físicos que se movem em um mundo físico, isto também é uma ilusão. Somos realmente "receptores" boiando num mar caleidoscópico de freqüências, e o que extraímos deste mar e transformamos em realidade física não é mais que um canal entre muitos do super holograma.
Esta intrigante figura da realidade, a síntese das abordagens de Bohm e Pribram tem sido chamada de "paradigma holográfico", e embora muitos cientistas tenham recebido isto com ceticismo, este paradigma tem galvanizado outros. Um pequeno mas crescente grupo de pesquisadores acredita que este pode ser o modelo mais acurado da realidade científica que foi mais longe. Mais do que isto, muitos acreditam que ele pode solucionar muitos mistérios que nunca foram antes explicados pela ciência e mesmo estabelecer o paranormal como parte da natureza. Numerosos pesquisadores, como Bohm e Pribram, têm notado que muitos fenômenos parapsicológicos se tornam muito mais compreensíveis em termos do paradigma holográfico.
Em um universo em que cérebros individuais são atualmente porções indivisíveis de um holograma muito maior e tudo está infinitamente interligado, a telepatia pode ser simplesmente o acessar do nível holográfico. E é obviamente muito mais fácil entender como a informação pode viajar da mente do indivíduo A para a do indivíduo B ao ponto mais distante e auxilia a entender um grande número de quebra-cabeças em psicologia.
Em particular, Grof sente que o paradigma holográfico oferece um modelo de compreensão para muitos estonteantes fenômenos vivenciados por indivíduos durante estados alterados de consciência. Nos anos 50, conduzindo uma pesquisa em que se acreditava que o LSD seria um instrumento psicoterapêutico, Grof teve uma paciente que de repente ficou convencida que tinha assumido a identidade de uma fêmea de uma espécie pré-histórica de répteis.
Durante o curso da alucinação dela, ela não somente deu riquíssimos detalhes do que ela sentia ao ser encapsulada naquela forma, mas notou que uma porção do macho daquela espécie tinha anatomia que era um caminho para as escamas coloridas ao lado de sua cabeça. O que foi surpreendente para Grof é que a mulher não tinha conhecimento prévio sobre estas coisas, e uma conversa posterior com um zoólogo confirmou que em certas espécies de répteis as áreas coloridas na cabeça tem um importante papel como estimulantes do desenvolvimento sexual.
A experiência desta mulher não foi única. Durante o curso da pesquisa, Grof encontrou exemplos de pacientes regredindo e se identificando com virtualmente todas as espécies na árvore evolucionária (descobertas da pesquisa ajudaram a influenciar a cena do homem-vindo- do-macaco no filme Altered States). E mais ainda, ele descobriu que estas experiências freqüentemente continham detalhes obscuros que mais tarde vieram a ser confirmados como acurados.
Regressões dentro do reino animal não são os únicos quebra cabeças entre os fenômenos psicológicos que Grof encontrou. Ele também teve pacientes que pareciam entrar em algum tipo de consciência racial ou coletiva. Indivíduos com pouca ou nenhuma educação, repentinamente, davam detalhadas descrições das práticas funerárias do Zoroastrismo e cenas da mitologia hindu. Em outro tipo de experiências os indivíduos forneciam relatos persuasivos de jornadas fora do corpo, relâmpagos pré-cognitivos do futuro, de regressões dentro de aparentemente encarnações de vidas passadas.
Em pesquisa posterior, Grof encontrou a mesma extensão de fenômenos manifestados em seções de terapia que não envolviam o uso de drogas. Em virtude dos elementos em comum nestas experiências parecerem transcender a consciência individual, além dos usuais limites do ego e/ou as limitações de tempo ou espaço, Grof chamou estas manifestações de experiências transpessoais e no fim dos anos 60 ele auxiliou na fundação de um ramo de psicologia chamada "psicologia transpessoal" e se devotou inteiramente ao seu estudo.
Embora a recém-fundada Association of Transpersonal Psychology conquistasse um rápido crescimento entre o grupo de profissionais de mente similar, e se tornasse um ramo respeitado da psicologia, durante anos nem Grof nem seus colegas foram capazes de fornecer um mecanismo para explicar os bizarros fenômenos psicológicos que eles estavam testemunhando. Mas isto mudou com o advento do paradigma holográfico. Como Grof recentemente notou, se a mente é parte de um continuum, um labirinto que é conectado não somente as outras mentes que existem ou existiram, mas a cada átomo, cada organismo e região na vastidão do espaço e tempo, o fato de que seja capaz de ocasionalmente fazer entradas no labirinto e ter experiências transpessoais não pode mais parecer estranho.
O paradigma holográfico tem também implicações nas chamadas ciências "concretas" como a biologia. Keith Floyd, um psicólogo do Virginia Intermont College, tem pontificado que a concretividade da realidade é apenas uma ilusão holográfica, e não está muito longe da verdade dizer que o cérebro produz a consciência. Mais ainda, é a consciência que cria a aparência do cérebro - bem como do corpo e de tudo mais que nós interpretamos como físico.
Esta virada na maneira de se ver as estruturas biológicas fez com que pesquisadores apontassem que a medicina e o nosso entendimento do processo de cura poderia também ser transformado em um paradigma holográfico. Se a aparente estrutura física do corpo nada mais é do que a projeção holográfica da consciência, torna-se claro que cada um de nós é mais responsável por sua saúde do que admite a atual sabedoria médica. Que nós agora vejamos as remissões miraculosas de doenças podem ser próprias de mudanças na consciência que por sua vez efetua alterações no holograma do corpo.
Similarmente, novas técnicas controversas de cura como a visualização podem funcionar muito bem porque no domínio holográfico de imagens pensadas que são muito "reais" se tornam "realidade". Mesmo visões e experiências que envolvem realidades "não ordinárias" se tornam explicáveis sob o paradigma holográfico. Em seu livro, "Gifts of Unknown Things," o biologista Lyall Watson descreve seu encontro com uma mulher xamã indonésia que, realizando uma dança ritual , foi capaz de fazer um ramo inteiro de uma árvore desaparecer no ar. Watson relata que ele e outro atônito expectador continuaram a olhar para a mulher, e ela fez o ramo reaparecer, desaparecer novamente e assim por várias vezes.
Embora o atual entendimento científico seja incapaz de explicar estes eventos, experiências como esta vem a ser mais plausíveis se a "dura" realidade é apenas uma projeção holográfica. Talvez concordemos sobre o que está "lá" ou "não está lá " porque o que chamamos consenso realidade é formulada e ratificada a nível de inconsciência humana a qual todas as mentes estão interligadas.
Se isto é verdade, a mais profunda implicação do paradigma holográfico é que as experiências do tipo da de Watson não são lugares comum somente porque nós não temos programado nossas mentes com as crenças que fazem com que sejam. Num universo holográfico não há limites para a extensão do quanto podemos alterar o tecido da realidade. O que percebemos como realidade é apenas uma forma esperando que desenhemos sobre ela qualquer imagem que queiramos.
Tudo é possível, de colheres entortadas com o poder da mente aos eventos fantasmagóricos vivenciados por Castañeda durante seus encontros com o bruxo Yaqui Don Juan, mágico de nascença, não mais nem menos miraculoso que a nossa habilidade para computar a realidade que nós queremos quando sonhamos.
E assim, mesmo as nossas noções fundamentais sobre a realidade se tornam suspeitas, dentro de um universo holográfico, como Pribram postulou, e mesmo eventos ao acaso podem ser vistos dentro dos princípios básicos holográficos e portanto determinados.
Sincronicidades ou coincidências significativas de repente fazem sentido, e tudo na realidade terá que ser visto como uma metáfora, e mesmo eventos ao acaso expressariam alguma simetria subjacente.
Seja o paradigma holográfico de Bohm e Pribram aceito na ciência ou morra de morte ignóbil, é seguro dizer que ele já tem influenciado a mente de muitos cientistas. E mesmo se descoberto que o modelo holográfico não oferece a melhor explicação para as comunicações instantâneas que vimos ocorrer entre as partículas subatômicas, no mínimo, como observou notou Basil Hiley, um físico do Birbeck College de Londres, os achados de Aspect " indicam que devemos estar preparados para considerar radicalmente novos pontos de vista da realidade".
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
RASCUNHO PARA O DESENVOLVIMENTO DO PROJETO
LENDA POP FESTA
Apresentação
Cada região tem uma característica própria que modificar-se com ação do ciclo natural das coisas e com a interferência humana, que na luta para criar condições e adaptar seus conhecimentos aos locais, geram uma cultura típica, diferenciada. Temos então ai uma cultura cíclica natural ecossistemática, e uma intelectual artificial gerada pelos desbravadores de nossa região.
Cada região tem algo singular, algo que é muito próprio do lugar, principalmente no que se refere aos costumes, as manifestações artísticas, musicais, festas populares etc. Essas características e os aspectos típicos advindos dai, ajudam a gerar divisas com exploração desses elementos, comercializando produtos região e explorando o turismo.
Por exemplo, na região Nordeste tem o maracatu, o forro, as festas juninas e etc. No sul a música gaúcha, o samba no Rio de Janeiro, o rasquiado no centro oeste, o Carimbó no Pará, o Boi Bumbá no interior da Amazônia, e por ai vai. Aqui na fronteira do Brasil temos uma variedade de atrações naturais que podem serem exploradas, tais como os sons naturais da floresta, a música indígena, e o ritmo dos ayuasqueiros, coisas que podem serem aproveitadas como fonte de inspiração e pesquisa para gerar uma musica típica.
E essa é uma das propostas do projeto LENDA POP FESTA, ou seja, organizar uma equipe de pesquisadores para registrar e catalogar os sons naturais típicos da nossa região, e numa segunda fase com músicos e maestro decodifica-los e passa-los para partituras musicais, organiza-los em ritmos, tonalidade e etc. e aparti daí gerar composições musicais originais que serviram como trilha sonora dias de festas.
Os figurinos e indumentárias das LENDA POP FESTA, tem detalhes simbólicos compreensivos universais e significativos populares, típico da nossa região que visam leva os participante a um reflexões. A Mãe das Águas, o Mapinguary, a Cobra Grande, e o peixe Boto Encantado fazem parte dessa estratégia que tem como objetivo principal é chamar a atenção para o cuidado com o nosso meio ambiente e a questões que envolve os nossos povos das florestas, focando sempre a questão da preservação e principalmente a recuperação e manutenção dos nosso mananciais aqüíferos e o incentivo o extrativismo através do cultivo de fruteiras nos quintais das casas, para que nos períodos frutificação sejam utilizadas na produção de derivados e comercialização in natura dos mesmo, gerando renda para as comunidades envolvidas. As comunidades de cada regional ficariam responsáveis por uma fruta especifica (mamão, banana, abacaxi, cupuaçu, graviola e etc.) E no período de colheita seriam feitos eventos musicais de ensaios dos cardumes nas regionais responsáveis por essas frutas. A renda desses eventos é investida na produção artística do cardume e em projetos de interesse da comunidade, cursos e oficinas de iniciação artística em canto, dança, teatro e etc.
O fechamento do ciclo de festas bimestrais nas 6 regionais, tem como conclusão A
LENDA POP FESTA onde todas as comunidades expõem os seus trabalhos
em forma de enredos artísticos usando como temas mensagens de paz , amor e união entre os seres humanos.
A FESTA
A grande festa tem inicio com carros alegóricos desfilando pelos bairros da cidade, caracterizado de flores, frutas e outros motivos regionais, onde os nativos lendários que compõem os principais personagens da festa do leito do Rio Branco convidam a população para irem até a beira do rio recepcionar, os nobre encantados e os seres
mito lendários que serão trazidos pelo grande Boto Branco.
- O Boto Branco chega trazido pela Cobra Grande e a Mãe das
Águas, ladeada pelo Maracazeiro "lendário nativo festeiro" o grande
anfitrião da festa.
- Uma canoata de convidados especiais os acompanha (Ribeirinhos,
Pescadores, Indígenas, Seringueiros e etc.) Todos vestindo trajes
típicos regional e de época, onde a cor branca predomina.
Obs. Indumentárias e alegorias são confeccionadas com couro plástico e
complementadas com peças artesanais feitas com produtos extraídos da
floresta.
- O látex será a base dos cenários flutuantes conduzidos nas águas do rio através de barcos motorizados e a remo.
Chegando na beira do rio o Maracazeiro comanda o ritual ecumênico de
confraternização, onde os convidados, Evangélicos, Espíritas,
Católicos, ayuasqueiros e a comunidade em geral realizar a corrente de
vibrações positivas, Para energização das águas do Rio Acre.
- O objetivo desse ato é a confraternização dos segmentos
religiosos entorno do elemento água.
- A potencialização e energização das águas do Rio objetivando
purifica-la para que no seu circulo mutante, essa água
purifique todos com os quais ela entrar em contato.
- Depois desse ato vem o ritual da travessia do portal das águas doces onde os participante, de forma organizada mergulham nas águas do rio para saírem simbolicamente purificado no leito do RIO BRANCO.
Que é acompanhada por apresentações musicais de saudação e exaltação as
águas. (Essas musicas serão selecionadas através de um festival
popular pela comissão organizadora do evento) Apresentadas nos desfiles das Embarcassons
Embarcasom - Um barco equipado com um palco flutuante e aparelhagem
de som tipo trio elétrico de onde os Maracazeiros de cada cardume comandam a festa dos brincantes na beira do Rio.
São os que nos dias de festas conduzem os nobres Botos até os cardumes para fazer sua apresentação no leito do Rio Branco.
- Os nobre Botos depois de passar pelo do ritual de recepção dos cardumes, são conduzidos até os barcos do reino das flores sonoras de onde conduzem o desfiles dos seus cardumes através do percurso definido como a correnteza do grande remanso.
O GRANDE REMANSO - Um espaço circular onde acontecem os giros festivos dos cardumes, ruas da cidade previamente selecionadas ou um lugar especialmente construído para esse fim.
As taraflores - Grande tarafas de pescar em formato de flores que ficam armadas acima das ruas onde acontecem os desfiles, demarcando os locais onde os cardumes param para expor suas atrações.
O primeiro dia festa encerra com a apresentação e confraternização de todos os nobres participantes, sob o comando do grande Boto Branco que dá as boas vindas aos participantes e declara aberto os dias de festas.
Na segunda noite acontece os desfiles dos nobres Botos e seus cardumes
apresentando as atrações dos seus reinos encantados.
Na primeira noite desfilam os cardumes.
1) O BOTO estrela (verde)
2) O BOTO sol (dourado)
Terceira noite.
3) O BOTO Lua (prateado)
4) O BOTO Terra ( azul)
Obs. – Sugestões para identificação das cores oficiais de cada cardumes:
- Roupas de pano branco onde são colocados retalhos de panos coloridos e couro plástico, que sugerem que a roupa branca foi rasgada, deixando exposta a cor de identificação do cardume.
- Outra forma que pode ajudar nessa identificação é:
Os adereços e bijuteria compostas de penas, sementes, cipós,
cordas de fibras vegetais trabalhadas artesanalmente e apetrechos figurinicos confeccionados em couro plástico.
Observações complementares
* Para um envolvimento da comunidade jovem, a sugestão é que as musicas que compõem as trilhas sonoras da festa sejam apresentadas pelas fanfarras dos colégios.
* Todas as Músicas compostas por músicos e artistas nativos e residentes,
e serão interpretadas pelos Botos Maracazeiros de cada cardume, durante o percurso
do grande remansos.
* Carros alegórico em formato de barcos de flores e elementos ligados as águas
conduzem os interpretes.
* As músicas estaram em harmonia com os objetivos da festa, tem o elementos de destaque a águas, motivos meio ambientais e transcendentais .
* No período de festa são servidas comidas típicas e derivados de
produtos nativos, licores, refrigerantes, sucos, sorvetes com sabores
regionais e etc. Cada regional ocupa um espaço estratégico para
comercializar seus produtos.
- Cada cardume tem como objetivo conquistar novos súditos e
principalmente as princesas do leito Rio Branco para dar um ar de romantismo as festas.
- Fica a cargo da capacidade criativa dos responsáveis e organizadores de cada cardumes as atrações artísticas culturais que compõem suas apresentações.
- A apresentação são pontuadas por demonstrações de
poderes de encantamento dos Nobres Botos Condutores do Cardumes. (Encenações teatrais com acentuações poéticas visando atrair e convencer os brincantes).
Essas demonstrações de poderes acontece debaixo das taraflores.
As tarraflores - são 7 tarrafas coloridas em formatos de flores armadas em pontos estratégicos do trajeto definido como grande remanso.
Obs. - O aspecto competitivo da festa, tem como objetivo incentivar os
responsáveis pelos cardumes se esforçarem para darem o melhor
de si em suas apresentações.
- E as melhores apresentações serão selecionadas por um corpo de jurados
especializado nesse tipo de concurso.
O resultado de avaliação dos desfile dos cardumes é anunciada no
quarto dia, quando o grande BOTO BRANCO volta para fazer a festa de
confraternização final dos Cardumes.
A Mãe das Águas é o grande destaque nesse dia de festa. E
tem como objetivo maior nessa confraternização fazer os banzeiros de
alegria no Rio Branco para que ele transborde e inunde o mundo de
harmonia, paz e amor. Que acontece com o ritual do Balão Branco onde são destacadas as crianças.
Ai é anunciada a chegada da era dos Botos; dos Atlantas das águas doces, O milênio das águas doces, a era de aquário.
Apresentação
Cada região tem uma característica própria que modificar-se com ação do ciclo natural das coisas e com a interferência humana, que na luta para criar condições e adaptar seus conhecimentos aos locais, geram uma cultura típica, diferenciada. Temos então ai uma cultura cíclica natural ecossistemática, e uma intelectual artificial gerada pelos desbravadores de nossa região.
Cada região tem algo singular, algo que é muito próprio do lugar, principalmente no que se refere aos costumes, as manifestações artísticas, musicais, festas populares etc. Essas características e os aspectos típicos advindos dai, ajudam a gerar divisas com exploração desses elementos, comercializando produtos região e explorando o turismo.
Por exemplo, na região Nordeste tem o maracatu, o forro, as festas juninas e etc. No sul a música gaúcha, o samba no Rio de Janeiro, o rasquiado no centro oeste, o Carimbó no Pará, o Boi Bumbá no interior da Amazônia, e por ai vai. Aqui na fronteira do Brasil temos uma variedade de atrações naturais que podem serem exploradas, tais como os sons naturais da floresta, a música indígena, e o ritmo dos ayuasqueiros, coisas que podem serem aproveitadas como fonte de inspiração e pesquisa para gerar uma musica típica.
E essa é uma das propostas do projeto LENDA POP FESTA, ou seja, organizar uma equipe de pesquisadores para registrar e catalogar os sons naturais típicos da nossa região, e numa segunda fase com músicos e maestro decodifica-los e passa-los para partituras musicais, organiza-los em ritmos, tonalidade e etc. e aparti daí gerar composições musicais originais que serviram como trilha sonora dias de festas.
Os figurinos e indumentárias das LENDA POP FESTA, tem detalhes simbólicos compreensivos universais e significativos populares, típico da nossa região que visam leva os participante a um reflexões. A Mãe das Águas, o Mapinguary, a Cobra Grande, e o peixe Boto Encantado fazem parte dessa estratégia que tem como objetivo principal é chamar a atenção para o cuidado com o nosso meio ambiente e a questões que envolve os nossos povos das florestas, focando sempre a questão da preservação e principalmente a recuperação e manutenção dos nosso mananciais aqüíferos e o incentivo o extrativismo através do cultivo de fruteiras nos quintais das casas, para que nos períodos frutificação sejam utilizadas na produção de derivados e comercialização in natura dos mesmo, gerando renda para as comunidades envolvidas. As comunidades de cada regional ficariam responsáveis por uma fruta especifica (mamão, banana, abacaxi, cupuaçu, graviola e etc.) E no período de colheita seriam feitos eventos musicais de ensaios dos cardumes nas regionais responsáveis por essas frutas. A renda desses eventos é investida na produção artística do cardume e em projetos de interesse da comunidade, cursos e oficinas de iniciação artística em canto, dança, teatro e etc.
O fechamento do ciclo de festas bimestrais nas 6 regionais, tem como conclusão A
LENDA POP FESTA onde todas as comunidades expõem os seus trabalhos
em forma de enredos artísticos usando como temas mensagens de paz , amor e união entre os seres humanos.
A FESTA
A grande festa tem inicio com carros alegóricos desfilando pelos bairros da cidade, caracterizado de flores, frutas e outros motivos regionais, onde os nativos lendários que compõem os principais personagens da festa do leito do Rio Branco convidam a população para irem até a beira do rio recepcionar, os nobre encantados e os seres
mito lendários que serão trazidos pelo grande Boto Branco.
- O Boto Branco chega trazido pela Cobra Grande e a Mãe das
Águas, ladeada pelo Maracazeiro "lendário nativo festeiro" o grande
anfitrião da festa.
- Uma canoata de convidados especiais os acompanha (Ribeirinhos,
Pescadores, Indígenas, Seringueiros e etc.) Todos vestindo trajes
típicos regional e de época, onde a cor branca predomina.
Obs. Indumentárias e alegorias são confeccionadas com couro plástico e
complementadas com peças artesanais feitas com produtos extraídos da
floresta.
- O látex será a base dos cenários flutuantes conduzidos nas águas do rio através de barcos motorizados e a remo.
Chegando na beira do rio o Maracazeiro comanda o ritual ecumênico de
confraternização, onde os convidados, Evangélicos, Espíritas,
Católicos, ayuasqueiros e a comunidade em geral realizar a corrente de
vibrações positivas, Para energização das águas do Rio Acre.
- O objetivo desse ato é a confraternização dos segmentos
religiosos entorno do elemento água.
- A potencialização e energização das águas do Rio objetivando
purifica-la para que no seu circulo mutante, essa água
purifique todos com os quais ela entrar em contato.
- Depois desse ato vem o ritual da travessia do portal das águas doces onde os participante, de forma organizada mergulham nas águas do rio para saírem simbolicamente purificado no leito do RIO BRANCO.
Que é acompanhada por apresentações musicais de saudação e exaltação as
águas. (Essas musicas serão selecionadas através de um festival
popular pela comissão organizadora do evento) Apresentadas nos desfiles das Embarcassons
Embarcasom - Um barco equipado com um palco flutuante e aparelhagem
de som tipo trio elétrico de onde os Maracazeiros de cada cardume comandam a festa dos brincantes na beira do Rio.
São os que nos dias de festas conduzem os nobres Botos até os cardumes para fazer sua apresentação no leito do Rio Branco.
- Os nobre Botos depois de passar pelo do ritual de recepção dos cardumes, são conduzidos até os barcos do reino das flores sonoras de onde conduzem o desfiles dos seus cardumes através do percurso definido como a correnteza do grande remanso.
O GRANDE REMANSO - Um espaço circular onde acontecem os giros festivos dos cardumes, ruas da cidade previamente selecionadas ou um lugar especialmente construído para esse fim.
As taraflores - Grande tarafas de pescar em formato de flores que ficam armadas acima das ruas onde acontecem os desfiles, demarcando os locais onde os cardumes param para expor suas atrações.
O primeiro dia festa encerra com a apresentação e confraternização de todos os nobres participantes, sob o comando do grande Boto Branco que dá as boas vindas aos participantes e declara aberto os dias de festas.
Na segunda noite acontece os desfiles dos nobres Botos e seus cardumes
apresentando as atrações dos seus reinos encantados.
Na primeira noite desfilam os cardumes.
1) O BOTO estrela (verde)
2) O BOTO sol (dourado)
Terceira noite.
3) O BOTO Lua (prateado)
4) O BOTO Terra ( azul)
Obs. – Sugestões para identificação das cores oficiais de cada cardumes:
- Roupas de pano branco onde são colocados retalhos de panos coloridos e couro plástico, que sugerem que a roupa branca foi rasgada, deixando exposta a cor de identificação do cardume.
- Outra forma que pode ajudar nessa identificação é:
Os adereços e bijuteria compostas de penas, sementes, cipós,
cordas de fibras vegetais trabalhadas artesanalmente e apetrechos figurinicos confeccionados em couro plástico.
Observações complementares
* Para um envolvimento da comunidade jovem, a sugestão é que as musicas que compõem as trilhas sonoras da festa sejam apresentadas pelas fanfarras dos colégios.
* Todas as Músicas compostas por músicos e artistas nativos e residentes,
e serão interpretadas pelos Botos Maracazeiros de cada cardume, durante o percurso
do grande remansos.
* Carros alegórico em formato de barcos de flores e elementos ligados as águas
conduzem os interpretes.
* As músicas estaram em harmonia com os objetivos da festa, tem o elementos de destaque a águas, motivos meio ambientais e transcendentais .
* No período de festa são servidas comidas típicas e derivados de
produtos nativos, licores, refrigerantes, sucos, sorvetes com sabores
regionais e etc. Cada regional ocupa um espaço estratégico para
comercializar seus produtos.
- Cada cardume tem como objetivo conquistar novos súditos e
principalmente as princesas do leito Rio Branco para dar um ar de romantismo as festas.
- Fica a cargo da capacidade criativa dos responsáveis e organizadores de cada cardumes as atrações artísticas culturais que compõem suas apresentações.
- A apresentação são pontuadas por demonstrações de
poderes de encantamento dos Nobres Botos Condutores do Cardumes. (Encenações teatrais com acentuações poéticas visando atrair e convencer os brincantes).
Essas demonstrações de poderes acontece debaixo das taraflores.
As tarraflores - são 7 tarrafas coloridas em formatos de flores armadas em pontos estratégicos do trajeto definido como grande remanso.
Obs. - O aspecto competitivo da festa, tem como objetivo incentivar os
responsáveis pelos cardumes se esforçarem para darem o melhor
de si em suas apresentações.
- E as melhores apresentações serão selecionadas por um corpo de jurados
especializado nesse tipo de concurso.
O resultado de avaliação dos desfile dos cardumes é anunciada no
quarto dia, quando o grande BOTO BRANCO volta para fazer a festa de
confraternização final dos Cardumes.
A Mãe das Águas é o grande destaque nesse dia de festa. E
tem como objetivo maior nessa confraternização fazer os banzeiros de
alegria no Rio Branco para que ele transborde e inunde o mundo de
harmonia, paz e amor. Que acontece com o ritual do Balão Branco onde são destacadas as crianças.
Ai é anunciada a chegada da era dos Botos; dos Atlantas das águas doces, O milênio das águas doces, a era de aquário.
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Declaração Universal dos Direitos da Água
Em 22 de março de 1992 a ONU redigiu um documento intitulado "Declaração Universal dos Direitos da Água"
Merece uma profunda reflexão e divulgação por todos os amigos e defensores do Planeta Terra, em todos os dias.
1 - A água faz parte do patrimônio do planeta. Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão, é plenamente responsável aos olhos de todos.
2 - A água é a seiva de nosso planeta. Ela é condição essencial de vida de todo vegetal, animal ou ser humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura.
3 - Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia.
4 - O equilíbrio e o futuro de nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.
5 - A água não é somente herança de nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como a obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras.
6 - A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.
7 - A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis.
8 - A utilização da água implica em respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado.
9 - A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social.
10 - O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em
razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.
Fonte: ONU (Organização das Nações Unidas)
Merece uma profunda reflexão e divulgação por todos os amigos e defensores do Planeta Terra, em todos os dias.
1 - A água faz parte do patrimônio do planeta. Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão, é plenamente responsável aos olhos de todos.
2 - A água é a seiva de nosso planeta. Ela é condição essencial de vida de todo vegetal, animal ou ser humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura.
3 - Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia.
4 - O equilíbrio e o futuro de nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.
5 - A água não é somente herança de nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como a obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras.
6 - A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.
7 - A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis.
8 - A utilização da água implica em respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado.
9 - A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social.
10 - O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em
razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.
Fonte: ONU (Organização das Nações Unidas)
terça-feira, 7 de outubro de 2008
A GOTA LENDÁRIA
No começo o frio e o calor não se entendiam, era a era do eterno conflito, a mãe natureza fazia de tudo para acabar com o embate entre eles, e um dia, já cansada ela resolveu desistir, e muito triste sentou-se num canto e ficou olhando aquela briga que parecia não ter fim, e em meio as suas suplicas uma tristeza imensa a envolveu gerando uma lágrima solitária, que rolou pelo seu rosto e foi ficar presa entre as duas criaturas.
E a mãe natureza pensou: - Coitada dessa frágil criaturinha, vai ser massacrada.
O calor então aproximou-se da gotinha com sua luz, mas a gotinha logo dividiu a luz em varias cores, o calor aproximou-se mais, e ela reagiu rapidamente, evaporando e afastando-se da quintura, indo em direção ao frio, e enquanto aproximava-se do frio, a gotinha ia juntando suas partes dilatadas voltando a ser novamente uma gotinha, o frio tentou envolve-la, e novamente a gotinha reagiu solidificando-se e escapando, e voltando na direção do calor, aparti dai a gotinha ficou assim, indo pra lá e pra cá, pra lá e pra cá
E pela primeira vez a mãe natureza sorriu, a nova criaturinha que ela gerou com sua tristeza, e que parecia tão frágil, era mais forte que imaginara. E nesse vai e vem da gotinha ela fez o frio perceber que existia algo além dele e o calor vice-versa. A gotinha tornou-se uma mensageira entre eles, e com o passar do tempo os dois foram se acalmando e aprendendo a conviver com suas diferenças. E a mãe natureza feliz, batizou a gotinha com o nome de planeta terra e deu a ela muitos presentes. E um desses presente ela chamou de seres humanos ajuda-la a manter a gotinha sempre bem cuidada e limpinha. E a gotinha por sua vez, deixaria os seres humanos solverem parte do seu corpo liquido para se manterem vivos.
E a mãe natureza pensou: - Coitada dessa frágil criaturinha, vai ser massacrada.
O calor então aproximou-se da gotinha com sua luz, mas a gotinha logo dividiu a luz em varias cores, o calor aproximou-se mais, e ela reagiu rapidamente, evaporando e afastando-se da quintura, indo em direção ao frio, e enquanto aproximava-se do frio, a gotinha ia juntando suas partes dilatadas voltando a ser novamente uma gotinha, o frio tentou envolve-la, e novamente a gotinha reagiu solidificando-se e escapando, e voltando na direção do calor, aparti dai a gotinha ficou assim, indo pra lá e pra cá, pra lá e pra cá
E pela primeira vez a mãe natureza sorriu, a nova criaturinha que ela gerou com sua tristeza, e que parecia tão frágil, era mais forte que imaginara. E nesse vai e vem da gotinha ela fez o frio perceber que existia algo além dele e o calor vice-versa. A gotinha tornou-se uma mensageira entre eles, e com o passar do tempo os dois foram se acalmando e aprendendo a conviver com suas diferenças. E a mãe natureza feliz, batizou a gotinha com o nome de planeta terra e deu a ela muitos presentes. E um desses presente ela chamou de seres humanos ajuda-la a manter a gotinha sempre bem cuidada e limpinha. E a gotinha por sua vez, deixaria os seres humanos solverem parte do seu corpo liquido para se manterem vivos.
Toques Aqüiferos
No inicio do terceiro milênio tivemos alguns estudiosos dedicando seu tempo ao estudo do elemento água. Vejamos algumas de suas conclusões:
***A água assimila facilmente as vibrações e as energias do ambiente, seja tóxico e poluído ou naturalmente puro.
***As energias vibracionais humanas, pensamentos, palavras, idéias e músicas, afetam a estrutura molecular da água.
***A água ocupa 60% de um corpo humano maduro e cobre a mesma proporção do nosso planeta. É a fonte de toda a vida neste planeta, a sua qualidade e integridade são vitalmente importantes a todas as formas de vida. A qualidade de nossa vida está diretamente ligada à qualidade de nossa água.
***O corpo é como uma esponja e está composto de trilhões de câmaras chamadas células que comportam líquido.
***Quando nós olhamos nossos egos através do espelho da água, a mensagem torna-se surpreendente, límpida, inteligível.
***A vida humana está conectada diretamente à qualidade de nossa água, dentro e em torno de nós.
***A água assimila facilmente as vibrações e as energias do ambiente, seja tóxico e poluído ou naturalmente puro.
***As energias vibracionais humanas, pensamentos, palavras, idéias e músicas, afetam a estrutura molecular da água.
***A água ocupa 60% de um corpo humano maduro e cobre a mesma proporção do nosso planeta. É a fonte de toda a vida neste planeta, a sua qualidade e integridade são vitalmente importantes a todas as formas de vida. A qualidade de nossa vida está diretamente ligada à qualidade de nossa água.
***O corpo é como uma esponja e está composto de trilhões de câmaras chamadas células que comportam líquido.
***Quando nós olhamos nossos egos através do espelho da água, a mensagem torna-se surpreendente, límpida, inteligível.
***A vida humana está conectada diretamente à qualidade de nossa água, dentro e em torno de nós.
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
O sentimento das águas
texto encontrado no endereço eletrônico http://somostodosum.ig.com.br/conteudo/conteudo.asp?id=1919
Como a água reflete nossos sentimentos
Recebido de Bel Cesar
A água tem uma mensagem muito importante para nós. A água está nos
dizendo para olharmos muito mais profundamente os nossos egos. Quando
nós olhamos nossos egos através do espelho da água, a mensagem
torna-se surpreendente, límpida, inteligível. Nós sabemos que a vida
humana está conectada diretamente à qualidade de nossa água, dentro e
em torno de nós.
As fotografias e as informações neste artigo refletem o trabalho de
Masaru Emoto, um criativo e o visionário pesquisador japonês. O Sr.
Emoto publicou um livro importante, "A Mensagem da Água", com as
descobertas da pesquisa mundial que foi realizada por ele. Se você tem
qualquer dúvida de que seus pensamentos afetam tudo em, e ao redor de
você, as informações e fotografias que são apresentadas aqui, tiradas
do livro com os resultados da pesquisa publicada por Emoto, mudarão
sua mente e alterarão suas convicções profundamente.
Com o trabalho do Sr. Emoto ficamos munidos de evidência efetiva de
que a energias vibracionais humanas, pensamentos, palavras, idéias e
músicas, afetam a estrutura molecular da água. A mesma água que
compreende 60% de um corpo humano maduro e cobre a mesma proporção do
nosso planeta. A água é a fonte de toda a vida neste planeta, e
qualidade e integridade são vitalmente importantes a todas as formas
de vida. O corpo é como uma esponja e está composto de trilhões de
câmaras chamadas células que comportam líquido. A qualidade de nossa
vida está diretamente ligada à qualidade de nossa água.
A água é uma substância muito maleável. Sua forma física adapta-se
facilmente ao que o ambiente contém. Mas a aparência física não é a
única coisa que muda, sua estrutura molecular também muda. A energia
ou as vibrações do ambiente mudarão a forma molecular da água. Neste
sentido a água tem, não somente a habilidade de refletir visualmente o
ambiente, mas também reflete molecularmente este ambiente.
O Sr. Emoto documentou visualmente estas mudanças moleculares na água
por meio de suas técnicas fotográficas. Ele congelou gotas de água e
examinou-as então sob um microscópio de campo escuro dotado de
recursos fotográficos. Seu trabalho demonstra claramente a diversidade
da estrutura molecular da água e do efeito do ambiente sobre a sua
respectiva estrutura molecular.
A neve tem caído sobre a Terra por mais de alguns milhões de anos.
Cada floco de neve, como já dissemos, tem uma forma e uma estrutura
muito originais. Congelando a água e examinando a fotografia da
estrutura, como o Sr. Emoto fez, você obterá incríveis informações a
respeito da água.
Sr. Emoto descobriu muitas diferenças fascinantes nas estruturas
cristalinas da água de muitas fontes diferentes e condições diferentes
ao redor do planeta. A nascente de água pura que jorra da montanha,
mostra maravilhosos desenhos geométricos em seus padrões cristalinos.
Águas poluídas e tóxicas das áreas industriais e povoadas, águas
estagnadas das tubulações e represadas em armazenamentos mostram
estruturas cristalinas definitivamente distorcidas e formadas
aleatoriamente.
Nascente Sanbu-ichi Yusui Shimanto - Rio do Japão
Considerado o último rio limpo do Japão
Gelo Antártico
Fonte em Lourdes, França Lago de Biwako, o maior lago do centro do
Japão e charco da Região de Kinki. A poluição está se tornando pior.
Rio Yodo, Japan, vazamento na Baía de Osaka. O rio passa pelas
maiores cidades em Kasai.
Com a popularidade recente da terapia da música, o Sr. Emoto decidiu
observar que efeito a música tem na estrutura da água. Colocou uma
água destilada entre dois altofalantes por diversas horas e fotografou
então os cristais que se formaram depois que a água foi congelada.
Após ter visto como a água reagia às circunstâncias ambientais,
poluição e música, o sr. Emoto e seus colegas decidiram observar como
os pensamentos e as palavras afetavam a formação de águas destiladas
não tratadas e águas puras, usando palavras datilografadas em papel
por um processador de texto e coladas nos frascos de vidro durante a
noite. O mesmo procedimento foi executado usando os nomes de pessoas
falecidas. As águas foram então congeladas e fotografadas.
O trabalho extraordinário de Masaru Emoto é uma revelação
surpreendente, e é uma ferramenta poderosa que pode mudar nossas
percepções de nós mesmos e do mundo em que vivemos para sempre. Nós
temos evidências profundas de que nós podemos curar positivamente e
podemos transformar a nós mesmos e ao nosso planeta pelos pensamentos
que nós escolhemos pensar e as maneiras como colocamos estes
pensamentos em ação.
Fotografias mostram os incríveis reflexos da água, como viva e
altamente responsiva a cada uma de nossas emoções e pensamentos. Ficou
claro que a água facilmente assimila as vibrações e as energias do
ambiente, seja tóxico e poluído ou naturalmente puro.
Como a água reflete nossos sentimentos
Recebido de Bel Cesar
A água tem uma mensagem muito importante para nós. A água está nos
dizendo para olharmos muito mais profundamente os nossos egos. Quando
nós olhamos nossos egos através do espelho da água, a mensagem
torna-se surpreendente, límpida, inteligível. Nós sabemos que a vida
humana está conectada diretamente à qualidade de nossa água, dentro e
em torno de nós.
As fotografias e as informações neste artigo refletem o trabalho de
Masaru Emoto, um criativo e o visionário pesquisador japonês. O Sr.
Emoto publicou um livro importante, "A Mensagem da Água", com as
descobertas da pesquisa mundial que foi realizada por ele. Se você tem
qualquer dúvida de que seus pensamentos afetam tudo em, e ao redor de
você, as informações e fotografias que são apresentadas aqui, tiradas
do livro com os resultados da pesquisa publicada por Emoto, mudarão
sua mente e alterarão suas convicções profundamente.
Com o trabalho do Sr. Emoto ficamos munidos de evidência efetiva de
que a energias vibracionais humanas, pensamentos, palavras, idéias e
músicas, afetam a estrutura molecular da água. A mesma água que
compreende 60% de um corpo humano maduro e cobre a mesma proporção do
nosso planeta. A água é a fonte de toda a vida neste planeta, e
qualidade e integridade são vitalmente importantes a todas as formas
de vida. O corpo é como uma esponja e está composto de trilhões de
câmaras chamadas células que comportam líquido. A qualidade de nossa
vida está diretamente ligada à qualidade de nossa água.
A água é uma substância muito maleável. Sua forma física adapta-se
facilmente ao que o ambiente contém. Mas a aparência física não é a
única coisa que muda, sua estrutura molecular também muda. A energia
ou as vibrações do ambiente mudarão a forma molecular da água. Neste
sentido a água tem, não somente a habilidade de refletir visualmente o
ambiente, mas também reflete molecularmente este ambiente.
O Sr. Emoto documentou visualmente estas mudanças moleculares na água
por meio de suas técnicas fotográficas. Ele congelou gotas de água e
examinou-as então sob um microscópio de campo escuro dotado de
recursos fotográficos. Seu trabalho demonstra claramente a diversidade
da estrutura molecular da água e do efeito do ambiente sobre a sua
respectiva estrutura molecular.
A neve tem caído sobre a Terra por mais de alguns milhões de anos.
Cada floco de neve, como já dissemos, tem uma forma e uma estrutura
muito originais. Congelando a água e examinando a fotografia da
estrutura, como o Sr. Emoto fez, você obterá incríveis informações a
respeito da água.
Sr. Emoto descobriu muitas diferenças fascinantes nas estruturas
cristalinas da água de muitas fontes diferentes e condições diferentes
ao redor do planeta. A nascente de água pura que jorra da montanha,
mostra maravilhosos desenhos geométricos em seus padrões cristalinos.
Águas poluídas e tóxicas das áreas industriais e povoadas, águas
estagnadas das tubulações e represadas em armazenamentos mostram
estruturas cristalinas definitivamente distorcidas e formadas
aleatoriamente.
Nascente Sanbu-ichi Yusui Shimanto - Rio do Japão
Considerado o último rio limpo do Japão
Gelo Antártico
Fonte em Lourdes, França Lago de Biwako, o maior lago do centro do
Japão e charco da Região de Kinki. A poluição está se tornando pior.
Rio Yodo, Japan, vazamento na Baía de Osaka. O rio passa pelas
maiores cidades em Kasai.
Com a popularidade recente da terapia da música, o Sr. Emoto decidiu
observar que efeito a música tem na estrutura da água. Colocou uma
água destilada entre dois altofalantes por diversas horas e fotografou
então os cristais que se formaram depois que a água foi congelada.
Após ter visto como a água reagia às circunstâncias ambientais,
poluição e música, o sr. Emoto e seus colegas decidiram observar como
os pensamentos e as palavras afetavam a formação de águas destiladas
não tratadas e águas puras, usando palavras datilografadas em papel
por um processador de texto e coladas nos frascos de vidro durante a
noite. O mesmo procedimento foi executado usando os nomes de pessoas
falecidas. As águas foram então congeladas e fotografadas.
O trabalho extraordinário de Masaru Emoto é uma revelação
surpreendente, e é uma ferramenta poderosa que pode mudar nossas
percepções de nós mesmos e do mundo em que vivemos para sempre. Nós
temos evidências profundas de que nós podemos curar positivamente e
podemos transformar a nós mesmos e ao nosso planeta pelos pensamentos
que nós escolhemos pensar e as maneiras como colocamos estes
pensamentos em ação.
Fotografias mostram os incríveis reflexos da água, como viva e
altamente responsiva a cada uma de nossas emoções e pensamentos. Ficou
claro que a água facilmente assimila as vibrações e as energias do
ambiente, seja tóxico e poluído ou naturalmente puro.
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
ENTENDENDO A CRISE FINACEIRA MUNDIAL
AINDA SOBRE OS PAPÉIS NUMERADOS, É FÁCIL ENTENDER A CRISE MUNDIAL DESSE ANO.
Tradução da crise do subprime
É assim ó:
O seu Biu tem um bar, na Vila Carrapato, e decide que vai vender cachaça "na
caderneta" aos seus leais fregueses, todos bêbados, quase todos desempregados.
Porque decide vender a crédito, ele pode aumentar um pouquinho o preço da
dose da branquinha (a diferença é o sobrepreço que os pinguços pagam pelo
crédito).
O gerente do banco do seu Biu, um ousado administrador formado em curso de
emibiêi, decide que as cadernetas das dívidas do bar constituem, afinal, um
ativo recebível, e começa a adiantar dinheiro ao estabelecimento tendo a
pindura dos pinguços como garantia.
Uns seis zécutivos de bancos, mais adiante, lastreiam os tais recebíveis do
banco, e os transformam em CDB, CDO, CCD, UTI, OVNI, SOS ou qualquer outro
acrônimo financeiro que ninguém sabe exatamente o que quer dizer.
Esses adicionais instrumentos financeiros, alavancam o mercado de capitais e conduzem a operações
estruturadas de derivativos, na BM&F,cujo lastro inicial todo mundo desconhece (as tais cadernetas do seu Biu ).
Esses derivativos estão sendo negociados como se fossem títulos sérios, com fortes garantias reais, nos mercados de 73 países.
Até que alguém descobre que os bêubo da Vila Carrapato não têm dinheiro para pagar as contas, e o Bar do seu Biu vai à falência.
E toda a cadeia sifu.
Se todos os clientes caloteiros do Seu Biu resolvessem pagar suas dívidas, a soma total seria de R$ 470,32 , mas o Banco Central
vai ter que injetar no mercado algo em torno de R$ 123.525.183,21 para salvar alguns fundos de investimentos que não possuem
capital para honrar os seus compromissos referentes aos clientes caloteiros do Seu Biu,evitando assim uma grave crise sistêmica
no mercado financeiro.
Pronto é isso! Simples não.
Tradução da crise do subprime
É assim ó:
O seu Biu tem um bar, na Vila Carrapato, e decide que vai vender cachaça "na
caderneta" aos seus leais fregueses, todos bêbados, quase todos desempregados.
Porque decide vender a crédito, ele pode aumentar um pouquinho o preço da
dose da branquinha (a diferença é o sobrepreço que os pinguços pagam pelo
crédito).
O gerente do banco do seu Biu, um ousado administrador formado em curso de
emibiêi, decide que as cadernetas das dívidas do bar constituem, afinal, um
ativo recebível, e começa a adiantar dinheiro ao estabelecimento tendo a
pindura dos pinguços como garantia.
Uns seis zécutivos de bancos, mais adiante, lastreiam os tais recebíveis do
banco, e os transformam em CDB, CDO, CCD, UTI, OVNI, SOS ou qualquer outro
acrônimo financeiro que ninguém sabe exatamente o que quer dizer.
Esses adicionais instrumentos financeiros, alavancam o mercado de capitais e conduzem a operações
estruturadas de derivativos, na BM&F,cujo lastro inicial todo mundo desconhece (as tais cadernetas do seu Biu ).
Esses derivativos estão sendo negociados como se fossem títulos sérios, com fortes garantias reais, nos mercados de 73 países.
Até que alguém descobre que os bêubo da Vila Carrapato não têm dinheiro para pagar as contas, e o Bar do seu Biu vai à falência.
E toda a cadeia sifu.
Se todos os clientes caloteiros do Seu Biu resolvessem pagar suas dívidas, a soma total seria de R$ 470,32 , mas o Banco Central
vai ter que injetar no mercado algo em torno de R$ 123.525.183,21 para salvar alguns fundos de investimentos que não possuem
capital para honrar os seus compromissos referentes aos clientes caloteiros do Seu Biu,evitando assim uma grave crise sistêmica
no mercado financeiro.
Pronto é isso! Simples não.
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
O Globo Líquido
Estudos cientificos mostram que a bio-forma humanóide é composta de aproximadamente80% de água. O que vem arrazoar os argumentos dos personificadores Iaraistas, de que o elemento dominante em nossa bio-composição celular é o líquido precioso que ingerimos diariamente para sobreviver. É Baseado nisso que os lendologo da extensão Uiarista definem o elemento água, como o elemento produto-diretor intermediador que possibilita o nosso acesso a essa realidade corpórea terrestre.
"...Portanto, somos seres aquáticos, Temos outro tipo de relação com o meio em que interagimos; outras percepções; outras capacidades decodificativa do vivenciavel, essas capacidades foram travadas quando entramos nesta experiência genética interdimensional que resultou na criação e estruturação do que no inicio do terceiro milênio ainda era chamado de corpo humano."
"Com o tempo perdemos a consciência da nossa origem promordial liquida corporea interativa, pois o elemento água tem uma capacidade de associar-se a maioria dos elementos palpaveis visiveis e invisiveis vibrantes que passaram a existir depois do choque do asteróide que gerou essa dimensão que passamos a chamar de terrestre." "o corpo humano é uma poluição nescessária." dizem eles. "Fomos condicionados a distorções de crenças e certezas fruto das sensações que nos procionam esses contatos externos, que nos levam a equivocos decodificativos perceptivos do todo que nos cerca."
"A função de nos aprópria e manipular o elemento líquido junto com os elementos densos que compoem a crosta terrestre, é parte do grandioso projeto para despoluir o nosso ambiente primordial planetário aqüifero."
Segundo eles: "Que chamamos de crosta terrestre, na verdade é parte do grande asteróide que se chocou com o nosso globo líquido."
"Foi depois de muito esforço criativo que nos adaptamos a essa nova realidade gerada por esse "acidente" celeste."
" As bio-formas são elementos manipulaveis que usamos para ajudar na despoluição do nosso globo líquido. O que são chamado de bio-seres, são construções genéticas diversificadas, cada uma com funções específicas, agindo dentro de um sistema de produção e reprodução auto-sustentavel, e teem como missão, extrair esse corpo estranho sólido rochoso que ficou detido dentro do nosso globo d'água."
"Os humanóides, são a conclusão; a composição estrutural mais adequada, por isso tem como caracteristica o todo do esférico atmosférico globolar, para que assim possam interagir sem problema nesse novo todo; no nivel vibracional produzido pela soma desse corpo estranho com o globo liquido." segundo eles, "é isso que faz com que a nossa composição fisica seja semelhante a composição do planeta."
"Somos uma replica; uma versão em miniatura do todo planetário; somos aproximadamente 80% água, e 20% de poluição. Mas voltaremos a ser água viva; água sem poluição"
Esses são o tipo de argumento que os lendologos costumam expor com certa cautela, pois embora o lendologismo tenha os seus próprios princípios e visão de abordagem da coisas, reflexões como essas podem dar razão por exemplo, para a criação da bomba atômica e o incentivo a uma guerra nuclear para que toda crosta terrestre seja pulverizada. É Por isso, que nem todos os argumentos lendários de sustentação dos personificadores, costumam serem expostos dentro do movimentos dos personificadores lendacreanistas. Como dizem eles: "Tudo ao seu tempo." "Temos muito para dizer, mas todos tem que estarem preparados para ouvir."
Uma peça lendológica de fundamentação e sustentam da origem do Globo Aquático, está na narrativa fabulendária, que será apresentada na próxima postagem. A lágrima Cósmica.
"...Portanto, somos seres aquáticos, Temos outro tipo de relação com o meio em que interagimos; outras percepções; outras capacidades decodificativa do vivenciavel, essas capacidades foram travadas quando entramos nesta experiência genética interdimensional que resultou na criação e estruturação do que no inicio do terceiro milênio ainda era chamado de corpo humano."
"Com o tempo perdemos a consciência da nossa origem promordial liquida corporea interativa, pois o elemento água tem uma capacidade de associar-se a maioria dos elementos palpaveis visiveis e invisiveis vibrantes que passaram a existir depois do choque do asteróide que gerou essa dimensão que passamos a chamar de terrestre." "o corpo humano é uma poluição nescessária." dizem eles. "Fomos condicionados a distorções de crenças e certezas fruto das sensações que nos procionam esses contatos externos, que nos levam a equivocos decodificativos perceptivos do todo que nos cerca."
"A função de nos aprópria e manipular o elemento líquido junto com os elementos densos que compoem a crosta terrestre, é parte do grandioso projeto para despoluir o nosso ambiente primordial planetário aqüifero."
Segundo eles: "Que chamamos de crosta terrestre, na verdade é parte do grande asteróide que se chocou com o nosso globo líquido."
"Foi depois de muito esforço criativo que nos adaptamos a essa nova realidade gerada por esse "acidente" celeste."
" As bio-formas são elementos manipulaveis que usamos para ajudar na despoluição do nosso globo líquido. O que são chamado de bio-seres, são construções genéticas diversificadas, cada uma com funções específicas, agindo dentro de um sistema de produção e reprodução auto-sustentavel, e teem como missão, extrair esse corpo estranho sólido rochoso que ficou detido dentro do nosso globo d'água."
"Os humanóides, são a conclusão; a composição estrutural mais adequada, por isso tem como caracteristica o todo do esférico atmosférico globolar, para que assim possam interagir sem problema nesse novo todo; no nivel vibracional produzido pela soma desse corpo estranho com o globo liquido." segundo eles, "é isso que faz com que a nossa composição fisica seja semelhante a composição do planeta."
"Somos uma replica; uma versão em miniatura do todo planetário; somos aproximadamente 80% água, e 20% de poluição. Mas voltaremos a ser água viva; água sem poluição"
Esses são o tipo de argumento que os lendologos costumam expor com certa cautela, pois embora o lendologismo tenha os seus próprios princípios e visão de abordagem da coisas, reflexões como essas podem dar razão por exemplo, para a criação da bomba atômica e o incentivo a uma guerra nuclear para que toda crosta terrestre seja pulverizada. É Por isso, que nem todos os argumentos lendários de sustentação dos personificadores, costumam serem expostos dentro do movimentos dos personificadores lendacreanistas. Como dizem eles: "Tudo ao seu tempo." "Temos muito para dizer, mas todos tem que estarem preparados para ouvir."
Uma peça lendológica de fundamentação e sustentam da origem do Globo Aquático, está na narrativa fabulendária, que será apresentada na próxima postagem. A lágrima Cósmica.
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