quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

OURIÇOM (RELATÓRIO I)


OURIÇOM

O RITO NATIVO FESTEIRO TRIBAL
FLORESTANO


A palavra, OURIÇO. que o nativo usa para identificar o fruto esférico da castanheira, que tem no seu todo formal, bio-vegetal, um manancial de coerências informativas, sabia ancestral. Que extrapola o nível do que pode ser definido racionalmente como fantástico, fabuloso, extraordinário, e para aqueles que entram pela primeira vez em contato com essas decodificações orentativas contidas nele; na dimensão de um imemorial meio ambiental florestano ai registrado. Pode vislumbrar as gotas de uma fonte de saberes, de um tesouro de conhecimento sagrado nativo, que através das eras, serviu de farol para as nossas comunidades florastanas que zelam, e dedicam-se as reflexões e extrações significativas simbólicas tribais; aldeantes harmônicas que estão presente no todo que engloba a sua existência.
Começamos pelos acessos analogias que nos levam a uma das fontes da origem da palavra, OURIÇO. Que no rito festeiro tribal amazônico é conhecida como OURYÇOM.
Os irmãos nativos florestais usam esta associação alfabéticas, para identifica o fruto esférico com sementes de amêndoas brancas, conhecidas como castanhas, que são produzidos pelas arvores de castanheiras.
Em meio a constelação de significados. Podemos iniciar fazendo uma ligação do fruto com o significado que tem termo; Rio de Leite, ou via Láctea como queiram. Essas são algumas das definições que os nossos ancestrais Atlantas florestanos do Rio Branco, batizaram o aglomerado de estrelas que forma a nossa galáxia estelar.
As amêndoas de castanhas, dentro deste contexto associativo, de acesso analógico do imaginante dialético tribal imemorial, são tidas como as gotas de energias condensadas, do grande Branco Rio Celeste Iluminado, colhidas pelas redes fotonsintésicas das nossas imponentes transformadoras vegetais, conhecidas como arvores castanheiras. “...As gotas são produzidas pelos giros aspirais, do remanso grande Branco Rio celeste UNIVERSICO planetário luminescente, QUE COM SUAS CORRENTEZAS E banzeiros ASTROS HARMONICO, vão dando vida a essas partículas energéticas naturais planetárias, e elas desta forma vão se revelando como gotas mensageiras divinas, que seguem AGOAM AS ERAS DE PAZ . A ligação simbolica da aliança cooperativa entre o que chamamos de céu e a terra.

As amêndoas de castanhas, dentro deste aperiódica narrativo dialético imaginante nativo meio ambiental diferenciado. Surgi como elemento fundamental cultural acentuado, tanto na sua extensão intelecto orentativo, quanto no sócio interativo comportamental , normativo e administrativo. Neste instante aperiódico, As amêndoas, são componente básico na alimentação diárias dos nativos florestanos, que o valoriza como uma jóia nobre vegetal, e que está relacionada; associada a própria razão de existirem, e resistirem como grupos étnicos, interativos anti-conflitantes, irmanantes festivos. Vem da consciência do valor essencial, no que diz respeito a sub-existencia do nativo, Que o fruto das castanheiras é associado ao metal ouro; ou a uma era de ouro, que veio junto com a sua manifestação palpável bio-vegetal. Acrescentando que o metal ouro nesse instante aperiódico, é tido como a luz do sol condensada; metalizada; um metal sagrado, imperial.
O fruto da castanheira, é tido como ouro branco lunestrelar Atlântido vegetal, para os nativos deste aperiódico momento, devido ao formato de meia lua que tem suas amêndoas, o que leva também a associação a sua cor a energia astro galáctica luminosa condensada do remanso do grande BRANCO RIO ILUMINADO. (A Via Láctea)
É no período de colheita, que nasce o evento RITUALISTICO FESTIVO que veio como festeiro orientativo do nativo consciente, sócio artístico-cultural tribal. Dando vida ao que veio A SER CONHECIDO como o GLORIOSO OURIÇOM SAGRADO. Que é todo fundamentado, no agrego de significados que o nativo contemplativo vai lhe adicionando ao fruto. Onde está presente a sua gênese natural sábia imemorial preconcebida.

Vamos a uma das abordagens decodificativa intelectual pedagógica, usada pelos nativos florestais urbanizados que começa assim:.

“AO desprender-se do galho, o fruto da castanheira produz som característico, que se dá, no instante em que toca o solo. Esse som diferenciado natural, passou a ser associado ao aviso de chegada de algo valoroso, ouvi-lo, é como ouvi o som das gotas esféricas vegetais trazendo os pingos de chuva de ouro branco em amêndoas caindo na floresta; o som de ouro, ou seja, ouro em som, do som que dá a certeza que a vida terá os suprimentos necessários para continuar seguindo; palpitando; vibrando. É daí que vem a variação fonêmica, que surgi a principio na sua forma oral, depois na sua forma grafo-alfabética. Ou seja, da fusão das palavras, ouro e som, que vai dá no fonema OURENSON , que uma das riquíssimas variação simbólica significativa que tem origem aparti daí, E entre elas podemos destacar :

OURENSON
OUROISSOM
OURISSOM
ORIÇO
ORYÇO
ORISSO
ORYSSO
OURIÇO
OURYÇO
OUROIÇO
OUROYÇO
OURISSOM
OURIÇOM
OURYSSOM
AS definições OURIÇO, OURISSOM E OURYÇOM tem suas origens na associações da palavra e o significado do metal OURO, que tem inicio com o SOM.

“...E O SOM DO FRUTO CAINDO NO PERIODO DA COLHEITA. SOA COMO UM AVISO AO NATIVO, QUE O FRUTO ESFÉRICO PRECIOSO DA CASTANHEIRA, ESTÁ CHEGANDO COM SEUS PINGOS DE ENERGIA DO RIO BRANCO DE ILUMINADO. O SOAR DO FRUTO, DE ENCONTRO COM AO SOLO, É PARA ELES, UM SOM QUE VALE OURO, OURO EM SOM, OU OURENSO que também tem algumas variações, tais como:

ORENSO
ORENSOM
OURENÇOM
OURENSOM






Esses Termos e os seus significados mais profundos, ultrapassam os limites florestais amazônico, e são incorporado por outras culturas, entre elas destacamos a cultura grega, onde o nome OREN, passa a significar algo como OLHAR, é e através que os gregos fundamentam alguns termos básicos de seu povo, como por exemplo o GREGOREN. Que pode ser traduzido como, O OLHAR GREGO OU O GREGO OLHAR , QUE É UM OLHAR, QUE É MAIS QUE UM SIMPLES OLHAR , É ESTADO DE ESPIRITO ADMINISTRATIVO SOCIAL, É UM OLHAR GOVERNA , UM OLHAR QUE DIRIGE O COMPORTAMENTO INDIVIDUAL E COLETIVO, DOUTRINÁRIO CULTURAL, UM CONSENSO INTELECTUAL PELO QUAL OS INDIVIDUOS ORIENTAM-SE.
UM OLHAR INQUESTIONAVEL, MAS LAPIDAVEL, APERFEIÇOAVEL, ALGO SAGRADO, E QUE NÃO PODIA SER CORRUMPIDO,. QUE É DE ONDE VEM TAMBÉM TERMOS COMO “ORENTATIVO”, OU SEJA O OLHAR QUE TATEA, QUE PODE SER TOCADO DE ALGUMA FORMA. USADO COMO FAROL PARA ORIENTAR COMPORTAMENTOS, FORÇAS DE EXPRESSÕES SOCIAIAS , NORMATIVOS, DE LEIS E ETC.


TAMBÉM PODEMOS ENCONTRAR NA PALAVRA “OURIÇOM “ UMA NARRATIVA FRAGMENTADA , QUE PODE SER ACESSADA ATRAVÉS DA SUA CONSTRUÇÃO ALFABÉTICA, QUE ESTÃO AI COMO SIMBÓLOS SIGNIFICATIVOS ISOLADOS E AO MEMSMO TEMPO ASSOCIADOS, QUE SÓ SÃO POSSIVEIS SER ACESSADO SE QUEBRADO ALGUNS PARADIGMAS DE ABORDAGENS ACADEMICAS, O QUE É POSSIVEL DENTRO DO PLANO DAS ABORDAGENS LENDÀRIAS FLORESTANAS . VEJAMOS UMA DECODIFICAÇÕES QUE FORMALIZAM E CONCRETIZAM ESTÁ AFIRMAÇÂO :










A PALAVRA OURIÇOM TEM NA SUA IMENSA VARIAÇÃO DE FORMA ESCRITA O SÌMBOLO ESFÉRICO CONHECIDO COMO
LETRA “O” INICIANDO TODAS AS VARIAÇÔES, É O “o” OU A FIGURA GEOMETRICA CIRCULAR, COMO É DE CONHECIMENTO HUMANO, DESDE OS TEMPO MAIS ANTIGO, É CONHECIDO COMO O SÍMBOLO DO ETERNO, DO QUE NÃO TEM PRINCIPIO, MEIO E FIM ; DO UNO ; DO UNISSOM E ETC.



SÓ QUE NA PALAVRA OURIÇOM, ELA ESTAR ESTRATÉGICAMENTE INICIANDO, ISSO É O QUE REPRESENTA O PROPRIO FRUTO ESFÉRICO, E AO MESMO TEMPO “O” ESTÁ AI COM A FUNÇÃO DO SER PROFÉTICO ONICIENTE, QUE ESTÁ NA MANIFESTAÇÂO DO FRUTO NO VEGETAL , AQUELE QUE DAR A CERTEZA DA FERTILIZAÇÃO . E QUE ESTÁ PRESENTE NO PRÓPRIO FRUTO QUE TEM UM CICLO PREVISIVEL, UM ROTEIRO PREVIAMENTE ORGANIZADO, E O NATIVO QUE CONHECE ESSES DETALHES PODE REVELAR-SE UM PROFETA, TRANSMITINDO COM EXATIDÃO TODA A TRAJETÓRIA DO FRUTO, PARA AQUELES QUE AINDA NÃO O CONHEÇE.
E NESSE CASO “O” está REPRESENTANDO O NADA , O VAZIO NO GALHO, QUE PRECEDE O FRUTO DA CASTANHEIRA, E AO MESMO TEMPO O FRUTO PRESO AO GALHO DA ÀRVORE. O PRINCIPIO CONCRETIZADO DE UM FENOMENO, APARENTIMENTE ISOLADO, MAS QUE PODE SER EXPOSTO, E A PARTIR DAÌ ESTRUTURAR UM CONTEXTO SINGULAR, ESPECÌFICO.

O SÌMBOLO “U” REPRESENTA UNIÃO, QUE O ESTRUTUROU E AO MESMO TEMPO O FRUTO NO MOMENTO EM QUE DESPRENDE-SE DO GALHO, PASSANDO A SER ALGO A PARTE E AO MESMO TEMPO O TODO “O” QUE È ARVORE CONDENSADA INVERSAMENTE COMPRIMIDA NO SEU ÂMAGO, NAS SEMENTES CONTIDAS NO SEU INTERIOR, E ESSE INSTANTE DÁ INICIO , A UMA REFLEXÃO DO NATIVO, QUE O LIGA DE FORMA MAIS INTIMA A SUA CULTURA NATIVA MEIO AMBIENTAL . O INICIO DESSA REFLEXÃO REPRESENTADA AÌ PELO SÌMBOLO “R” QUE INICIA A PALAVRA REFLEXÃO; DE RENASCER.

O SÌMBOLO “I” VEM MOSTRAR, COMPROVAR ESSE INICIO, QUE È REPRESENTADO PELO “I” QUE É A PRIMEIRA LETRA DA PALAVRA “INICIO” , A PALAVRA INICIO NOS DÁ A IDEIA DE QUE ALGO COMEÇOU A SE MOVIMENTAR ; INICIOU. E SE É TIDO COMO INICIO DE ALGO, SE PRESSUPÕE QUE TENHA UMA CONCLUSÃO. SE NÃO PODERIA SER DEFINIDA COMO INICIO DE ALGO, NESSE CONTEXTO GRAFICO SIMBOLICO SIGNIFICATIVO ORIENTADOR NARRATIVOO SÌMBOLO “I” ESTÁ ASSOCIADA A IDEIA DE MEDIDA, DE CALCULO, REPRESENTADOS PELO TRAÇO “I” DO SÌMBOLO “I” SEM O PINGO NA PARTE SUPERIOR. QUANDO O PINGO É COLOCADO AI, ELE PASSA A REPRESENTAR O FRUTO EM MOVIMENTO EM DIREÇÃO AO SOLO. SENDO OBSERVADO PELO NATIVO, NA ÉPOCA DA COLHEITA. É O TESTEMUNHO DA APREENSÃO DESSE FENÔMENO NATURAL REGISTRADO DE FORMA ANALÓGICA RACIONAL. PASSANDO O TRAÇO “I” A REPRESENTAR A ÁRVORE EM SI, E O PINGO, O FRUTO QUE SE DESPRENDEU, O TRAÇO VERTICAL QUE REPRESENTA O “I” REPRESENTA O CAULE, O TRONCO. AMBOS NUM INSTANTE PERIÓDICO MANIFESTO E LATENTE, CONGELADO. QUE TANTO PODE SER VISTO NA PESPECTIVA DE BAIXO PARA CIMA, COMO DE CIMA PARA BAIXO. NO CASO DO OLHAR DE CIMA PARA BAIXO, REPRESENTA O NATIVO BUSCANDO EXTRAIR ALGO MAIS ALÉM DESTE ACONTECIMENTO. TRANSCEDENDO, FLUTUANDO EM SUAS REFLEXÕES . E ESSE DESPREENDIMENTO TAMBÉM ESTÁ LIGADO, À EXTASE, EUFORIA E ETC. QUE NO CASO É PROVOCADO POR ESSE ACONTECIMENTOS EXTERNOS AO SEU SER. ESSA CONSCIÊNCIA DO EXTERNO, TANTO DE FORMA ANALÓGICA COMO CONTACTUAL PALPÁVEL.
E ESSES ATRIBUTOS, VÊM SE CONDENSAR NO SÍMBOLO “Ç” QUE REPRESENTA O CHOQUE DO FRUTO COM O SOLO, TUDO O QUE VEM EM SEGUIDA A ELE. QUE NESSE CASO PARTICULAR REPRESENTA O SOM PRODUZIDO POR ESSE IMPACTO (A CONCLUSÃO QUE DEU ORIGEM AO SOM).

E O SÍMBOLO “O” QUE SURGI NOVAMENTE DENTRO DA PALAVRA “OURIÇOM” AGORA REPRESENTA, O FRUTO CAÍDO; PARADO NO SOBRE SOLO. QUE ESTÁ ASSOCIADO A IDÉIA DE REINÍCIO REVIGORADO DE ALGO QUE SERIA A REPRESENTAÇÃO DE TUDO QUE VEM DEPOIS DAÍ. QUE ESTÁ PRESENTE DE FORMA LATENTE; VIBRANTE NO SEU SER FRUTÍFERO. E QUE PODE SER APRENDIDO PSICOINTELECTUALMENTE PELO NATIVO. NESSE INSTANTE ESTÉRIO COMPREENSIVO VIBRANTE QUE NOS CIENTIFICARIA DE UM TODO CÍCLICO. ESTÁ CONTIDO NO SÍMBOLO “M” QUE REPRESENTA O ONDUCANTE; TODA CONCRETIZAÇÃO QUE FAZ UMA COISA ÚNICA, DENTRO DE UM CONTEXTO ESPECÍFICO, UM UNISSON PARTICULAR. O TODO PRIMORDIAL NUMA VERSÃO RESUMIDA, O “OM” ONDE ESTÁ CONTIDA O SEU COMEÇO, DESENVOLVIMENTO E CONCLUSÃO. ALGUMAS VARIAÇÕES ENCONTRADAS PARA DEFINIR O FRUTO. ORIÇO, ORIÇOM, OURIÇO, OURIÇOM, OROYÇO, OURYÇOM, ORENÇO, ORENÇOM, ETC.

- OURIÇOM – COM O SÍMBOLO “Y” ESTA ASSOCIADA A RAMOS DO GALO DA ÁRVORE, QUE BALANÇA AO DESPRENDER O FRUTO QUE É ASSOCIADO À IDÉIA DE BALANÇO, DE DANÇA.
- ONDE O BALANÇO GANHA O ASPÉCTO DE PRESTAÇÃO DE CONTA DE REFLEXÃO DE UM REINÍCIO.
- A DANÇA AO ASPECTO DE ENTRETIVO, FESTIVO.
- NO CUSSO DA DANÇA ELE VEM ASSOCIADO À IDÉIA DE UM IDEAL ALCANÇADO QUE SE DÁ NA EXTENSÃ DE CICLO FETI-ARVORÍFICO (CASTANHEIRO).

- A LUZ DE CONHECIMENTOS ESTÃO CONTIDOS E EXTRAÍDOS NO MOMENTO EM QUE PRECEDE A DÁDIVA DO FRUTO. EM QUE AO DESPRENDER DO GALHO O FAZ BALANÇAR É UM BALANÇO NUMA EXTENÇÃO DE ESTRUTURAS FIXAS QUE TEM SUA RAIZ SE DÁ O SEU MANIFESTAR O SURGIMENTO DE ALGO QUE SE APRESENTA. UMA FESTA UMA FESTA DE IRMÃOS, DE MANOS NATIVOS QUE CONCRETIZA O IDEAL TRIBAL. A ESPERANÇA É ALCANÇADA QUE TANTO ESTÁ ASSOCIADA AO SURGIMENTO DO FRUTO. QUANTO AO BALANÇO QUE PROVOCOU DO GALHO AO SE DESPRENDER, BALANÇO QUE ACONTECE NA SUA EXTENSSÃO VERDE QUE O SÍMBOLO FLORESTAL DA GRANDE ALDEIA.

- OURIÇOM COM “Y”, TAMBÉM ESTA ASSOCIADA DE VÊ UM TODO PELA PARTE DE FORA, ISSO QUANDO O NATIVO ATRIBUI A ELE, A FUNÇÃO DE SÍMBOLO DE PROPORCIONALIDADE DO QUADRADO AO AVESSO, QUE ESTÁ NO ESFÉRICO DA ARVORE; DO FRUTO E DE TODOS EM FESTA. VISTO DESSE ÂNGULO PELOS QUE A CONTEMPLA NO SIGNIFICADO SAGRADO FLORESTAL QUE ESTAL CONTIDO NO SEU TODO.

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