terça-feira, 14 de outubro de 2008

O Universo Holográfico

Texto extraido do blog www.reorientando.blogspot.com de Silvio Margarido

Reality - the Holographic Universe - 03/16/97 REALITY.ASC na lista KeelyNet BBS em 24 de fevereiro de 1991
Em 1982 ocorreu um fato muito importante. Na Universidade de Paris uma equipe de pesquisa liderada pelo físico Alain Aspect, realizou o que pode tornar-se a mais importante experiência do século XX. Você não ouviu falar sobre isto nas notícias da noite. De fato, a menos que você tenha o hábito de ler jornais e revistas científicas, você provavelmente nunca ouviu falar no nome de Aspect. E há muitos que pensam que o que ele descobriu pode mudar a face da ciência.
Aspect e a sua equipa descobriram que sob certas circunstâncias, partículas sub-atómicas como os elétrons são capazes de, instantaneamente, comunicarem umas com as outras a despeito da distância que as separe. Não importa se esta distância é de 10 pés ou de 10 bilhões de milhas. De alguma forma uma partícula sabe sempre o que a outra está a fazer. O problema com esta descoberta é que isto viola a por muito tempo sustentada afirmação de Einstein que nenhuma comunicação pode viajar mais rápido que a velocidade da luz. E como viajar mais rápido que a velocidade da luz é o objetivo máximo para quebrar a barreira do tempo, este fato estonteante tem feito com que muitos físicos tentem descartar, com maneiras elaboradas, as conclusões de Aspect. Mas também têm proporcionado que outros busquem explicações mais radicais.
O físico da Universidade de Londres, David Bohm, por exemplo, acredita que as descobertas de Aspect implicam que a realidade objetiva não existe, que, a despeito da aparente solidez, o Universo está no coração de um holograma fantástico, gigantesco e extremamente detalhado.
Para entender porque Bohm faz esta afirmação surpreendente, temos primeiro que saber um pouco sobre hologramas. Um holograma é uma fotografia tridimensional feita com a ajuda de um laser. Para fazer um holograma, o objeto a ser fotografado é primeiro banhado com a luz de um raio laser. Então um segundo raio laser é colocado fora da luz refletida do primeiro e o padrão resultante da interferência (a área aonde se combinam estes dois raios laser) é capturada no filme. Quando o filme é revelado, parece um redemoinho de luzes e linhas escuras. Mas logo que este filme é iluminado por um terceiro raio laser, aparece a imagem tridimensional do objeto original.
A tridimensionalidade destas imagens não é a única característica importante dos hologramas. Se o holograma de uma rosa é cortado a metade e então iluminado por um laser, em cada metade ainda será encontrada uma imagem da rosa inteira. E mesmo que seja novamente dividida cada parte do filme sempre apresentará uma menor, mas ainda intacta versão da imagem original. Diferente das fotografias normais, cada parte de um holograma contém toda a informação possuída pelo todo.
A natureza de "todo em cada parte" de um holograma proporciona- nos uma maneira inteiramente nova de entender organização e ordem. Durante a maior parte da sua história, a ciência ocidental tem trabalhado dentro de um conceito que a melhor maneira para entender um fenômeno físico, seja ele um sapo ou um átomo, é dissecá-lo e estudar as suas partes respectivas. Um holograma ensina-nos que muitas coisas no Universo não podem ser conduzidas por esta abordagem. Se tentamos tomar alguma coisa à parte, alguma coisa construída holograficamente, não obteremos as peças da qual esta coisa é feita, obteremos apenas inteiros menores.
Este "insight" é o sugerido por Bohm como outra forma de compreender os aspectos da descoberta de Aspect. Bohm acredita que a razão que habilita as subpartículas a permanecerem em contacto umas com as outras a despeito da distância que as separa não é porque elas estejam a enviar algum tipo de sinal misterioso, mas porque esta separação é uma ilusão. Ele argumenta que num nível mais profundo da realidade estas partículas não são entidades individuais, mas são extensões da mesma coisa fundamental.
Para capacitar as pessoas a melhor visualizarem o que ele quer dizer, Bohm oferece a seguinte ilustração: imagine um aquário que contém um peixe. Imagine também que você não é capaz de ver este aquário diretamente e o seu conhecimento deste aquário dá-se por meio de duas câmaras de televisão, uma dirigida ao lado da frente e outra à parte lateral.
Quando você fica a observar atentamente os dois monitores, você acaba por presumir que o peixe de cada uma das telas é uma entidade individual. Isto porque, como as câmaras foram colocadas em ângulos diferentes, cada uma das imagens será também ligeiramente diferente. Mas se você continua a olhar para os dois peixes, você acaba por adquirir a consciência de que há uma relação entre eles. Quando um se vira, o outro faz uma volta correspondente apenas ligeiramente diferente; quando um se coloca de frente para a frente, o outro se coloca de frente para o lado. Se você não sabe das angulações das câmaras você pode ser levado a concluir que os peixes estão a intercomunicar- se, apesar de claramente este não ser o caso.
Isto, diz Bohm, é precisamente o que acontece com as partículas sub-atômicas na experiência de Aspect. Segundo Bohm, a aparente ligação «mais-rápido-do- que-a-luz» entre as partículas sub-atômicas está a dizer-nos que realmente existe um nível de realidade mais profundo da qual não estamos privados, uma dimensão mais complexa além da nossa própria que é análoga ao aquário. E ele acrescenta, vemos objetos como estas partículas sub-atômicas como se estivessem separadas umas das outras porque estamos a ver apenas uma porção da realidade delas. Estas partículas não são partes separadas mas sim facetas de uma unidade mais profunda e mais subliminar que é holográfica e indivisível como a rosa previamente mencionada. E como tudo na realidade física está compreendido dentro destes "eidolons", o próprio universo é uma projeção, um holograma.
Em adição a esta natureza fantástica, este universo possuiria outras características surpreendentes. Se a aparente separação das partículas subatômicas é uma ilusão, isto significa que em nível mais profundo de realidade todas as coisas do universo estão infinitamente interconectadas. Os elétrons num átomo de carbono no cérebro humano estão interconectados com as partículas subatômicas que compreendem cada salmão que nada, cada coração que bate, e cada estrela que brilha no céu.
Tudo interpenetra tudo e embora a natureza humana possa buscar categorizar como um pombal e subdividir os vários fenômenos do universo, todos os aportes toda esta necessidade é de fato artificial e todas de natureza que é finalmente uma rede sem sentido.
Em um universo holográfico, mesmo o tempo e o espaço não podem mais serem vistos como fundamentais. Porque conceitos como localização se quebram diante de um universo em que nada está verdadeiramente separado de nada, tempo e espaço tridimensional, como as imagens dos peixes nos monitores, também podem ser vistos como projeções de ordem mais profunda.
Este tipo de realidade a nível mais profundo é um tipo de super holograma no qual o passado, o presente, o futuro existem simultaneamente. Sugere que tendo as ferramentas apropriadas pode ser algum dia possível entrar dentro deste nível de realidade super-holográ fica e trazer cenas do passado há muito esquecido. Seja o que for que o super holograma contenha, é ainda uma questão em aberto. Pode-se até admitir, por amor a argumentação, que o super-holograma é a matriz que deu nascimento a tudo em nosso universo e, no mínimo, contém cada partícula sub-atômica que existe ou existirá - cada configuração da matéria e energia que é possível, de flocos de neve a quasars, de baleias azuis aos raios gama. Deve ser visto como um tipo de "depósito" de "Tudo que é".
Embora Bohm admita que não há maneira de saber o que mais pode estar oculto no super-holograma, ele se arrisca em dizer que não temos qualquer razão para admitir que ele não contenha mais. Ou, como ele coloca, talvez o nível super-holográ fico da realidade é um simples estágio além do que repousa "uma infinidade de desenvolvimento posterior".
Bohm não é o único pesquisador que encontrou evidências de que o universo é um holograma. Trabalhando independentemente no campo da pesquisa cerebral, o neurofisiologista Karl Pribram, de Standford também se persuadiu da natureza holográfica da realidade. Pribram desenhou o modelo holográfico para o quebra-cabeças de como e onde as memórias são guardadas no cérebro.
Por décadas, inúmeros estudos tem mostrado que muito mais que confinadas a uma localização específica, as memórias estão dispersas pelo cérebro. Em uma série de experiências com marcadores na década de 20, o cientista cerebral Karl Lashley concluiu que não importava que porção do cérebro do rato era removida; ele era incapaz de erradicar a memória de como eram realizadas as atividades complexas que tinham sido aprendidas antes da cirurgia. O único problema foi que ninguém foi capaz de poder explicar a natureza de "inteiro em cada parte" da estocagem da memória.
Então, na década de 60, Pribram encontrou o conceito de holografia e entendeu que ele tinha achado a explicação que os cientistas cerebrais estavam buscando. Pribram acredita que as memórias são codificadas não nos neurônios, ou pequenos grupos de neurônios, mas em padrões de impulsos nervosos de tipo cruzado em todo o cérebro da mesma forma que a interferência da luz laser atravessa toda a área de um pedaço de filme contendo uma imagem holográfica. Em outras palavras, Pribram acredita que o próprio cérebro é um holograma.
A teoria de Pribram também explica como o cérebro humano pode guardar tantas memórias em um espaço tão pequeno. Tem sido calculado que o cérebro humano tem a capacidade de memorizar algo na ordem de 10 bilhões de bits de informação durante a média da vida humana (ou rudemente comparando, a mesma quantidade de informação contida em cinco volumes da Enciclopédia Britânica).
Similarmente, foi descoberto que em adição a suas outras capacidades, o holograma possui uma capacidade de estocagem de informação simplesmente mudando o ângulo no qual os dois lasers atingem um pedaço de filme fotográfico, e é possível gravar muitos registros diferentes na mesma superfície. Tem sido demonstrado que um centímetro cúbico pode estocar mais que 10 bilhões de bits de informação.
Nossa habilidade de rapidamente recuperar qualquer informação que precisamos do enorme estoque de nossas memórias se torna mais compreensível se o cérebro funciona segundo princípios holográficos. Se um amigo pede a você que diga o que lhe vem a mente quando ele diz a palavra "zebra", você não tem que percorrer uma gigantesca lista alfabética para encontrar a resposta. Ao contrário, associações como "listrada", parecida com um cavalo e "animal nativo da África" logo lhe vem à mente.
Uma das coisas mais surpreendentes sobre o processo de pensamento humano é que cada peça de informação parece imediatamente correlacionada com muitas outras - uma outra característica intrínseca do holograma. Por que cada porção de um holograma é infinitamente interligada com todas as outras porções, talvez seja a natureza o supremo exemplo de um sistema interligado.
A estocagem da memória não é o único quebra-cabeças neurofisiológico que se torna abordável à luz do modelo holográfico de cérebro de Pribram. Um outro é como o cérebro é capaz de traduzir a avalanche de freqüências que recebe via sentidos (freqüências de sons, freqüências de luz e assim por diante ) dentro do mundo concreto de nossas percepções. Codificar e decodificar freqüências é precisamente o que o holograma faz melhor.
Exatamente como um holograma funciona como um tipo de lente, um aparelho tradutor capaz de converter um borrão de freqüências aparentemente sem sentido em uma imagem coerente, Pribram acredita que o cérebro também parece uma lente e usa os princípios holográficos para converter matematicamente as freqüências que recebe através dos sentidos dentro do mundo interior de nossas percepções. Um impressionante corpo de evidência sugere que o cérebro usa os princípios holográficos para realizar as suas operações. A teoria de Pribram de fato tem ganho suporte crescente entre os neurofisiologistas.
O pesquisador ítalo-argentino Hugo Zucarelli recentemente estendeu o modelo holográfico ao mundo dos fenômenos acústicos. Confuso pelo fato de que os humanos podem localizar a fonte dos sons sem moverem as cabeças, mesmo se eles só possuem audição em um ouvido, Zucarelli descobriu que os princípios holográficos podem explicar estas habilidades. Zucarelli também desenvolveu uma técnica de som holográfico, uma técnica de gravação capaz de reproduzir sons acústicos com um realismo quase inconcebível.
A crença de Pribram de que nossos cérebros constroem matematicamente a "dura" realidade pela liberação de um input de uma freqüência dominante também tem recebido grande quantidade de suporte experimental. Foi descoberto que cada um de nossos sentidos é sensível a uma extensão muito mais ampla de freqüências do que se suspeitava anteriormente.
Os pesquisadores têm descoberto, por exemplo, que nosso sistema visual é sensível às freqüências de som, nosso sentido de olfato é em parte dependente do que agora chamamos de freqüências cósmicas e que mesmo cada célula de nosso corpo é sensível a uma ampla extensão de freqüências. Estas descobertas sugerem que está apenas sob o domínio holográfico da consciência e que estas freqüências são selecionadas e divididas dentro das percepções convencionais.
Mas o mais envolvente aspecto do modelo holográfico cerebral de Pribram é o que acontece quando ele é conjugado à teoria de Bohm. Se a "concretividade" do mundo nada mais é do que uma realidade secundária e o que está "lá" é um borrão de freqüências holográfico, e se o cérebro é também um holograma e apenas seleciona algumas das freqüências deste borrão e matematicamente transforma-as em percepções sensoriais, o que vem a ser a realidade objetiva? Colocando de forma simples, ela deixa de existir.
Como as religiões orientais há muito tem afirmado, o mundo material é Maya, uma ilusão, e embora pensemos que somos seres físicos que se movem em um mundo físico, isto também é uma ilusão. Somos realmente "receptores" boiando num mar caleidoscópico de freqüências, e o que extraímos deste mar e transformamos em realidade física não é mais que um canal entre muitos do super holograma.
Esta intrigante figura da realidade, a síntese das abordagens de Bohm e Pribram tem sido chamada de "paradigma holográfico", e embora muitos cientistas tenham recebido isto com ceticismo, este paradigma tem galvanizado outros. Um pequeno mas crescente grupo de pesquisadores acredita que este pode ser o modelo mais acurado da realidade científica que foi mais longe. Mais do que isto, muitos acreditam que ele pode solucionar muitos mistérios que nunca foram antes explicados pela ciência e mesmo estabelecer o paranormal como parte da natureza. Numerosos pesquisadores, como Bohm e Pribram, têm notado que muitos fenômenos parapsicológicos se tornam muito mais compreensíveis em termos do paradigma holográfico.
Em um universo em que cérebros individuais são atualmente porções indivisíveis de um holograma muito maior e tudo está infinitamente interligado, a telepatia pode ser simplesmente o acessar do nível holográfico. E é obviamente muito mais fácil entender como a informação pode viajar da mente do indivíduo A para a do indivíduo B ao ponto mais distante e auxilia a entender um grande número de quebra-cabeças em psicologia.
Em particular, Grof sente que o paradigma holográfico oferece um modelo de compreensão para muitos estonteantes fenômenos vivenciados por indivíduos durante estados alterados de consciência. Nos anos 50, conduzindo uma pesquisa em que se acreditava que o LSD seria um instrumento psicoterapêutico, Grof teve uma paciente que de repente ficou convencida que tinha assumido a identidade de uma fêmea de uma espécie pré-histórica de répteis.
Durante o curso da alucinação dela, ela não somente deu riquíssimos detalhes do que ela sentia ao ser encapsulada naquela forma, mas notou que uma porção do macho daquela espécie tinha anatomia que era um caminho para as escamas coloridas ao lado de sua cabeça. O que foi surpreendente para Grof é que a mulher não tinha conhecimento prévio sobre estas coisas, e uma conversa posterior com um zoólogo confirmou que em certas espécies de répteis as áreas coloridas na cabeça tem um importante papel como estimulantes do desenvolvimento sexual.
A experiência desta mulher não foi única. Durante o curso da pesquisa, Grof encontrou exemplos de pacientes regredindo e se identificando com virtualmente todas as espécies na árvore evolucionária (descobertas da pesquisa ajudaram a influenciar a cena do homem-vindo- do-macaco no filme Altered States). E mais ainda, ele descobriu que estas experiências freqüentemente continham detalhes obscuros que mais tarde vieram a ser confirmados como acurados.
Regressões dentro do reino animal não são os únicos quebra cabeças entre os fenômenos psicológicos que Grof encontrou. Ele também teve pacientes que pareciam entrar em algum tipo de consciência racial ou coletiva. Indivíduos com pouca ou nenhuma educação, repentinamente, davam detalhadas descrições das práticas funerárias do Zoroastrismo e cenas da mitologia hindu. Em outro tipo de experiências os indivíduos forneciam relatos persuasivos de jornadas fora do corpo, relâmpagos pré-cognitivos do futuro, de regressões dentro de aparentemente encarnações de vidas passadas.
Em pesquisa posterior, Grof encontrou a mesma extensão de fenômenos manifestados em seções de terapia que não envolviam o uso de drogas. Em virtude dos elementos em comum nestas experiências parecerem transcender a consciência individual, além dos usuais limites do ego e/ou as limitações de tempo ou espaço, Grof chamou estas manifestações de experiências transpessoais e no fim dos anos 60 ele auxiliou na fundação de um ramo de psicologia chamada "psicologia transpessoal" e se devotou inteiramente ao seu estudo.
Embora a recém-fundada Association of Transpersonal Psychology conquistasse um rápido crescimento entre o grupo de profissionais de mente similar, e se tornasse um ramo respeitado da psicologia, durante anos nem Grof nem seus colegas foram capazes de fornecer um mecanismo para explicar os bizarros fenômenos psicológicos que eles estavam testemunhando. Mas isto mudou com o advento do paradigma holográfico. Como Grof recentemente notou, se a mente é parte de um continuum, um labirinto que é conectado não somente as outras mentes que existem ou existiram, mas a cada átomo, cada organismo e região na vastidão do espaço e tempo, o fato de que seja capaz de ocasionalmente fazer entradas no labirinto e ter experiências transpessoais não pode mais parecer estranho.
O paradigma holográfico tem também implicações nas chamadas ciências "concretas" como a biologia. Keith Floyd, um psicólogo do Virginia Intermont College, tem pontificado que a concretividade da realidade é apenas uma ilusão holográfica, e não está muito longe da verdade dizer que o cérebro produz a consciência. Mais ainda, é a consciência que cria a aparência do cérebro - bem como do corpo e de tudo mais que nós interpretamos como físico.
Esta virada na maneira de se ver as estruturas biológicas fez com que pesquisadores apontassem que a medicina e o nosso entendimento do processo de cura poderia também ser transformado em um paradigma holográfico. Se a aparente estrutura física do corpo nada mais é do que a projeção holográfica da consciência, torna-se claro que cada um de nós é mais responsável por sua saúde do que admite a atual sabedoria médica. Que nós agora vejamos as remissões miraculosas de doenças podem ser próprias de mudanças na consciência que por sua vez efetua alterações no holograma do corpo.
Similarmente, novas técnicas controversas de cura como a visualização podem funcionar muito bem porque no domínio holográfico de imagens pensadas que são muito "reais" se tornam "realidade". Mesmo visões e experiências que envolvem realidades "não ordinárias" se tornam explicáveis sob o paradigma holográfico. Em seu livro, "Gifts of Unknown Things," o biologista Lyall Watson descreve seu encontro com uma mulher xamã indonésia que, realizando uma dança ritual , foi capaz de fazer um ramo inteiro de uma árvore desaparecer no ar. Watson relata que ele e outro atônito expectador continuaram a olhar para a mulher, e ela fez o ramo reaparecer, desaparecer novamente e assim por várias vezes.
Embora o atual entendimento científico seja incapaz de explicar estes eventos, experiências como esta vem a ser mais plausíveis se a "dura" realidade é apenas uma projeção holográfica. Talvez concordemos sobre o que está "lá" ou "não está lá " porque o que chamamos consenso realidade é formulada e ratificada a nível de inconsciência humana a qual todas as mentes estão interligadas.
Se isto é verdade, a mais profunda implicação do paradigma holográfico é que as experiências do tipo da de Watson não são lugares comum somente porque nós não temos programado nossas mentes com as crenças que fazem com que sejam. Num universo holográfico não há limites para a extensão do quanto podemos alterar o tecido da realidade. O que percebemos como realidade é apenas uma forma esperando que desenhemos sobre ela qualquer imagem que queiramos.
Tudo é possível, de colheres entortadas com o poder da mente aos eventos fantasmagóricos vivenciados por Castañeda durante seus encontros com o bruxo Yaqui Don Juan, mágico de nascença, não mais nem menos miraculoso que a nossa habilidade para computar a realidade que nós queremos quando sonhamos.
E assim, mesmo as nossas noções fundamentais sobre a realidade se tornam suspeitas, dentro de um universo holográfico, como Pribram postulou, e mesmo eventos ao acaso podem ser vistos dentro dos princípios básicos holográficos e portanto determinados.
Sincronicidades ou coincidências significativas de repente fazem sentido, e tudo na realidade terá que ser visto como uma metáfora, e mesmo eventos ao acaso expressariam alguma simetria subjacente.
Seja o paradigma holográfico de Bohm e Pribram aceito na ciência ou morra de morte ignóbil, é seguro dizer que ele já tem influenciado a mente de muitos cientistas. E mesmo se descoberto que o modelo holográfico não oferece a melhor explicação para as comunicações instantâneas que vimos ocorrer entre as partículas subatômicas, no mínimo, como observou notou Basil Hiley, um físico do Birbeck College de Londres, os achados de Aspect " indicam que devemos estar preparados para considerar radicalmente novos pontos de vista da realidade".

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

RASCUNHO PARA O DESENVOLVIMENTO DO PROJETO

LENDA POP FESTA






Apresentação

Cada região tem uma característica própria que modificar-se com ação do ciclo natural das coisas e com a interferência humana, que na luta para criar condições e adaptar seus conhecimentos aos locais, geram uma cultura típica, diferenciada. Temos então ai uma cultura cíclica natural ecossistemática, e uma intelectual artificial gerada pelos desbravadores de nossa região.

Cada região tem algo singular, algo que é muito próprio do lugar, principalmente no que se refere aos costumes, as manifestações artísticas, musicais, festas populares etc. Essas características e os aspectos típicos advindos dai, ajudam a gerar divisas com exploração desses elementos, comercializando produtos região e explorando o turismo.
Por exemplo, na região Nordeste tem o maracatu, o forro, as festas juninas e etc. No sul a música gaúcha, o samba no Rio de Janeiro, o rasquiado no centro oeste, o Carimbó no Pará, o Boi Bumbá no interior da Amazônia, e por ai vai. Aqui na fronteira do Brasil temos uma variedade de atrações naturais que podem serem exploradas, tais como os sons naturais da floresta, a música indígena, e o ritmo dos ayuasqueiros, coisas que podem serem aproveitadas como fonte de inspiração e pesquisa para gerar uma musica típica.
E essa é uma das propostas do projeto LENDA POP FESTA, ou seja, organizar uma equipe de pesquisadores para registrar e catalogar os sons naturais típicos da nossa região, e numa segunda fase com músicos e maestro decodifica-los e passa-los para partituras musicais, organiza-los em ritmos, tonalidade e etc. e aparti daí gerar composições musicais originais que serviram como trilha sonora dias de festas.
Os figurinos e indumentárias das LENDA POP FESTA, tem detalhes simbólicos compreensivos universais e significativos populares, típico da nossa região que visam leva os participante a um reflexões. A Mãe das Águas, o Mapinguary, a Cobra Grande, e o peixe Boto Encantado fazem parte dessa estratégia que tem como objetivo principal é chamar a atenção para o cuidado com o nosso meio ambiente e a questões que envolve os nossos povos das florestas, focando sempre a questão da preservação e principalmente a recuperação e manutenção dos nosso mananciais aqüíferos e o incentivo o extrativismo através do cultivo de fruteiras nos quintais das casas, para que nos períodos frutificação sejam utilizadas na produção de derivados e comercialização in natura dos mesmo, gerando renda para as comunidades envolvidas. As comunidades de cada regional ficariam responsáveis por uma fruta especifica (mamão, banana, abacaxi, cupuaçu, graviola e etc.) E no período de colheita seriam feitos eventos musicais de ensaios dos cardumes nas regionais responsáveis por essas frutas. A renda desses eventos é investida na produção artística do cardume e em projetos de interesse da comunidade, cursos e oficinas de iniciação artística em canto, dança, teatro e etc.
O fechamento do ciclo de festas bimestrais nas 6 regionais, tem como conclusão A
LENDA POP FESTA onde todas as comunidades expõem os seus trabalhos
em forma de enredos artísticos usando como temas mensagens de paz , amor e união entre os seres humanos.







A FESTA


A grande festa tem inicio com carros alegóricos desfilando pelos bairros da cidade, caracterizado de flores, frutas e outros motivos regionais, onde os nativos lendários que compõem os principais personagens da festa do leito do Rio Branco convidam a população para irem até a beira do rio recepcionar, os nobre encantados e os seres
mito lendários que serão trazidos pelo grande Boto Branco.

- O Boto Branco chega trazido pela Cobra Grande e a Mãe das
Águas, ladeada pelo Maracazeiro "lendário nativo festeiro" o grande
anfitrião da festa.

- Uma canoata de convidados especiais os acompanha (Ribeirinhos,
Pescadores, Indígenas, Seringueiros e etc.) Todos vestindo trajes
típicos regional e de época, onde a cor branca predomina.

Obs. Indumentárias e alegorias são confeccionadas com couro plástico e
complementadas com peças artesanais feitas com produtos extraídos da
floresta.

- O látex será a base dos cenários flutuantes conduzidos nas águas do rio através de barcos motorizados e a remo.

Chegando na beira do rio o Maracazeiro comanda o ritual ecumênico de
confraternização, onde os convidados, Evangélicos, Espíritas,
Católicos, ayuasqueiros e a comunidade em geral realizar a corrente de
vibrações positivas, Para energização das águas do Rio Acre.
- O objetivo desse ato é a confraternização dos segmentos
religiosos entorno do elemento água.
- A potencialização e energização das águas do Rio objetivando
purifica-la para que no seu circulo mutante, essa água
purifique todos com os quais ela entrar em contato.
- Depois desse ato vem o ritual da travessia do portal das águas doces onde os participante, de forma organizada mergulham nas águas do rio para saírem simbolicamente purificado no leito do RIO BRANCO.
Que é acompanhada por apresentações musicais de saudação e exaltação as
águas. (Essas musicas serão selecionadas através de um festival
popular pela comissão organizadora do evento) Apresentadas nos desfiles das Embarcassons

Embarcasom - Um barco equipado com um palco flutuante e aparelhagem
de som tipo trio elétrico de onde os Maracazeiros de cada cardume comandam a festa dos brincantes na beira do Rio.
São os que nos dias de festas conduzem os nobres Botos até os cardumes para fazer sua apresentação no leito do Rio Branco.

- Os nobre Botos depois de passar pelo do ritual de recepção dos cardumes, são conduzidos até os barcos do reino das flores sonoras de onde conduzem o desfiles dos seus cardumes através do percurso definido como a correnteza do grande remanso.

O GRANDE REMANSO - Um espaço circular onde acontecem os giros festivos dos cardumes, ruas da cidade previamente selecionadas ou um lugar especialmente construído para esse fim.

As taraflores - Grande tarafas de pescar em formato de flores que ficam armadas acima das ruas onde acontecem os desfiles, demarcando os locais onde os cardumes param para expor suas atrações.


O primeiro dia festa encerra com a apresentação e confraternização de todos os nobres participantes, sob o comando do grande Boto Branco que dá as boas vindas aos participantes e declara aberto os dias de festas.

Na segunda noite acontece os desfiles dos nobres Botos e seus cardumes
apresentando as atrações dos seus reinos encantados.

Na primeira noite desfilam os cardumes.

1) O BOTO estrela (verde)
2) O BOTO sol (dourado)

Terceira noite.

3) O BOTO Lua (prateado)
4) O BOTO Terra ( azul)

Obs. – Sugestões para identificação das cores oficiais de cada cardumes:

- Roupas de pano branco onde são colocados retalhos de panos coloridos e couro plástico, que sugerem que a roupa branca foi rasgada, deixando exposta a cor de identificação do cardume.
- Outra forma que pode ajudar nessa identificação é:
Os adereços e bijuteria compostas de penas, sementes, cipós,
cordas de fibras vegetais trabalhadas artesanalmente e apetrechos figurinicos confeccionados em couro plástico.

Observações complementares

* Para um envolvimento da comunidade jovem, a sugestão é que as musicas que compõem as trilhas sonoras da festa sejam apresentadas pelas fanfarras dos colégios.
* Todas as Músicas compostas por músicos e artistas nativos e residentes,
e serão interpretadas pelos Botos Maracazeiros de cada cardume, durante o percurso
do grande remansos.
* Carros alegórico em formato de barcos de flores e elementos ligados as águas
conduzem os interpretes.
* As músicas estaram em harmonia com os objetivos da festa, tem o elementos de destaque a águas, motivos meio ambientais e transcendentais .
* No período de festa são servidas comidas típicas e derivados de
produtos nativos, licores, refrigerantes, sucos, sorvetes com sabores
regionais e etc. Cada regional ocupa um espaço estratégico para
comercializar seus produtos.

- Cada cardume tem como objetivo conquistar novos súditos e
principalmente as princesas do leito Rio Branco para dar um ar de romantismo as festas.
- Fica a cargo da capacidade criativa dos responsáveis e organizadores de cada cardumes as atrações artísticas culturais que compõem suas apresentações.
- A apresentação são pontuadas por demonstrações de
poderes de encantamento dos Nobres Botos Condutores do Cardumes. (Encenações teatrais com acentuações poéticas visando atrair e convencer os brincantes).
Essas demonstrações de poderes acontece debaixo das taraflores.
As tarraflores - são 7 tarrafas coloridas em formatos de flores armadas em pontos estratégicos do trajeto definido como grande remanso.


Obs. - O aspecto competitivo da festa, tem como objetivo incentivar os
responsáveis pelos cardumes se esforçarem para darem o melhor
de si em suas apresentações.
- E as melhores apresentações serão selecionadas por um corpo de jurados
especializado nesse tipo de concurso.


O resultado de avaliação dos desfile dos cardumes é anunciada no
quarto dia, quando o grande BOTO BRANCO volta para fazer a festa de
confraternização final dos Cardumes.
A Mãe das Águas é o grande destaque nesse dia de festa. E
tem como objetivo maior nessa confraternização fazer os banzeiros de
alegria no Rio Branco para que ele transborde e inunde o mundo de
harmonia, paz e amor. Que acontece com o ritual do Balão Branco onde são destacadas as crianças.

Ai é anunciada a chegada da era dos Botos; dos Atlantas das águas doces, O milênio das águas doces, a era de aquário.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Declaração Universal dos Direitos da Água

Em 22 de março de 1992 a ONU redigiu um documento intitulado "Declaração Universal dos Direitos da Água"

Merece uma profunda reflexão e divulgação por todos os amigos e defensores do Planeta Terra, em todos os dias.

1 - A água faz parte do patrimônio do planeta. Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão, é plenamente responsável aos olhos de todos.

2 - A água é a seiva de nosso planeta. Ela é condição essencial de vida de todo vegetal, animal ou ser humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura.

3 - Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia.

4 - O equilíbrio e o futuro de nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.

5 - A água não é somente herança de nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como a obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras.

6 - A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.

7 - A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis.

8 - A utilização da água implica em respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado.

9 - A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social.

10 - O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em
razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.

Fonte: ONU (Organização das Nações Unidas)

terça-feira, 7 de outubro de 2008

A GOTA LENDÁRIA

No começo o frio e o calor não se entendiam, era a era do eterno conflito, a mãe natureza fazia de tudo para acabar com o embate entre eles, e um dia, já cansada ela resolveu desistir, e muito triste sentou-se num canto e ficou olhando aquela briga que parecia não ter fim, e em meio as suas suplicas uma tristeza imensa a envolveu gerando uma lágrima solitária, que rolou pelo seu rosto e foi ficar presa entre as duas criaturas.
E a mãe natureza pensou: - Coitada dessa frágil criaturinha, vai ser massacrada.
O calor então aproximou-se da gotinha com sua luz, mas a gotinha logo dividiu a luz em varias cores, o calor aproximou-se mais, e ela reagiu rapidamente, evaporando e afastando-se da quintura, indo em direção ao frio, e enquanto aproximava-se do frio, a gotinha ia juntando suas partes dilatadas voltando a ser novamente uma gotinha, o frio tentou envolve-la, e novamente a gotinha reagiu solidificando-se e escapando, e voltando na direção do calor, aparti dai a gotinha ficou assim, indo pra lá e pra cá, pra lá e pra cá
E pela primeira vez a mãe natureza sorriu, a nova criaturinha que ela gerou com sua tristeza, e que parecia tão frágil, era mais forte que imaginara. E nesse vai e vem da gotinha ela fez o frio perceber que existia algo além dele e o calor vice-versa. A gotinha tornou-se uma mensageira entre eles, e com o passar do tempo os dois foram se acalmando e aprendendo a conviver com suas diferenças. E a mãe natureza feliz, batizou a gotinha com o nome de planeta terra e deu a ela muitos presentes. E um desses presente ela chamou de seres humanos ajuda-la a manter a gotinha sempre bem cuidada e limpinha. E a gotinha por sua vez, deixaria os seres humanos solverem parte do seu corpo liquido para se manterem vivos.

Toques Aqüiferos

No inicio do terceiro milênio tivemos alguns estudiosos dedicando seu tempo ao estudo do elemento água. Vejamos algumas de suas conclusões:

***A água assimila facilmente as vibrações e as energias do ambiente, seja tóxico e poluído ou naturalmente puro.
***As energias vibracionais humanas, pensamentos, palavras, idéias e músicas, afetam a estrutura molecular da água.
***A água ocupa 60% de um corpo humano maduro e cobre a mesma proporção do nosso planeta. É a fonte de toda a vida neste planeta, a sua qualidade e integridade são vitalmente importantes a todas as formas de vida. A qualidade de nossa vida está diretamente ligada à qualidade de nossa água.
***O corpo é como uma esponja e está composto de trilhões de câmaras chamadas células que comportam líquido.
***Quando nós olhamos nossos egos através do espelho da água, a mensagem torna-se surpreendente, límpida, inteligível.
***A vida humana está conectada diretamente à qualidade de nossa água, dentro e em torno de nós.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

O sentimento das águas

texto encontrado no endereço eletrônico http://somostodosum.ig.com.br/conteudo/conteudo.asp?id=1919

Como a água reflete nossos sentimentos


Recebido de Bel Cesar

A água tem uma mensagem muito importante para nós. A água está nos
dizendo para olharmos muito mais profundamente os nossos egos. Quando
nós olhamos nossos egos através do espelho da água, a mensagem
torna-se surpreendente, límpida, inteligível. Nós sabemos que a vida
humana está conectada diretamente à qualidade de nossa água, dentro e
em torno de nós.

As fotografias e as informações neste artigo refletem o trabalho de
Masaru Emoto, um criativo e o visionário pesquisador japonês. O Sr.
Emoto publicou um livro importante, "A Mensagem da Água", com as
descobertas da pesquisa mundial que foi realizada por ele. Se você tem
qualquer dúvida de que seus pensamentos afetam tudo em, e ao redor de
você, as informações e fotografias que são apresentadas aqui, tiradas
do livro com os resultados da pesquisa publicada por Emoto, mudarão
sua mente e alterarão suas convicções profundamente.

Com o trabalho do Sr. Emoto ficamos munidos de evidência efetiva de
que a energias vibracionais humanas, pensamentos, palavras, idéias e
músicas, afetam a estrutura molecular da água. A mesma água que
compreende 60% de um corpo humano maduro e cobre a mesma proporção do
nosso planeta. A água é a fonte de toda a vida neste planeta, e
qualidade e integridade são vitalmente importantes a todas as formas
de vida. O corpo é como uma esponja e está composto de trilhões de
câmaras chamadas células que comportam líquido. A qualidade de nossa
vida está diretamente ligada à qualidade de nossa água.

A água é uma substância muito maleável. Sua forma física adapta-se
facilmente ao que o ambiente contém. Mas a aparência física não é a
única coisa que muda, sua estrutura molecular também muda. A energia
ou as vibrações do ambiente mudarão a forma molecular da água. Neste
sentido a água tem, não somente a habilidade de refletir visualmente o
ambiente, mas também reflete molecularmente este ambiente.

O Sr. Emoto documentou visualmente estas mudanças moleculares na água
por meio de suas técnicas fotográficas. Ele congelou gotas de água e
examinou-as então sob um microscópio de campo escuro dotado de
recursos fotográficos. Seu trabalho demonstra claramente a diversidade
da estrutura molecular da água e do efeito do ambiente sobre a sua
respectiva estrutura molecular.

A neve tem caído sobre a Terra por mais de alguns milhões de anos.
Cada floco de neve, como já dissemos, tem uma forma e uma estrutura
muito originais. Congelando a água e examinando a fotografia da
estrutura, como o Sr. Emoto fez, você obterá incríveis informações a
respeito da água.

Sr. Emoto descobriu muitas diferenças fascinantes nas estruturas
cristalinas da água de muitas fontes diferentes e condições diferentes
ao redor do planeta. A nascente de água pura que jorra da montanha,
mostra maravilhosos desenhos geométricos em seus padrões cristalinos.
Águas poluídas e tóxicas das áreas industriais e povoadas, águas
estagnadas das tubulações e represadas em armazenamentos mostram
estruturas cristalinas definitivamente distorcidas e formadas
aleatoriamente.



Nascente Sanbu-ichi Yusui Shimanto - Rio do Japão
Considerado o último rio limpo do Japão

Gelo Antártico

Fonte em Lourdes, França Lago de Biwako, o maior lago do centro do
Japão e charco da Região de Kinki. A poluição está se tornando pior.
Rio Yodo, Japan, vazamento na Baía de Osaka. O rio passa pelas
maiores cidades em Kasai.

Com a popularidade recente da terapia da música, o Sr. Emoto decidiu
observar que efeito a música tem na estrutura da água. Colocou uma
água destilada entre dois altofalantes por diversas horas e fotografou
então os cristais que se formaram depois que a água foi congelada.

Após ter visto como a água reagia às circunstâncias ambientais,
poluição e música, o sr. Emoto e seus colegas decidiram observar como
os pensamentos e as palavras afetavam a formação de águas destiladas
não tratadas e águas puras, usando palavras datilografadas em papel
por um processador de texto e coladas nos frascos de vidro durante a
noite. O mesmo procedimento foi executado usando os nomes de pessoas
falecidas. As águas foram então congeladas e fotografadas.

O trabalho extraordinário de Masaru Emoto é uma revelação
surpreendente, e é uma ferramenta poderosa que pode mudar nossas
percepções de nós mesmos e do mundo em que vivemos para sempre. Nós
temos evidências profundas de que nós podemos curar positivamente e
podemos transformar a nós mesmos e ao nosso planeta pelos pensamentos
que nós escolhemos pensar e as maneiras como colocamos estes
pensamentos em ação.

Fotografias mostram os incríveis reflexos da água, como viva e
altamente responsiva a cada uma de nossas emoções e pensamentos. Ficou
claro que a água facilmente assimila as vibrações e as energias do
ambiente, seja tóxico e poluído ou naturalmente puro.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

ENTENDENDO A CRISE FINACEIRA MUNDIAL

AINDA SOBRE OS PAPÉIS NUMERADOS, É FÁCIL ENTENDER A CRISE MUNDIAL DESSE ANO.


Tradução da crise do subprime


É assim ó:

O seu Biu tem um bar, na Vila Carrapato, e decide que vai vender cachaça "na
caderneta" aos seus leais fregueses, todos bêbados, quase todos desempregados.

Porque decide vender a crédito, ele pode aumentar um pouquinho o preço da
dose da branquinha (a diferença é o sobrepreço que os pinguços pagam pelo
crédito).

O gerente do banco do seu Biu, um ousado administrador formado em curso de
emibiêi, decide que as cadernetas das dívidas do bar constituem, afinal, um
ativo recebível, e começa a adiantar dinheiro ao estabelecimento tendo a
pindura dos pinguços como garantia.

Uns seis zécutivos de bancos, mais adiante, lastreiam os tais recebíveis do
banco, e os transformam em CDB, CDO, CCD, UTI, OVNI, SOS ou qualquer outro
acrônimo financeiro que ninguém sabe exatamente o que quer dizer.

Esses adicionais instrumentos financeiros, alavancam o mercado de capitais e conduzem a operações
estruturadas de derivativos, na BM&F,cujo lastro inicial todo mundo desconhece (as tais cadernetas do seu Biu ).

Esses derivativos estão sendo negociados como se fossem títulos sérios, com fortes garantias reais, nos mercados de 73 países.

Até que alguém descobre que os bêubo da Vila Carrapato não têm dinheiro para pagar as contas, e o Bar do seu Biu vai à falência.
E toda a cadeia sifu.

Se todos os clientes caloteiros do Seu Biu resolvessem pagar suas dívidas, a soma total seria de R$ 470,32 , mas o Banco Central
vai ter que injetar no mercado algo em torno de R$ 123.525.183,21 para salvar alguns fundos de investimentos que não possuem
capital para honrar os seus compromissos referentes aos clientes caloteiros do Seu Biu,evitando assim uma grave crise sistêmica
no mercado financeiro.

Pronto é isso! Simples não.